A demanda por arroz segue elevada em território brasileiro. Apesar disso, as cotações, mesmo com a procura elevada, seguem nos menores patamares do ano de 2024. Isso se deve ao avanço da colheita, cujo percentual atinge os 35%.
Vlamir Brandalizze projeta que as exportações do arroz devem ganhar ritmo nas próximas semanas, já que há uma boa quantidade ofertada neste momento. Com esse cenário se concretizando, haverá um maior fluxo de mercado e, consequentemente, uma recuperação nos preços pagos aos produtores.