[III.1. socius inscritor/III.1.1. o registro. em que sentido o capitalismo é universal -p.185]
bom, é isso, posterguei mas, tal como há um história universal, há um dever universal na cabeça desse obsessivo de concluir a leitura d'O anti-Édipo nesse podcasto. enfim, voltamos com a terceira temproa, selvagens, bárbaros, civilizados, para pensarmos as máquinas sociais. se o capítulo 1 e 2 foram difíceis falando das máquinas desejantes, esse capítulo aqui que mistura antropologia, sociologia, psicanálise, marx e nietzsche (o grande antropólogo na cabeça do deleuze), vai ser oh, xuxu beleza. preparem-se para essa aventura para pensarmos o socius como codificador do desejo, só que no capitalismo é de outro jeito.