A partir de fevereiro, a tendência é que as buscas por feijão se tornem ainda mais intensas. É o momento das chamadas reposições nas indústrias e nas gôndolas, porém, a dificuldade em encontrar mercadoria, principalmente de qualidade, será grande. Atualmente são poucos os negócios registrados com o feijão carioca nota 9 acima, o que retrata a ausência dessa linha para o grão.
Marcelo Lüders, presidente do IBRAFE, comenta como deve ser o mercado do feijão nos próximos meses e ressalta que o momento é de o produtor segurar algumas vendas para que não falte feijão até a chegada da próxima safra em abril.