Segundo o IBRAFE, o que vem acontecendo atualmente no mercado do feijão é que estão sendo vendidos feijões carioca com defeitos, impedindo uma comparação adequada de valores. Esses defeitos variam em diferentes regiões e estão associados a diferentes perfis de empacotadores. Os lotes de melhor qualidade, quando surgem, permanecem valorizados.
Para o mês de março, espera-se uma menor disponibilidade de feijão carioca. A única possibilidade de isso não acontecer seria se os produtores irrigantes estivessem mantendo um estoque significativamente maior desde o ano passado, o que parece improvável, dado que os preços têm sido compensadores.
O presidente do IBRAFE, Marcelo Lüders, projeta que o mercado do feijão deve ser mais movimentado em março com as buscas por reposição. Em relação ao feijão carioca, os grãos defeituosos, chamados de comerciais, têm jogado as cotações para baixo, com preços a partir de 220 reais.