Paracatu Rural - Jornal do agronegócio

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By Francys de OliveiraNews
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Paracatu Rural - Jornal do agronegócio episodes

  • O que pode mudar no mercado do milho até o fim de 2024?
    As negociações envolvendo o milho passaram por momentos distintos ao longo do mês de novembro. Depois de um início em bons patamares, a segunda quinzena foi marcada por perda de força nas cotações. O agente autônomo de investimentos, João Santaella Neto, explica que o fim do mês trouxe nova fixação de mercadoria para venda. A maior oferta do cereal se deve ao fato de alguns produtores liberarem espaço nos armazéns para a chegada da nova safra de soja.
    16 min
  • Algodão brasileiro pode encontrar espaço no México
    A última semana de novembro ficou marcada por movimentos importantes para o mercado do algodão. O encontro entre os países pertencentes ao G-20 trouxe proximidade entre eles, abrindo brecha para negociações futuras.
    O diretor-executivo da Associação Mineira dos Produtores de Algodão (AMIPA), Lício Pena, também chama a atenção para o México. Por lá, o abastecimento com a pluma dos Estados Unidos se encontra ameaçada a partir da volta de Donald Trump à presidência.
    13 min
  • Produção de cana-de-açúcar na Safra 2024/25 sofre redução devido a condições climáticas adversas
    A produção de cana-de-açúcar do Brasil para a safra 2024/25, conforme o terceiro levantamento divulgado no dia 28 de novembro pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), está estimada em 678,67 milhões de toneladas, o que representa uma diminuição de 4,8% em relação à safra anterior. No entanto, a área destinada à colheita apresentou crescimento de 4,3%, alcançando 8,7 milhões de hectares, resultando em um aumento na extensão plantada. A produtividade média também sofreu queda, com previsão de 78.048 kg/ha, o que representa uma redução de 8,8% comparada à safra passada.
    8 min
  • O que esperar para o café após a maior alta em 47 anos?
    Os preços do café trabalharam em alta expressiva durante o mês de novembro, e na última semana do mês, é que os maiores níveis foram atingidos. As maiores cotações desde 1977 foram atingidas em Nova York, o que agitou o mercado no encerramento do penúltimo mês do ano. O agente autônomo de investimentos João Santaella Neto, com base na análise gráfica, detalha como se deu a alta do café. Ele menciona como o mercado rompeu várias resistências, incluindo os 300 centavos de dólar por libra-peso, que era o alvo da alta do canal.
    11 min
  • Bezerro nelore pode chegar aos R$400; valor da bezerra deve permanecer estável até fevereiro-25
    Ainda impulsionado pelos movimentos recentes de alta, o mercado do boi segue sinalizado para preços atraentes em meio a um momento de oferta limitada de animais. Alguns pecuaristas, em busca de reposição, procuram por alternativas acessíveis em um momento de escassez de opções.
    O leiloeiro Moacir Naves faz um balanço dos principais negócios registrados, em especial no Noroeste de Minas. Ele destaca que valores do bezerro nelore variam entre R$340 e R$360, podendo chegar a R$400 em casos específicos. Já para a bezerra, as cotações ficam na casa dos R$300 por arroba e esse patamar deve ser mantido até meados de fevereiro-25.
    19 min
  • Feijão terá baixa demanda em dezembro.
    Apesar do aumento no volume de negócios envolvendo feijão carioca observado no começo da última semana de novembro, tanto em Minas Gerais quanto nas lavouras de São Paulo, esse movimento não foi suficiente para alterar as referências de preços vigentes. Os corretores, que atuam intermediando ofertas de compradores e vendedores, relataram que muitos produtores estão pedindo valores R$ 10 acima dos bids dos compradores para os lotes de melhor qualidade, classificados como nota 8,5 ou superior. Nos feijões danificados por chuvas, ainda disponíveis no Paraná e agora também em São Paulo, os negócios estão ocorrendo na faixa de R$ 120 a R$ 170, dependendo do nível de defeitos apresentados. As informações são do IBRAFE.
    7 min
  • Preços do arroz sofrem novo recuo e caminho continua sendo a exportação
    Os preços do arroz fecham em desvalorização o mês de novembro, e o cenário não deve mudar para o mês de dezembro. A época das festas de fim de ano é marcada por baixa demanda no mercado, ao passo que a indústria e o varejo seguem sem acordo por reajustes nos preços. Diante disso, assim como em outras culturas, Vlamir Brandalizze indica que o caminho seguirá sendo a exportação. A alta recente do dólar é o principal fator que torna o mercado de porto mais atrativo ao produtor.
    8 min
  • Produtores de trigo do Brasil devem aproveitar brecha na alta do dólar para fazerem bons negócios
    Há um bom tempo os preços do trigo estão estagnados no Brasil, e o cenário não deve mudar para o fim de 2024. Isso porque boa parte dos moinhos estão com estoques abastecidos e em breve vão paralisar os trabalhos para as festas de fim de ano. Diante disso, o produtor brasileiro se encontra com uma boa e volumosa safra, recentemente, porém com pouca liquidez no mercado interno. Vlamir Brandalizze sinaliza que a exportação será o caminho para esses produtores. A alta do dólar e a oferta limitada à nível internacional podem potencializar as negociações para fora do país.
    8 min
  • Cenário para a safrinha do milho melhora e área plantada pode se assemelhar a 2023
    O atraso no plantio da soja em 2024 por conta da seca trouxe uma grande apreensão quanto à safrinha do milho em 2025, já que a mesma, em sua maioria é semeada em áreas da oleaginosa. Contudo, com o bom desenvolvimento das lavouras de soja e a perspectiva de uma safra recorde no próximo ano, a safrinha passou também a acompanhar este cenário. Vlamir Brandalizze destaca que a área plantada pode se assemelhar à safrinha 2023, uma das melhores dos últimos anos. Diante disso, os negócios para a safrinha se encontram em atraso devido à mudança na projeção que, anteriormente, era pessimista.
    9 min

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