A sanidade é um dos principais fatores para o sucesso da avicultura, seja em sistemas comerciais ou na criação de galinhas caipiras. Doenças causadas por vírus, bactérias e outros agentes infecciosos podem provocar alta mortalidade, queda na produção de ovos, redução do ganho de peso e prejuízos econômicos. Especialistas apontam que medidas de biosseguridade, vacinação e monitoramento constante do plantel são as principais ferramentas para manter as aves saudáveis e impedir a disseminação de enfermidades.
De acordo com a publicação “Sanidade Avícola”, da Escola de Veterinária da UFMG, a prevenção é mais eficiente e econômica que o tratamento de surtos.
Entre as doenças de maior importância está a influenza aviária, considerada uma enfermidade de notificação obrigatória. Provocada por vírus influenza do tipo A, ela pode causar problemas respiratórios graves, redução da postura, edema, alterações neurológicas e elevada mortalidade, dependendo da cepa viral.
Outra enfermidade de grande relevância é a Doença de Newcastle, também viral e altamente contagiosa. Os principais sinais clínicos incluem dificuldades respiratórias, diarreia, alterações nervosas, torcicolo, tremores e queda na produção de ovos. Assim como a influenza aviária, trata-se de uma doença de notificação obrigatória devido ao seu potencial de causar grandes prejuízos à cadeia produtiva.
Durante visita no Sítio Capim Moiado, o jornalista Francys de Oliveira, graduando em agronomia, acompanhou o engenheiro agrônomo, professor Fabrício Andrade, em uma missão: controlar e prevenir as aves da propriedade de doenças respiratórias.