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Não sei você, mas eu tenho pensando bem mais sobre morte do que eu pensava antes. Mas não de um jeito mórbido — é mais como aquele pensamento que aparece do nada: “se eu morresse amanhã, eu diria que estou feliz com a minha vida?”
De repente, morre, sei lá, um ídolo da nossa geração, um amigo tem um problema de saúde, os pais envelhecem — e a finitude sai daquele futuro distante que eu não queria nem pensar para uma coisa mais real, mais próxima.
Mas será que falar sobre a morte pode ajudar a viver melhor?
No episódio de hoje, eu converso com Cynthia Araújo, escritora e colunista da Folha de SP que pesquisa o tema, sobre o que muda quando a gente começa a pensar na nossa própria finitude — e como a crise dos 40 pode ser, no fundo, um lembrete de que ainda dá tempo.
Eu adorei falar com ela e espero que você goste também.
By carlalamarcaNão sei você, mas eu tenho pensando bem mais sobre morte do que eu pensava antes. Mas não de um jeito mórbido — é mais como aquele pensamento que aparece do nada: “se eu morresse amanhã, eu diria que estou feliz com a minha vida?”
De repente, morre, sei lá, um ídolo da nossa geração, um amigo tem um problema de saúde, os pais envelhecem — e a finitude sai daquele futuro distante que eu não queria nem pensar para uma coisa mais real, mais próxima.
Mas será que falar sobre a morte pode ajudar a viver melhor?
No episódio de hoje, eu converso com Cynthia Araújo, escritora e colunista da Folha de SP que pesquisa o tema, sobre o que muda quando a gente começa a pensar na nossa própria finitude — e como a crise dos 40 pode ser, no fundo, um lembrete de que ainda dá tempo.
Eu adorei falar com ela e espero que você goste também.