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FONTE: https://paginaum.pt/2022/03/16/o-mundo-ocidental-um-imperio-das-mentiras-2/
Parte 1: https://anchor.fm/quero-emigrar/episodes/Artigo-da-Pagina-1---Ser-o-Mundo-Ocidental-um-Imprio-das-Mentiras----Parte-1-de-3-e1g2q48
Parte 2: https://anchor.fm/quero-emigrar/episodes/Artigo-da-Pagina-1---Ser-o-Mundo-Ocidental-um-Imprio-das-Mentiras----Parte-2-de-3-e1g2quu
Parte 3: https://anchor.fm/quero-emigrar/episodes/Artigo-da-Pagina-1---Ser-o-Mundo-Ocidental-um-Imprio-das-Mentiras----Parte-3-de-3-e1g30fh
FONTE: https://paginaum.pt/2022/03/16/o-mundo-ocidental-um-imperio-das-mentiras-2/
Parte 1: https://anchor.fm/quero-emigrar/episodes/Artigo-da-Pagina-1---Ser-o-Mundo-Ocidental-um-Imprio-das-Mentiras----Parte-1-de-3-e1g2q48
Parte 2: https://anchor.fm/quero-emigrar/episodes/Artigo-da-Pagina-1---Ser-o-Mundo-Ocidental-um-Imprio-das-Mentiras----Parte-2-de-3-e1g2quu
Parte 3: https://anchor.fm/quero-emigrar/episodes/Artigo-da-Pagina-1---Ser-o-Mundo-Ocidental-um-Imprio-das-Mentiras----Parte-3-de-3-e1g30fh
FONTE: https://paginaum.pt/2022/03/16/o-mundo-ocidental-um-imperio-das-mentiras-2/
Parte 1: https://anchor.fm/quero-emigrar/episodes/Artigo-da-Pagina-1---Ser-o-Mundo-Ocidental-um-Imprio-das-Mentiras----Parte-1-de-3-e1g2q48
Parte 2: https://anchor.fm/quero-emigrar/episodes/Artigo-da-Pagina-1---Ser-o-Mundo-Ocidental-um-Imprio-das-Mentiras----Parte-2-de-3-e1g2quu
Parte 3: https://anchor.fm/quero-emigrar/episodes/Artigo-da-Pagina-1---Ser-o-Mundo-Ocidental-um-Imprio-das-Mentiras----Parte-3-de-3-e1g30fh
O Professor Ehud Qimron, chefe do Departamento de Microbiologia e Imunologia da Universidade de Tel Aviv e um dos principais imunologistas israelitas, escreveu uma carta aberta criticando severamente a gestão israelita - e mesmo global - da pandemia do coronavírus.
FONTE: AQUI
Segundo a Dra Raquel Brízida Castro, as normas da DGS não são para obedecer por serem meras recomendações
Podcast completo AQUI
Quando Saulo de Tarso partiu, na sua viagem a Damasco, todo o mundo conhecido estava em cativeiro. Havia um estado, e era Roma. Havia um mestre para tudo, e ele era Tibério César.
Por toda a parte havia ordem civil, pois o braço da lei romana era longo. Por toda a parte havia estabilidade, no governo e na sociedade, pois os centuriões asseguravam que assim fosse.
Contudo, por todo o lado havia também algo mais. Havia opressão – para aqueles que não eram amigos de Tibério César. Havia o colector de impostos a tirar o grão dos campos e o linho do fuso para alimentar as legiões, ou encher o faminto tesouro que alimentava a generosidade do divino César ante o povo. Havia o impressor a encontrar recrutas para os circos. Havia carrascos a silenciar aqueles que o Imperador proscrevera. Para que servia um homem senão para servir a César?
Havia a perseguição daqueles que ousavam pensar de forma diferente, que ouviam estranhas vozes ou liam estranhos manuscritos. Havia escravização de homens cujas tribos não vinham de Roma e desdém por quem não possuísse um vislumbre familiar. Acima de tudo, havia em toda a parte um desprezo pela vida humana. O que era, para os fortes, um homem a mais ou a menos num mundo repleto de gente?
Então, de repente, houve uma luz no mundo e um homem da Galileia que dizia: Dai a César as coisas que são de César e a Deus as coisas que são de Deus.
E a voz da Galileia, que desafiaria César, ofereceu um novo Reino em que cada homem podia caminhar de pé e curvar-se a ninguém senão ante o seu Deus. Na medida em que o fizestes a um destes meus irmãos mais pequenos, a mim o fizestes. E ele enviou este evangelho do Reino do Homem até aos confins da terra.
A luz veio ao mundo e os homens que viviam na escuridão tiveram medo, e tentaram fechar uma cortina para que o homem ainda acreditasse que a salvação estava nos seus líderes.
Mas aconteceu, por algum tempo e em diversos lugares, que a verdade libertou o homem, embora os homens das trevas se tenham ofendido e tenham tentado apagar a luz. A voz disse: Apressai-vos. Andai enquanto tendes a luz, para que as trevas não venham sobre vós, pois aquele que anda nas trevas não sabe para onde vai.
Ao longo do caminho para Damasco a luz brilhava intensamente. Mas, depois, também Paulo de Tarso teve muito medo. Temia que outros Césares, outros profetas, pudessem um dia persuadir os homens de que o homem nada era senão um servo para eles, de forma que os homens abdicassem do seu direito de nascença, outorgado por Deus, em troca de ninharias e não mais andar em liberdade.
Só então poderiam as trevas instalar-se novamente sobre as terras e haver uma queima de livros, para que os homens pensassem apenas no que deveriam comer e no que deveriam vestir, e prestassem exclusiva atenção aos novos Césares e aos falsos profetas. Deste modo, talvez sucedesse que os homens não olhassem para cima para ver sequer uma estrela de Inverno no Oriente, e uma vez mais, não haveria qualquer luz na escuridão.
E assim Paulo, o apóstolo do Filho do Homem, proferiu aos seus irmãos, os Gálatas, as palavras que ele nos faria recordar mais tarde em cada um dos anos do seu Senhor:
Permanecei, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou e não vos envolvais novamente com o jugo da escravidão.
FONTE: https://theblindspot.pt/2021/12/16/os-borrados-de-medo/
FONTE: https://observador.pt/opiniao/certificado-digital-de-discriminacao/
Foi em 1956 que o filósofo judeu alemão Günther Anders escreveu essa reflexão :
′′ Para sufocar antecipadamente qualquer veleidade de revolta, não é necessário recorrer a qualquer forma de violência.
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Métodos arcaicos como os de Hitler estão claramente ultrapassados.
Basta criar um condicionamento colectivo tão poderoso que a própria ideia de revolta jamais aflore à mente dos homens. O ideal seria formatar os indivíduos desde a nascença limitando as suas capacidades biológicas inatas...
Mas, o acondicionamento também pode ser obtido reduzindo drasticamente o nível e a qualidade da educação,
tornando-a uma mera forma de inserção profissional.
Um indivíduo inculto tem um horizonte de pensamento estreito e quanto
mais seu pensamento for limitado às preocupações materiais e medíocres, menos ele terá bases para se revoltar.
É necessário que o acesso ao conhecimento se torne cada vez mais difícil e elitista.....
que se cave um fosso entre o povo, a ciência e a cultura, que a informação dirigida ao público,
tenha um conteúdo anestésico e subversivo. Sobretudo nada de filosofia e religião.
Repito, há que usar persuasão e não violência directa: transmitir-se-á maciçamente,
através da televisão, entretenimentos imbecis que fomentem o emocional e o instintivo.
Tem de se ocupar as mentes com o fútil e o lúdico; com palavreado incessante e o zunido de música a toda a hora,
evitar que as mentes se interroguem, pensem, reflitam.
A sexualidade deve ser colocada no topo dos interesses humanos.
É, de longe, o melhor anestésico social.
É necessário banir a seriedade da existência humana, escarnecer tudo o que seja elevado,
fazer a constante apologia do que é fútil; de modo que a euforia da publicidade e do consumo
se tornem o padrão de felicidade humana e um modelo de liberdade.
Assim, o condicionamento produzirá uma tal integração do indivíduo no sistema que o seu único medo
(que tem de ser mantido continuamente) será o de ser dele excluído perdendo o acesso às
condições materiais que julga serem necessárias à sua felicidade.
O homem massa, assim produzido, deve ser tratado como o que é: um artefacto, mero gado;
e deve ser vigiado como se vigia um rebanho.
Tudo o que sirva para adormecer a sua lucidez, a sua mente crítica será considerado socialmente bom ;
o que arriscar despertá-la deve ser combatido, ridicularizado, sufocado...
Qualquer doutrina que ponha em causa o sistema deve ser designada como subversiva e terrorista e,
aqueles que a apoiam, devem ser tratados como tal ′′
Günther Anders - ′′ A obsolescência do homem ′′ 1956
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