Paulo Oliver Músicas e Mensagens

Paulo Oliver Músicas e Mensagens

By Paulo OliverMusic
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Paulo Oliver Músicas e Mensagens episodes

  • Dia Quente - Compositores: Rodolfo Abrantes “RODOX” Intérprete Paulo Olivier
    Eu sei quem escolheu a gente
    Pra ser um corpo só
    Só quem me conheceu doente
    Vê como estou melhor assim
    O tempo vem
    Se você deixa vir
    Eu acordei
    Bem pouco tempo antes de dormir
    Tivemos um dia quente
    Tão diferente de onde ia estar
    Difícil de encarar de frente
    Tão fácil de gostar pra sempre
    Onde eu passei
    Você tentava me encontrar
    Eu aprendi
    Que pra reviver é só lembrar
    Tivemos um dia quente
    Se o fogo é bom eu deixo queimar
    Se você está aqui
    Dormindo ao lado meu
    É verdade você é minha metade
    Se você está aqui
    Como eu pedi a Deus
    Vamos mudar de ar e caminhar como um só
    Hoje eu vejo na parede
    Quem sempre esteve lá presente
    Como eu mudei
    E ainda há tanto que mudar
    Vivendo aqui
    Ou em qualquer outro lugar
    Teremos um dia quente
    E muitos ainda vão esquentar
    Se você está aqui
    Dormindo ao lado meu
    É verdade você é minha metade
    Se você está aqui
    Como eu pedi a Deus
    Vamos mudar de ar e caminhar como um só
    Confesso que andei perdido
    Reduzido a pó
    Sem chão pra cair
    Das flores que eu olhei
    Você é a mais perfeita que eu já vi
    Se você está aqui (Se você está aqui)
    Dormindo ao lado meu (Dormindo ao lado meu)
    É verdade você é minha metade
    Se você está aqui (Se você está aqui)
    Como eu pedi a Deus
    Vamos mudar de ar e caminhar como um só
    Se você está aqui
    Dormindo ao lado meu
    Compositores: Rodolfo Abrantes
    Letra de Dia quente © Warner/chappell Edicoes Musicais Ltda Instagram @paulooliver #paulooliver www.paulooliver.com
    5 min
  • O DIABO MORA NA PORTA DA NECESSIDADE - Por Paulo Oliver
    O DIABO MORA NA PORTA DA NECESSIDADE
    A camuflagem de Deus no pináculo de Ayyubid de Omar
    O diabo não existe como mentor do mau, e sim o mau encontra em nós o embrião que o fecunda como anjo de luz até que o parimos e batizamos de Lúcifer…
    O tal diabo mora na esquina onde a necessidade e oferta se encontram sob o patrocínio da fome.
    O diabo não vive do que é mal, mas sim de transformar o que é bom em algo ruim, pois que, tal coisa, se realizaria como concessão dele.
    De fato, o diabo mora na esquina onde a necessidade e oferta se encontram sob o patrocínio da fome.
    O diabo adora pretender fazer concessões. Ele sabe que são essas concessões ilegítimas aquilo que torna até o ato de comer pão em algo culposo.
    Na realidade aceitar algo como concessão do diabo é aquilo que torna qualquer coisa em algo ruim.
    Pior do que a fome é o pão que carrega a sugestão do diabo!
    Nenhuma necessidade humana é pecaminosa. A pecaminosidade da necessidade é apenas fruto da sugestão e de como ela vem.
    A questão não é o quê—posto que todas as coisas provêm de Deus—mas sim “como”, posto que nem tudo o que é bom, é bom sempre, pois todo bem se torna em mal quando o patrono da solução é o diabo.
    Assim, não se preocupe com a sua fome, mas apenas com as “soluções” que você encontra.
    E lembre-se: Nem só de pão vive o homem.
    Paulo Olivier Instagram @paulooliver www.paulooliver.com
    12 min
  • DIA BRANCO de Geraldo Azevedo por Paulo Oliver

    Pode ser o que for: o durão, o sedutor, o gênio, o artista, o pastor, a mulher insaciável, o homem garanhão, o santo de bondades escravas da obrigação, o correto, o contábil, o ajuizado, o fraco, o carente, o animal, o intelectual, o ladrão, o intercessor, o juiz, o advogado de defesa—qualquer um! O problema dele, todavia, é um só: insegurança, que é a outra face do medo. A outra face do medo não é fé. A outra face da fé são as obras. Mas a outra face da insegurança é o medo. Medo. Pecado. Pecado é medo. Medo é pecado. Não estou falando de medo natural, com causa, efeito e sistema lógico apresentável. Estou falando é do medo essencial, que gera ansiedade, que produz insegurança, e que daí em diante ganhas muitas faces, algumas até antagonizando com o seu pai-mãe-interior. Afinal, tem muito valentão que só bate nos outros porque o medo dele, advêm da burrice. And so on... O fato que é que tem gente que brincava de carrinho e, quarenta anos depois, ainda brinca de carrinho... Nada contra brincar de carrinho. Vale como hobbie, mas não vale como vida. Nós estamos todos aqui para andar até aquela pedrinha branca... Esse é o vencedor! Aquela pedrinha branca está no meu caminho. No meu caminho está aquela pedrinha branca. A promessa é que o galardão é a mais absoluta individuação. Você conhecerá aquele nome que você ouviu quando Deus o chamou, e você atendeu, mesmo enquanto Ele teve toda a paciência de ver você tentar cumprir outros papeis, submetendo-se a tantos scripts, tantos roteiros alheios, tantas performances—sempre postergando você à você mesmo, e, portanto, sendo um ser salvamente perdido, que o Pai faz tudo para ver se consegue fazer ele —o carinha— se enxergar, antes de chegar lá. Essa é a cegueira humana mais essencial. Nossa perdição esta nessa busca de achar. Aquele que perde, é o que acha. Aquele que acha que achou, é quem perde. E quem o contestará? A gente está a caminho da pedrinha branca. Vou kikando na direção dela. Ela vai quicando em mim. E eu penso que estou indo para ela... Ela olha para mim, e diz de mim para mim: “Seu bobo, eu é que estou indo em ti; pena que a gente só vá se conhecer quando você me enxergar totalmente em ti mesmo na presença do Pai”. O que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua pedrinha branca? Que santo amor! Perder a si mesmo é achar a si mesmo... Então, só é perda para aquele que acha que ganhar o mundo vale alguma coisa; e só é ganho para aquele que sabe que a pedrinha branca é ser em plenitude. Portanto, que gire o mundo para onde quiser—siga seu curso—, mas minha pedrinha branca, que já é em mim, quer ser apresentada a mim e eu, a ela. Então, eu serei eu... Quanto mais achado, mais perdido. Quanto mais perdido, mais achado. Quanto mais, menos. Quanto menos, mais. Quando sou fraco, então é que sou forte. Quando sou forte, então é que sou fraco. Quando não sou, envergonho as coisas que são. Quando não sou, eu sou o que sou, todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo. Quem lê,  entenda!   Beijão,  

    Para Monique de Paula Faria e seu querido Pai (in memoria).

    4 min
  • O QUE É AUTOENGANO? Paulo Oliver
    Assim, lutar contra o autoengano de alguém é sempre como enfrentar esperanças e descrer da própria verdade instituída como desejo santificado pela boa intenção e pela esperança bondosa do ser bom — e que deseja crer contra os fatos e a realidade. Portanto, trata-se de uma batalha perdida! instagram.com/paulooliver www.paulooliver.com
    19 min
  • A Loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café. Paulo Oliver
    A Loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa.
    Todos os convidados foram. Após o café, a Loucura propôs:
    -Vamos brincar de esconde-esconde?
    - Esconde-esconde? O que é isso? - perguntou a Curiosidade.
    - Esconde-esconde é uma brincadeira. Eu conto até cem e vocês se escondem. Ao terminar de contar, eu vou procurar, e o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar.
    Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.
    -1,2,3,... - a Loucura começou a contar. A Pressa escondeu-se primeiro, num lugar qualquer. A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa de uma árvore. A Alegria correu para o meio do jardim. Já a Tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder. A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele debaixo de uma pedra. A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo. O Desespero ficou desesperado ao ver que a Loucura já estava no noventa e nove.
    - CEM! - gritou a Loucura. - Vou começar a procurar... A primeira a aparecer foi a Curiosidade, já que não agüentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar. Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficar para melhor se esconder. E assim foram aparecendo a Alegria, a Tristeza, a Timidez...
    Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou: - Onde está o Amor?
    Ninguém o tinha visto. A Loucura começou a procurá-lo. Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do Amor aparecer.
    Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente ouviu um grito. Era o Amor, gritando por ter furado o olho com um espinho. A Loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu segui-lo para sempre. O Amor aceitou as desculpas. Hoje, o Amor é cego e a Loucura o acompanha sempre! Aqui acaba a estória e começa a realidade...digo eu: Paulinho! E quem não agüenta a companhia da Loucura para conhecer o Amor?
    A Segurança não entrou na brincadeira, mas morreu uma velha muito séria. Depois de um tempo já tinha gente procurando a Loucura para ver se encontrava o Amor.
    O problema é que o Amor não é mais achável...nem se alguém achar a Loucura. Como ele é cego...não procura ninguém, mas quando encontra...a Loucura não deixa ele sair. Assim, o Amor se machuca sempre que brinca...
    E aquele que o seguir pode até caminhar cego...mas não deseja outra companhia. Loucura? Cada amor tem sua loucura...mas nem toda loucura tem seu amor! instagram.com/paulooliver www.paulooliver.com
    8 min
  • Espírito de Culto de Caim. Instagram @paulooliver
    Toda perspectiva de relacionamento com Deus proposta e praticada pelo homem, parte do pressuposto de que é pelo mérito que o homem se achega a Deus.
     
    A diferença entre Caim e Abel reside aí.
     
    Caim representa a tentativa humana de cultuar a Deus pelo mérito do trabalho e da estética; pois, essa era a sua justiça. Assim, ele trouxe da terra os frutos mais belos. Abel, todavia, das primícias do rebanho que cuidava, trouxe sua oferta de declaração de que sem derramamento de sangue inocente não há remissão de pecados.
     
    Em Caim o homem oferece o seu melhor!
     
    Em Abel o melhor que o homem tem a oferecer é a confissão de sua culpa com o rogo de remissão de pecados.
     
    Acontece que inevitavelmente a busca de relação com Deus que tem nas motivações de Caim a sua própria, acaba por gerar comparação, inveja e espírito homicida. Por isso Caim matou seu irmão Abel.
     
    Assim se sabe que toda busca espiritual baseada no mérito, no nível relacional gera competição, disputa, inveja e, por fim, homicídio.
     
    Se o homem acreditar que é pela estética, pela lei, pelos modos exteriores, ou pela força do trabalho que ele agrada a Deus, sempre que ele vir alguém que é agradável a Deus apenas por andar pela fé, imediatamente seu coração ficará possuído pelo espírito de Caim. E o que daí decorre a História da Religião explica muito bem.
     
    Isto porque não há como a Religião [e todas são criação humana] não gerar comparação!
     
    Sim! Como o critério dela é estético [ou seja: visível e aparente] torna-se impossível evitar o espírito de comparação. Comparação entre os devotos de tal espírito [assim, tipo: dentro do mesmo grupo]; e comparação entre e contra os que, mesmo sendo do mesmo espírito de Caim, expressam isto por outras mídias, modos, flâmulas e bandeiras...; ou seja: mediante modo religioso diferente.
     
    Exemplo: Cristianismo versus Islamismo!
     
    Somente a fé conforme Abel, cujo critério é a fé na Graça de Deus, e que opera na confissão da impossibilidade humana de agradar a Deus por si mesmo, é que pode fazer um homem adorar a Deus ao lado de outro homem sem que entre eles se estabeleça o espírito de comparação.
     
    Caim e Abel subiram ao templo para adorar.
     
    Caim dizia: “Graças te dou, ó Deus, porque não sou como Abel e os demais homens; dou o dízimo de tudo o que tiro da terra; e esta é minha justiça”.
     
    Abel, porém, dizia ao derramar o sangue de cordeiro imolado: “Ó Deus! Tem misericórdia de mim pecador!”.
     
    Foi por esta razão que Abel voltou justificado para sua casa, enquanto Caim elaborava a sua morte.
     
    Para pensar e decidir:
     
    Em que espírito você anda? No de Caim ou no de Abel?
    2 min
  • A Casinha - Intérprete Da Canção Paulo Oliver
    Artista: Rebanhão
    Álbum: Mais Doce que o Mel
    Data de lançamento: 1981
    Gênero: Christian Letras
    Atrás deste monte tem uma cidade
    Com casinhas brancas, casarões, moças nos portões
    Velhos nas janelas, e a velha Maria fumaça
    Descansa na praça escutando a bandinha
    Tocar valsas e canções nos corações dos jovens namorados
    Atrás deste fumaça tem uma cidade
    Com crianças no meio da rua
    Brincando com a lua contando segredos
    E os velhinhos nos bancos de jardins
    Assistem ao fim de mais uma tarde
    Atrás deste monte tem uma realidade
    Casinhas brancas, pichadas palavrões, pecados nos portões
    Fracassos nas janelas, e a velha Maria fumaça
    Assiste as desgraças no meio da praça
    A a bandinha faz um fundo musical
    A mais um funeral de quem cansou de viver
    Atrás deste fumaça tem uma realidade
    Policias e ladrões, trancas nos portões
    Grades nas janelas
    E os velhinhos bêbados nos bancos
    De jardins assistem seu fim
    Atrás deste mundo tem uma cidade
    Jesus quem construiu quando subiu
    Naquela cruz e o caminho nos ensinou
    O amor, ah o amor
    5 min
  • Xingu - Intérprete Da Canção Paulo Oliver Letra e música de Autor Desconhecido
    Faixa 08 - "Xingu" Letra e música de Autor Desconhecido do Álbum "A Nueza da Alma" Ano: 2008
    Selo: Paulo Oliver / Balzac Record
    Gênero: MPB, Rock, Chill-Beats
    Para quem gosta de: Paulo Oliver -
    Ouça "A Nueza da Alma" instagram.com/paulooliver www.paulooliver.com Embora o 14 bis "Reivindica os direitos autorais" da obra "Todos nós". Uma controvérsia. De um Autor Desconhecido com a "Velas" (gravadora) independente Fechada 2007 - Vitor Martins - Ivan Lins - Paulinho Albuquerque.
    4 min

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