Nove dedos, ladrão, ignorante, pinguço... não faltam adjetivos para desqualifica-lo. Enquanto um lado sonha (mais uma vez) com a sua queda, o outro idolatra-o como o segundo "pai dos pobres" , aquele que tirou o país do mapa da fome para alçá-lo a uma relevância capaz até de peitar o Big Brother do Norte. Para onde iremos a partir de outubro, só deus sabe, mas como há muitas dúvidas sobre a sua existência, espera-se que um dia essa polarização nos reserve um pouco de juizo (que eu espero não seja o juizo "final")