O mercado do milho no Brasil tem passado em março, novamente, por calmaria e poucos negócios registrados. Diante disso, os produtores voltaram a adotar a estratégia de reter mercadoria para venda como forma de valorizar as cotações. No entanto, a fraca demanda faz com que os preços sigam em patamares parecidos.
O agente autônomo de investimentos, João Santaella Neto, conhecido como Joãozinho Grafista, analisa o cenário para o mercado do milho nos próximos meses. A previsão de seca para o mês de abril, acompanhada das chuvas de março abaixo da média histórica, pode comprometer a produtividade da safrinha brasileira. Os efeitos do La Niña no segundo semestre também preocupam.