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Formas de locomoção para driblar a insegurança nos deslocamentos das mulheres, considerando a estrutura machista e racista da mobilidade pública são temas analisados no segundo episódio da série Percepções sobre segurança das mulheres nos deslocamentos pela cidade, do Patrícia Galvão Podcast, que recebe a pesquisadora e cicloativista Jô Pereira. Segundo ela,“nós, mulheres, ainda somos as que mais sofremos dentro da mobilidade. Sofremos com medo nos deslocamentos, com os assédios, com a falta de segurança, que também está infringida na segurança viária, pública. E isso também passa pelo lugar do deslocamento com a bicicleta”. O objetivo desta série é debater os dados da pesquisa Percepções sobre segurança das mulheres nos deslocamentos pela cidade, realizada pelo Instituto Patrícia Galvão em parceria com o Instituto Locomotiva, com apoio da Uber e apoio técnico e institucional da ONU Mulheres, em outubro de 2021.
Gênero e raça são fatores de vulnerabilidade na mobilidade urbana, já que as mulheres sentem mais medo de se deslocar pela cidade em comparação com os homens. Este é o tema do primeiro episódio da série Percepções sobre segurança das mulheres nos deslocamentos pela cidade, do Patrícia Galvão Podcast, que recebe a arquiteta e urbanista, especialista em mobilidade urbana, Kelly Fernandes. De acordo com ela, “a violência pública atravessa a vida das mulheres de forma cotidiana e molda a relação das mulheres com o espaço”. O objetivo desta série é debater os dados da pesquisa Percepções sobre segurança das mulheres nos deslocamentos pela cidade, realizada pelo Instituto Patrícia Galvão em parceria com o Instituto Locomotiva, com apoio da Uber e apoio técnico e institucional da ONU Mulheres, em outubro de 2021.
As redes de apoio e saídas institucionais, fundamentais para garantir proteção à vida das mulheres vítimas de violência, são tema do último episódio da série Percepções da população brasileira sobre feminicídio, do Patrícia Galvão Podcast, que recebe a assistente social do Centro de Referência para Mulheres Suely Souza de Almeida da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Marisa Chaves de Souza. O objetivo desta série é debater os dados da pesquisa Percepções da população brasileira sobre feminicídio, realizada pelo Instituto Patrícia Galvão e Locomotiva, com apoio do Fundo Canadá.
Como a população percebe a responsabilização de agressores e a culpabilização das mulheres vítimas de violência é o mote do segundo episódio da série Percepções da população brasileira sobre feminicídio, do Patrícia Galvão Podcast, que recebe a promotora de justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo, Valéria Scarance. O objetivo desta série é debater os dados da pesquisa Percepções da população brasileira sobre feminicídio, realizada pelo Instituto Patrícia Galvão e Locomotiva, com apoio do Fundo Canadá.
A percepção das brasileiras e brasileiros quanto à violência letal contra mulheres pelo fato de serem mulheres é tema do primeiro episódio da série Percepções da população brasileira sobre feminicídio, do Patrícia Galvão Podcast, que recebe a Jackeline Romio, Especialista de Programa no Fundo de Populações das Nações Unidas (UNFPA - LACRO). O objetivo desta série é debater os dados da pesquisa Percepções da população brasileira sobre feminicídio, realizada pelo Instituto Patrícia Galvão e Locomotiva, com apoio do Fundo Canadá.
Como lidar com uma situação de violência e assédio no trabalho é o tema do sexto e último episódio da série Violência e assédio contra mulheres no trabalho, do Patrícia Galvão Podcast, que recebe a advogada e consultora em compliance de gênero, Mayra Cotta. Para ela, é inaceitável vivermos "em uma sociedade que exija que as mulheres sejam corajosas para poder viver sem ser assediadas. Coragem não pode ser requisito para denunciar — a gente não pode esperar que as mulheres sejam corajosas e enfrentem todas as adversidades, é muito injusto isso”. Mayra ressalta ainda que é preciso “reduzir o curso da denúncia, e uma forma de fazer isso é criar espaços, oportunidades para as mulheres levarem demandas de uma forma mais coletiva, diluída e horizontalizada”.
Em vigor desde junho de 2021, a Convenção 190, da Organização Internacional do Trabalho, é um instrumento inovador, que amplia o conceito de violência e assedio no trabalho e recomenda uma perspectiva de gênero e transversal na abordagem do problema, ao reconhecer que a violência contra as mulheres traz consequências e prejuízos não apenas às vítimas, mas ao mercado de trabalho, à economia do país e ao bem estar social.
Para comentar os avanços trazidos pela Convenção 190, o quinto episódio da série Violência e assédio contra as mulheres no trabalho, do Patrícia Galvão Podcast, recebe Carina Bicalho, desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT/RJ).
Pesquisa realizada pelos institutos Patrícia Galvão e Locomotiva com apoio da Laudes Foundation revela que 76% das mulheres já sofreram violência, constrangimento ou assédio no trabalho, sendo que a maioria das vítimas tratou a situação de forma individual, ou seja, não formalizou uma denúncia contra o agressor. Para comentar os dados da pesquisa, o quarto episódio da série Violência e assédio contra as mulheres no trabalho recebe Ana Addobbati, cofundadora da startup Women Friendly e CEO da Viven - Cidadãos para um Amanhã Melhor.
- Saiba mais sobre a pesquisa Percepções sobre a violência e o assédio contra mulheres no trabalho: https://agenciapatriciagalvao.org.br/violencia/pesquisa-revela-76-das-mulheres-ja-sofreram-violencia-e-assedio-no-trabalho/
Neste quinto episódio da série Direito ao aborto em caso de estupro, o Patrícia Galvão Podcast recebe a advogada Lia Manso, coordenadora de projetos na organização Criola. No programa, conversamos sobre a importância das redes de apoio em casos de estupro e a necessidade de dar crédito à palavra das vítimas de violência sexual.
O objetivo desta série é debater o tema a partir dos dados da pesquisa Percepções sobre estupro e aborto previsto por lei, realizada pelos institutos Patrícia Galvão e Locomotiva em 2020. Segundo o levantamento online, na percepção da maioria da população brasileira, 98% concordam que, se alguém descobrir que uma menina foi ou está sendo estuprada dentro de casa, deve denunciar, e 91% das mulheres acham que contariam para alguém se fossem vítimas de estupro. Além disso, 58% das mulheres entrevistadas disseram que contariam a uma mulher próxima, caso elas engravidassem em decorrência de um estupro e 32% disseram que falariam com alguém da área da saúde ou da polícia.
Neste quarto episódio da série Direito ao aborto em caso de estupro, o Patrícia Galvão Podcast recebe a médica ginecologista e obstetra Sara Paiva, atual coordenadora do Serviço de Atendimento de Violência Sexual do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). No programa, conversamos sobre o grave contexto de violência sexual no país, pontuando os direitos garantidos em lei a meninas e mulheres vítimas, como o atendimento nos serviços públicos de saúde em casos de aborto pós-estupro.
O objetivo da série Direito ao aborto em caso de estupro é debater o tema a partir dos dados da pesquisa Percepções sobre estupro e aborto previsto por lei, realizada pelos institutos Patrícia Galvão e Locomotiva em 2020. Segundo o estudo, na percepção da maioria da população brasileira, quem costuma ser o agressor sexual de meninas é um parente ou uma pessoa próxima da família e, para 90%, a maioria dos casos de estupro acontece dentro de casa. Já quando se pensa em violência sexual contra as mulheres, para 60% o agressor costuma ser conhecido e, para 38%, um estranho. Além disso, apenas 54% das brasileiras e brasileiros conhecem a Lei do Minuto Seguinte (Lei nº 12.845/2013), que garante atendimento integral e imediato a vítimas de estupro nos serviços de saúde sem a necessidade de fazer um boletim de ocorrência.
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