A emissão centra-se num momento político que mexe com o país inteiro e, na Madeira, ganha ainda mais peso pela distância, pela forma como se consome informação e pela sensação de que “Lisboa decide” mesmo quando o voto é de todos. Com as eleições presidenciais marcadas para domingo, 18 de janeiro de 2026, o episódio parte do essencial. Qual a leitura feita por cada campo político do papel do Presidente, que medos e expectativas estão em cima da mesa, e até que ponto esta corrida, fragmentada e polarizada, pode empurrar o país para uma segunda volta.
Gravado na semana da ida às urnas, o programa reúne quatro vozes assumidamente posicionadas, cada uma a partir da sua candidatura de referência. Henrique Mota, apoiante de André Ventura, Rosy Bayntun, apoiante de João Cotrim Figueiredo, Patrícia Agrela, apoiante de António José Seguro, e João Pedro Gomes, apoiante de Luís Marques Mendes. A conversa, conduzida por Ricardo Freitas Bonifácio e Henrique Santos, percorre os argumentos de campanha, os limites e a força real do cargo presidencial em Portugal, e a hipótese, hoje discutida como plausível, de uma segunda volta a 8 de fevereiro, caso ninguém ultrapasse os 50%.
O Peço a Palavra é um espaço em que o Ensino Superior, a Ciência e a Tecnologia estão em debate, porque os estudantes pediram a palavra. O seu nome tem origem na intervenção que tornou célebre o jovem líder estudantil em Coimbra Alberto Martins e espoletou a Crise Académica de 69. Trata-se de uma produção da TSF Madeira 100FM com a Académica da Madeira, transmitida em direto, quinzenalmente às quartas-feiras, às 16:00, e disponível em podcast, nas principais plataformas do mercado. Na antena da rádio, o programa é repetido na quarta-feira seguinte.