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Distante há três semanas do Brasil, de onde saiu dois antes da posse do presidente Luiz Inácio da Silva, o ex-presidente Jair Bolsonaro está monitorando, por meio de aliados que têm na Polícia Federal e na Polícia Militar do Distrito Federal, todos os passos de seu ex-ministro da Justiça Anderson Torres, que está preso em Brasília.
O PL já considera Jair Bolsonaro como parte do passado e iniciou um planejamento para o futuro. Valdemar da Costa Neto avisou aliados que a legenda não pretende apoiar o ex-presidente e não pagará o preço de ser considerado um partido golpista.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama, Rosângela Silva, a Janja, já têm data para se mudarem para do Palácio da Alvorada.
Se você não quer causar um tumulto, não convide o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) e a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) para estarem no mesmo ambiente. O capitão da reserva não superou a derrota para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2022 e acusa a parlamentar por ser a principal responsável pelo seu primeiro fracasso nas urnas.
Os ataques de extremistas de direita ao Palácio do Planalto, ao Congresso e ao Supremo Tribunal Federal devem provocar a intensificação do cerco judicial a Jair Bolsonaro, que há tempos lida com investigações no STF e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O roteiro para puni-lo já está montado.
Aportou no Supremo Tribunal Federal neste sábado (14/1) um habeas corpus preventivo em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro e o ex-ministro da Justiça Anderson Torres.
Um aliado de Anderson Torres diz que ele, como ministro da Justiça, fez favores para gente importante em Brasília e tratou de guardar informações relevantes sobre figuras do poder.
Ao determinar a abertura de um inquérito para apurar as condutas do governador afastado do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), e do ex-secretário de Segurança Pública distrital e ex-ministro da Justiça, Anderson Torres o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), também deu prazo para que a Polícia Federal identifique políticos com foro privilegiado no STF . Os investigadores têm dez dias para apresentar um relatório parcial com provas já coletadas.
Deputados dos EUA pedem ao FBI que investigue Bolsonaro sobre vandalismo em Brasília. Parlamentares suspeitam que ataques foram planejados nos Estados Unidos.
Quarenta e um deputados democratas da Câmara dos Estados Unidos pediram ao governo do presidente Joe Biden nesta quinta-feira (12) que colabore com a investigação do Brasil sobre os protestos violentos em Brasília e revogue quaisquer vistos norte-americanos concedidos ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
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