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Três cachorras e um apartamento…
Sim, você não leu errado. Parece loucura, mas juro que não é. A primogênita é a Lulu, uma shitzu de 10 anos, com temperamento único, um pouco ácido, mas dócil. Antes da chegada das “irmãs”, ela se bastava. Meu marido e eu brincávamos que a Lulu era uma cachorra de enfeite, quase inexistente, pois não latia, só nos dava atenção quando queria e só expressava uma emoção maior quando percebia que iria dar um passeio na rua… basta balançar a coleira, que ela fica toda ofegante de felicidade.
No início deste ano, a Mel chegou. Uma golden retriever, a mais feliz, atrapalhada, curiosa e destruidora que conheço. Uma gigante filhote de agora 10 meses e que no momento pesa um pouco mais de 25 quilos. A ideia é que ela fizesse companhia para a Lulu, mas não funcionou bem assim, pelo ao menos no começo. A Lulu até demonstrava uma certa preocupação quando observava a Mel nadar no rio e teve seu momento de cuidar da nossa louca filhote, quando a mesma fraturou e precisou operar uma das pernas. Mas a nossa velhinha se irritava com as brincadeiras e não aceitava os carinhos da Mel.
Então, meu marido decidiu que a gente precisava da Chica. Sim, ele escolheu o nome antes de encontrar o novo filhote e antes de me convencer a aceitar mais uma dog no nosso apartamento. Demorou, ele precisou insistir bastante, mas aceitei. E que bom que aceitei. A Chica é a filhotinha de border collie mais atrevida, corajosa e golpista fofa que existe. Em pouco tempo, a nova integrante da família conseguiu mudar toda a configuração. A Chica se transformou em uma ponte entre a Mel e a Lulu. Com muita insistência fofa, ela dobrou a nossa velhinha e ganhou o coração de todo mundo.
Juntas, elas são o trio que enche esse apartamento, ou melhor, enche as nossas vidas de alegrias. Minhas mini grandiosas terapeutas, que me transformaram naquilo que eu mais temia: a quarentona mãe de dogs. Mas como não amar as carinhas da Mel, os olhares esnobes da Lulu e a cara de sapeca da Chica? Impossível!
Animais fazem parte das minhas primeiras lembranças. Meus pais amavam todo tipo de bichinho. Até pato e um galo nós tivemos. Foram muitos gatos e cachorros, mas uma única maritaca. A Camile foi a minha última dog, ou quase, pois teve a Pantera que, infelizmente, só tive como companhia por dois meses… a leishmaniose a levou e meio que tranquei meu coração. Não suportava a ideia de ter outro bichinho e vê-lo partir. A Lulu já era do meu marido, já a conheci com três ou quatro anos. A partir do momento que passamos a dividir o mesmo teto durante a pandemia e, principalmente, após me mudar definitivamente para cá no início do ano e assinarmos nossa união estável, assumi o meu papel de madrasta na vida na Lulu. Quando a Mel chegou, eu pude reviver a alegria de cuidar de uma filhotinha, de ensinar a fazer as coisas, de passar raiva com as teimosias. A Chica já me pegou mais treinada e encontrou meu marido mais protetor e paciente. Tanto que quando chamo a atenção de alguma, todas correm para os pés dele, porque ele sempre mima e fala que preciso entendê-las.
Três cachorras e um apartamento…
Sim, são três cachorras em um apartamento, dá trabalho… com certeza! Mas isso me faz feliz, pois sem elas seriam só paredes e móveis, além dos meus fios emaranhados de sentimentos e pensamentos. Com elas eu encontro carinho, paz e companhia, uma terapia diária com base no amor e no cuidado, que me ajuda a seguir acreditando na vida.
E você?! Tem ou já teve algum pet que era o seu suporte emocional?
Eu tenho três: três cachorras e um apartamento!
By MaJú MendesTrês cachorras e um apartamento…
Sim, você não leu errado. Parece loucura, mas juro que não é. A primogênita é a Lulu, uma shitzu de 10 anos, com temperamento único, um pouco ácido, mas dócil. Antes da chegada das “irmãs”, ela se bastava. Meu marido e eu brincávamos que a Lulu era uma cachorra de enfeite, quase inexistente, pois não latia, só nos dava atenção quando queria e só expressava uma emoção maior quando percebia que iria dar um passeio na rua… basta balançar a coleira, que ela fica toda ofegante de felicidade.
No início deste ano, a Mel chegou. Uma golden retriever, a mais feliz, atrapalhada, curiosa e destruidora que conheço. Uma gigante filhote de agora 10 meses e que no momento pesa um pouco mais de 25 quilos. A ideia é que ela fizesse companhia para a Lulu, mas não funcionou bem assim, pelo ao menos no começo. A Lulu até demonstrava uma certa preocupação quando observava a Mel nadar no rio e teve seu momento de cuidar da nossa louca filhote, quando a mesma fraturou e precisou operar uma das pernas. Mas a nossa velhinha se irritava com as brincadeiras e não aceitava os carinhos da Mel.
Então, meu marido decidiu que a gente precisava da Chica. Sim, ele escolheu o nome antes de encontrar o novo filhote e antes de me convencer a aceitar mais uma dog no nosso apartamento. Demorou, ele precisou insistir bastante, mas aceitei. E que bom que aceitei. A Chica é a filhotinha de border collie mais atrevida, corajosa e golpista fofa que existe. Em pouco tempo, a nova integrante da família conseguiu mudar toda a configuração. A Chica se transformou em uma ponte entre a Mel e a Lulu. Com muita insistência fofa, ela dobrou a nossa velhinha e ganhou o coração de todo mundo.
Juntas, elas são o trio que enche esse apartamento, ou melhor, enche as nossas vidas de alegrias. Minhas mini grandiosas terapeutas, que me transformaram naquilo que eu mais temia: a quarentona mãe de dogs. Mas como não amar as carinhas da Mel, os olhares esnobes da Lulu e a cara de sapeca da Chica? Impossível!
Animais fazem parte das minhas primeiras lembranças. Meus pais amavam todo tipo de bichinho. Até pato e um galo nós tivemos. Foram muitos gatos e cachorros, mas uma única maritaca. A Camile foi a minha última dog, ou quase, pois teve a Pantera que, infelizmente, só tive como companhia por dois meses… a leishmaniose a levou e meio que tranquei meu coração. Não suportava a ideia de ter outro bichinho e vê-lo partir. A Lulu já era do meu marido, já a conheci com três ou quatro anos. A partir do momento que passamos a dividir o mesmo teto durante a pandemia e, principalmente, após me mudar definitivamente para cá no início do ano e assinarmos nossa união estável, assumi o meu papel de madrasta na vida na Lulu. Quando a Mel chegou, eu pude reviver a alegria de cuidar de uma filhotinha, de ensinar a fazer as coisas, de passar raiva com as teimosias. A Chica já me pegou mais treinada e encontrou meu marido mais protetor e paciente. Tanto que quando chamo a atenção de alguma, todas correm para os pés dele, porque ele sempre mima e fala que preciso entendê-las.
Três cachorras e um apartamento…
Sim, são três cachorras em um apartamento, dá trabalho… com certeza! Mas isso me faz feliz, pois sem elas seriam só paredes e móveis, além dos meus fios emaranhados de sentimentos e pensamentos. Com elas eu encontro carinho, paz e companhia, uma terapia diária com base no amor e no cuidado, que me ajuda a seguir acreditando na vida.
E você?! Tem ou já teve algum pet que era o seu suporte emocional?
Eu tenho três: três cachorras e um apartamento!