Paracatu Rural - Jornal do agronegócio

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By Francys de OliveiraNews
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Paracatu Rural - Jornal do agronegócio episodes

  • Colheita da soja deve avançar a partir de 20/02; previsão é que se estenda até abril
    Apesar de ainda não ter chegado ao auge, a colheita da soja no Brasil já foi iniciada. Há divergências em relação à produtividade final, com números que variam entre 140 e 160 milhões de toneladas. Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, comenta sobre as projeções e destaca as datas para intensificação dos trabalhos de colheita para o setor. A tendência é que a partir de 20 de fevereiro seja observado um maior volume de soja colhida, com possibilidade de se estender até o mês de abril. Diferentemente de outros anos, o atraso para o plantio da oleaginosa fará com que a colheita dure um tempo maior.
    8 min
  • Mercado do Café: como foi janeiro e o que esperar para as próximas semanas
    O Mercado do café passou por um mês de janeiro bastante volátil. As cotações chegaram a atingir, em Nova York, os 200 centavos de dólar por libra-peso, patamar considerado elevado, mas acumulou quedas em outros momentos. O agente autônomo de investimentos, João Santaella Neto faz um balanço do primeiro mês do ano para o setor cafeeiro. Joãozinho Grafista projeta o que está por vir durante fevereiro.
    9 min
  • Mercado do feijão: momento é para comprar; preços voltarão a subir em breve
    Marcelo Lüders, presidente do IBRAFE, comenta sobre o momento atual no mercado do feijão. Os preços estão mais baixos com a entrada da colheita nos estados de Minas Gerais e Goiás. Porém, a safra colhida não tem apresentado grãos de qualidade, e ainda assim, o momento é o ideal para a compra por parte dos empacotadores, já que nas próximas semanas a oferta tende a diminuir novamente.
    10 min
  • Preços do milho: o que esperar em fevereiro?
    Os preços do milho despencaram em janeiro no Brasil. A maior fixação de mercadoria para venda por parte dos produtores para liberar espaço nos armazéns, e a chegada das chuvas no país pressionaram para baixo as cotações tanto no mercado nacional, quanto em Chicago.
    O agente autônomo de investimentos, João Santaella Neto faz um balanço do primeiro mês de 2024 no mercado do milho. Joãozinho Grafista projeta o que pode acontecer nas próximas semanas. Graficamente, o milho precisa voltar à casa dos 5,00 dólares/bushel para ensaiar uma recuperação à nível internacional.
    12 min
  • Preços do algodão: Queda nas taxas de juros podem impulsionar cotações
    Pela quarta semana consecutiva, os preços do algodão fecharam em alta em Nova York. A expectativa é que as cotações sejam novamente potencializadas caso haja uma diminuição nas taxas de juros nos Estados Unidos. E a possibilidade é real, uma vez que o Banco Central Norte Americano anunciou, na semana de 29 de janeiro a 02 de fevereiro, a manutenção das taxas. Além disso, a taxa de empregos subiu no país, o que contribui para o aumento do poder de compra. Tudo isso impacta diretamente no mercado consumidor, e, consequentemente nas cotações, não só do algodão, mas de diversas mercadorias.
    Lício Pena, diretor executivo da Associação Mineira dos Produtores de Algodão (AMIPA), analisa o mercado do algodão, e pontua a queda das bolsas na China, que tem o Brasil como principal fornecedor de algodão, e se encontra com possibilidade de diminuição das aquisições caso o cenário econômico não seja revertido
    11 min
  • Café arábica pode ganhar força no mercado com baixa oferta de conilon
    Após dias de oscilações, os preços do café arábica na Bolsa de Nova York foram impactados pelas chuvas nas regiões produtoras de café no Brasil. Para os especialistas, a expectativa é de um aumento no volume de produção e consequente oferta do café no mercado. No dia 1º de fevereiro o vencimento mar/23 – o mais líquido – fechou em alta de 0,08%, terminando a sessão em 194,2 centavos de dólar por libra-peso. Na semana o acumulado foi de alta de 0,18% (35 pontos).
    No mercado físico, os pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) informaram que as cotações do café arábica subiram, enquanto as do robusta caíram, na última sexta-feira (02 de fevereiro). Os valores ficaram em R$1.014,93/saca de 60kg para o arábica, variação semanal positiva de 0,40%, e R$842,88/saca para o robusta, com variação semanal positiva de 1,40%.
    O economista Haroldo Bonfá, da Pharos Consultoria, analisa os preços envolvendo o mercado do café e destaca a proximidade do ano novo chinês, no próximo dia 10 de fevereiro. As festividades seguram o mercado asiático, e o fornecimento do conilon para o mercado internacional, principalmente saindo do Vietnã, fica comprometido. Com esse espaço sendo aberto, o produtor brasileiro pode aproveitar as buscas pelo café arábica, que passam a ser alternativas para atender as demandas nacional e internacional.
    9 min
  • Preços do leite na 2ª atualização quinzenal de Janeiro 24
    No mercado de Leite UHT, as vendas para SP seguiram em tendência de alta nas últimas semanas, entretanto, as empresas relataram que os compradores estão ficando mais resistentes frente aos aumentos. Na região Sul, os preços também registraram avanço, sustentados pela menor oferta de leite na região. Já as vendas para Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro tiveram maiores dificuldades, encerrando a sequência de altas das últimas semanas.
    Confira mais detalhes
    6 min
  • Como explicar redução na oferta de feijão e alta nos preços das últimas safras?
    Segundo estimativas da Embrapa Arroz e Feijão (2023), o consumo médio aparente per capita de feijão comum em 2021 foi 12,2 kg/hab. E, considerando o período de 1996-2021, percebe-se um declínio no consumo aparente per capita, depois de ter chegado a 18,8 kg/hab, em 1996. Entre os feijões consumidos no Brasil, 80% são de feijão comum (Phaseolus vulgaris) e 20% são de feijão-caupi (Vigna unguiculata). O feijão comum consumido no Brasil, por sua vez, está assim distribuído: 56% carioca, 21% preto e 3% especiais.
    Segundo Marcelo Eduardo Lüders, presidente do IBRAFE e um dos maiores especialistas do setor, é necessário fazer uma leitura correta do que está acontecendo. É importante identificar a razão do menor consumo. Por isso, o recebemos aqui no seu Jornal do Agronegócio, para uma prosa sobre o setor do feijão no Brasil.
    27 min
  • Preço do café cai; projeção de queda de safra é publicada
    O mês de fevereiro foi aberto com baixa para as cotações do café em Nova York. Após passar por um janeiro volátil mas de bons patamares, alguns fatores influenciaram para que o segundo mês de 2024 iniciasse pressionado para baixo. O último relatório de empregos divulgado nos Estados Unidos trouxe números acima do esperado, o que provocou a alta do dólar e a consequente queda das commodities, de um modo geral. O agente autônomo de investimentos, João Santaella Neto analisa a queda nas cotações do café. Joãozinho Grafista destaca uma nova projeção feita para a produção cafeeira no Brasil, que aponta queda de 66 para 65 milhões de sacas, aproximadamente.
    10 min

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