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A Câmara aprovou nesta quarta a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) “Kamikaze”, que turbina uma série de benefícios sociais a menos de três meses das eleições. Em votação em segundo turno, a proposta teve 469 votos a favor, 17 contra e 2 abstenções. Eram necessários 308 votos para a aprovação da medida, que agora vai à promulgação do Congresso. "A PEC implode responsabilidade fiscal, teto de gastos e lei eleitoral e, agora, o presidente da Câmara, Arthur Lira, implode o regimento da Casa. Ele está igual o Bolsonaro - entrou no 'tudo ou nada', jogou fora a lei, tudo para garantir a reeleição", opina Eliane.
Em conversa com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pré-candidato do PT ao Palácio do Planalto, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta quarta-feira, 12, que o vencedor das eleições será empossado no dia 1.° de janeiro de 2023, em sessão do Congresso Nacional. Pacheco garantiu não haver risco de ruptura institucional e destacou que, no comando do Congresso, não aceitará qualquer tentativa de tumultuar a posse de quem for eleito. A afirmação foi feita após Lula dizer que busca o apoio das “forças democráticas” do País para vencer as eleições ainda no primeiro turno e evitar “o pior”. "Lula está jogando tudo para encerrar a votação no primeiro turno. Pacheco é muito importante para o ex-presidente, primeiro porque o PSD em Minas já o apóia, mas não o de São Paulo. E, segundo, porque o presidente do Congresso simboliza a governabilidade caso Lula vença, pois é um contraponto ao bolsonarismo da Câmara", diz Cantanhêde.
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By Estadão5
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A Câmara aprovou nesta quarta a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) “Kamikaze”, que turbina uma série de benefícios sociais a menos de três meses das eleições. Em votação em segundo turno, a proposta teve 469 votos a favor, 17 contra e 2 abstenções. Eram necessários 308 votos para a aprovação da medida, que agora vai à promulgação do Congresso. "A PEC implode responsabilidade fiscal, teto de gastos e lei eleitoral e, agora, o presidente da Câmara, Arthur Lira, implode o regimento da Casa. Ele está igual o Bolsonaro - entrou no 'tudo ou nada', jogou fora a lei, tudo para garantir a reeleição", opina Eliane.
Em conversa com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pré-candidato do PT ao Palácio do Planalto, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta quarta-feira, 12, que o vencedor das eleições será empossado no dia 1.° de janeiro de 2023, em sessão do Congresso Nacional. Pacheco garantiu não haver risco de ruptura institucional e destacou que, no comando do Congresso, não aceitará qualquer tentativa de tumultuar a posse de quem for eleito. A afirmação foi feita após Lula dizer que busca o apoio das “forças democráticas” do País para vencer as eleições ainda no primeiro turno e evitar “o pior”. "Lula está jogando tudo para encerrar a votação no primeiro turno. Pacheco é muito importante para o ex-presidente, primeiro porque o PSD em Minas já o apóia, mas não o de São Paulo. E, segundo, porque o presidente do Congresso simboliza a governabilidade caso Lula vença, pois é um contraponto ao bolsonarismo da Câmara", diz Cantanhêde.
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