Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo, segundo Marcos: E os sumos sacerdotes faziam muitas acusações contra Jesus. Pilatos o interrogou novamente: “Nada tens a responder? Vê de quanta coisa te acusam!” Mas Jesus não respondeu mais nada, de modo que Pilatos ficou admirado. Ele bem sabia que os sumos sacerdotes haviam entregado Jesus por inveja. Porém, os sumos sacerdotes instigaram a multidão para que Pilatos lhes soltasse Barrabás. Pilatos perguntou de novo: “Que quereis então que eu faça com o rei dos judeus?” Mas eles tornaram a gritar: — “Crucifica-o!” Pilatos perguntou: “Mas, que mal ele fez?” Eles, porém, gritaram com mais força: — “Crucifica-o!” Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus e o entregou para ser crucificado. Eram nove horas da manhã quando o crucificaram. Os que por ali passavam o insultavam, balançando a cabeça e dizendo: — “Ah! Tu, que destróis o Templo e o reconstróis em três dias, salva-te a ti mesmo, descendo da cruz!” Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, com os mestres da Lei, zombavam entre si, dizendo: — “A outros salvou, a si mesmo não pode salvar! O Messias, o rei de Israel... que desça agora da cruz, para que vejamos e acreditemos!” Então Jesus deu um forte grito e expirou. (ajoelhamos) Nesse momento, a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes. Quando o oficial do exército, que estava bem em frente dele, viu como Jesus havia expirado, disse: — “Na verdade, este homem era Filho de Deus!” (Marcos 15,1-39 - Forma breve)