É indispensável acionar as possibilidades da nossa cooperação fraterna, os recursos ainda que diminutos de nossa bolsa, o nosso concurso pessoal, o nosso suor e as nossas horas, a benefício daqueles que a Sabedoria divina situou em nossa estrada para testemunharmos a própria fé.
Não vale rogar as concessões do Céu, alongando mãos vazias, com palavras brilhantes e comoventes, mas sim pedir a proteção de que carecemos, apresentando, em nosso favor, as possibilidades ainda que diminutas de nosso esforço próprio (Emmanuel).
Orar, a seu turno, não exprime somente adorar e aquietar-se, mas, acima de tudo, comungar com o poder divino, que é crescimento incessante para a luz, e com o divino amor, que é serviço infatigável no bem (Emmanuel)