A oferta mundial continua sendo o fundamento mais importante para a pressão das cotações do café, principalmente na bolsa de Nova York. A semana passada se encerrou com ajustes técnicos, com a incerteza dos volumes a serem colhidos nos próximos meses no Brasil, e um estoque de passagem baixíssimo. O economista, Haroldo Bonfá, da Pharos Consultoria traz um panorama do mercado do café, que segue com os olhos voltados para o nosso país.