O mercado físico brasileiro de algodão teve um mês de julho de comercialização pontual e preços firmes seguindo os referenciais internacionais. Ao longo do mês teve demanda para entrega mais para frente, com alguns negócios entre trading e produtor para 2024. Já a indústria doméstica trabalhou da mão para boca diante da subida nas cotações da pluma, segundo a SAFRAS Consultoria.
Lício Pena, diretor executivo da AMIPA (Associação Mineira dos Produtores de Algodão), analisa o mercado do algodão. Ele destaca a alta dos preços do petróleo, matéria prima do poliéster, principal concorrente da pluma na indústria têxtil. Essa subida das cotações tem aquecido o mercado e tornado o algodão mais atrativo às indústrias.