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Ao longo de três anos e meio de governo, Jair Bolsonaro rifou do seu convívio todos os aliados que diziam verdades sobre os erros que ele cometia no Planalto.
Cercado de apoiadores que vivem a referendar suas loucuras, acabou sozinho em seu labirinto. Perdido, começou até a fazer campanha para Lula. Veja dois fatos registrados nesta semana.
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O presidente Jair Bolsonaro cancelou o encontro que teria com o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de SouSa, que desembarca no Brasil neste sábado (2/7).
Bolsonaro se irritou quando soube que o líder português aproveitará a sua passagem por São Paulo, onde participará da Bienal do Livro, para conversar com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que lidera todas as pesquisas de intenção de votos à Presidência da República.
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A virtual saída do ex-governador Márcio França (PSB) da disputa pelo Governo de São Paulo afunilou a corrida entre o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad (PT), que a lidera com 34%, e dois pré-candidatos mais à direita no espectro político: o governador Rodrigo Garcia (PSDB) e o ex-ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ambos com 13%.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) segue sendo o pior padrinho político para candidatos que disputam cargos no estado de São Paulo, mostra nova pesquisa do Datafolha.
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Anunciada pelo apresentador na tarde desta quinta-feira (30/6), a decisão de José Luiz Datena de desistir da disputa ao Senado por São Paulo nas eleições de 2022 animou o PT e abriu uma guerra na base bolsonarista.
Do lado dos petistas, a avaliação é de que a saída de Datena vai ajudar a convencer o ex-governador Márcio França (PSB) a desistir.
Já da parte dos bolsonaristas, a desistência do apresentador de TV disparou uma guerra.
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A divulgação nesta quinta-feira de uma pesquisa Datafolha sobre a eleição para o governo de São Paulo pode sacramentar a saída de Márcio França (PSB) da disputa pelo Palácio dos Bandeirantes.
Aliados que conversaram com o ex-governador nos últimos dias avaliam que ele já se decidiu pelo apoio ao petista Fernando Haddad, mas ainda tenta encontrar um discurso para justificar a sua desistência.
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A perspectiva de instalação da CPI do MEC elevou o grau de desespero do comitê da reeleição.
O que explica a exasperação é a simplicidade do escândalo.
Os fatos são de fácil compreensão. Expostos numa CPI durante os três meses que faltam para a eleição prejudicariam qualquer candidatura.
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Os três primeiros colocados na última pesquisa Datafolha, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Jair Bolsonaro (PL) e Ciro Gomes (PDT), confirmaram presença e estarão em Salvador no mesmo dia.
Lula estará na Arena Fonte Nova, Bolsonaro fará motociata, Ciro fará caminhada.
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Interlocutores no Palácio do Planalto dizem que a manutenção de Pedro Guimarães à frente da Caixa Econômica Federal se tornou insustentável em meio a denúncias de assédio sexual envolvendo o executivo. Uma apuração foi aberta na Procuradoria da República no Distrito Federal.
O caso tramita sob sigilo. O presidente da Caixa é um dos nomes mais próximos do presidente Jair Bolsonaro (PL) no governo.
Está no cargo por indicação do ministro da Economia, Paulo Guedes.
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Senadores da oposição protocolaram hoje (28), na Secretaria Geral da Mesa do Senado, o requerimento de criação da CPI para investigar supostas irregularidades no MEC.
"Não há dúvida de que se instalou uma quadrilha no MEC. Os indícios são fortes que os esquemas dessa quadrilha chegam ao Palácio do Planalto".
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A “ala política” da campanha à reeleição está em clima de velório.
O presidente Jair Bolsonaro ignorou todas as recomendações do marqueteiro, Duda Lima, para a viagem que faria ao Nordeste entre quinta-feira e o sábado. “
O risco de derrota só aumenta”, lamentava um assessor.
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