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É possível escrever um país? Se sim, que país seria esse? Essas foram algumas das provocações que propusemos a José Henrique Bortoluci e Ricardo Terto no episódio 2 de “Conversas para escrever um país”. O vento foi realizado no Mercadinho Simples, da Livraria Simples, em São Paulo, no dia 9 de novembro de 2024, com participação de José Henrique Bortoluci, autor, entre outros, de “O que é meu” (Fósforo) e Ricardo Terto, autor de “Brincadeira sem futuro” (Todavia) e “Marmitas frias: e requentadas” (Fósforo), entre outros.
*Gravado em novembro de 2024 - no Mercadinho Simples.
Produção e apresentação Lilian Sais
Captação de áudio e edição: Ricardo Terto.
Visite http://paraescrever.com e saiba mais sobre esse iniciativa cultural voltada para a escrita criativa.
Depois de tudo que lemos, grifamos, ouvimos e vivemos, ainda faz sentido pintar o escritor como alguém que está diante de uma página em branco?
Os convidados desta primeira edição do “Conversas para escrever” nos contarão um pouco sobre como, na sua escrita, se relacionam com a obra de autores que vieram antes deles. Escrever com a tradição, escrever contra a tradição, reinventar a cânone, escrever com tudo aquilo que amamos e odiamos, escrever com tudo aquilo que herdamos sem nem nos darmos conta.
Produção: Lilian Sais. Edição: Ricardo Terto. Visite https://paraescrever.com e saiba mais sobre a iniciativa cultural Para escrever.
O "Como o poema" voltou cheio de novidades! No episódio de hoje, Nathália Lima, autora de Istmo (Urutau, 2022, livro semifinalista do Oceanos) fala sobre o poema mais antigo e o mais recente que ela escreveu. Produção e apresentação: Lilian Sais, edição e distribuição: Ricardo Terto | Quer saber mais sobre o "Para escrever"? Acesse http://paraescrever.com . Nâo deixe de assinar gratuitamente a nossa newsletter: http://http://paraescrever.substack.com
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