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Neste episódio em duas partes, partilho um movimento que foi vivido no corpo ao longo dos últimos anos:
uma travessia entre a empatia fusional e o regresso ao eixo.
Na primeira parte, abro o campo da empatia sem limite. O quanto, muitas vezes, ajudamos a partir de um lugar onde nos perdemos, entre a fusão com o outro e o afastamento como forma de proteção.
Trago também um olhar sobre o campo coletivo, em particular o território português, onde existe uma forte identificação com o sofrimento e uma tendência para a reatividade emocional, que atravessa não só o indivíduo, mas o próprio modo como nos relacionamos.
Na segunda parte, entramos no eixo.
Não como conceito, nem como técnica, mas como experiência direta no corpo.
O eixo surge como presença pura.
Como um fio interno onde a nossa luz - não como algo elevado ou idealizado - mas como presença viva, pode simplesmente existir.
Uma presença que não tenta transformar, não tenta resolver, não tenta sair do que é.
Ao longo dos dois episódios, percorremos:
- a diferença entre empatia e fusão
- o papel do limite como estrutura de presença
- a ilusão do controlo subtil em muitas práticas
– e a possibilidade de uma escuta mais simples, mais direta, mais encarnada
Cada parte inclui um momento de pausa - uma micro-prática - como convite a trazer esta escuta para o corpo.
Este não é um episódio sobre “como fazer melhor”.
Mas um convite a reconhecer de onde estamos a viver, a sentir e a ajudar.
www.anataboada.com
By Ana TaboadaNeste episódio em duas partes, partilho um movimento que foi vivido no corpo ao longo dos últimos anos:
uma travessia entre a empatia fusional e o regresso ao eixo.
Na primeira parte, abro o campo da empatia sem limite. O quanto, muitas vezes, ajudamos a partir de um lugar onde nos perdemos, entre a fusão com o outro e o afastamento como forma de proteção.
Trago também um olhar sobre o campo coletivo, em particular o território português, onde existe uma forte identificação com o sofrimento e uma tendência para a reatividade emocional, que atravessa não só o indivíduo, mas o próprio modo como nos relacionamos.
Na segunda parte, entramos no eixo.
Não como conceito, nem como técnica, mas como experiência direta no corpo.
O eixo surge como presença pura.
Como um fio interno onde a nossa luz - não como algo elevado ou idealizado - mas como presença viva, pode simplesmente existir.
Uma presença que não tenta transformar, não tenta resolver, não tenta sair do que é.
Ao longo dos dois episódios, percorremos:
- a diferença entre empatia e fusão
- o papel do limite como estrutura de presença
- a ilusão do controlo subtil em muitas práticas
– e a possibilidade de uma escuta mais simples, mais direta, mais encarnada
Cada parte inclui um momento de pausa - uma micro-prática - como convite a trazer esta escuta para o corpo.
Este não é um episódio sobre “como fazer melhor”.
Mas um convite a reconhecer de onde estamos a viver, a sentir e a ajudar.
www.anataboada.com