Observe bem: Jesus veio como aquele que foi enviado de Deus – ele dizia isso a respeito dele mesmo e seus seguidores também. Mas olhe bem: Jesus era uma pessoa incomum, e mais incomum ainda para alguém que se dizia o Messias, sabe por que?
Porque Jesus aparentemente não obedecia a lei de Deus – pelo menos não da forma que os escribas e fariseus.
Jesus denunciava e condenava os ensinos dos escribas e fariseus e também condenava os escribas e os fariseus.
Detalhe: os fariseus e escribas, eram as pessoas responsáveis por ensinar a lei e eram conhecidos e reconhecidos por todos como mestres da lei, homens de Deus, homens santos.
Pois bem, Jesus vem, também como um homem de Deus, também como um homem santo, também como um mestre, e sobretudo como o Messias e condena esse outros homens de Deus! Certamente isso causou um nó na cabeça de muitos!
Jesus pregava e uma mensagem “contrária” à lei de Deus. Jesus vivia de forma “contrária” à lei de Deus.
Todas essas discrepâncias, geravam sim algumas interrogações na cabeça de muitos, em especial, dos escribas e fariseus.
Porventura esse novo Mestre não acredita nas Sagradas Escrituras?
Esse Jesus de Nazaré não acredita nelas?
Será que ele deseja eliminá-las?
O ensino dEle será uma novidade absoluta?
Estará Ele denunciando a lei e os profetas?
Estará Ele querendo ensinar algum novo caminho de acesso a Deus?
Alguma nova maneira de agradar a Deus?
Estará Ele voltando as costas, radicalmente, ao passado inteiro?
Essas e outras questões estavam permeando os pensamentos de muitos no tempo de Jesus, e esse problema, tem levado muitos hoje em dia a abandonarem a lei e os profetas e não os tratarem mais como palavra de Deus vivo.
· Que problema? O de achar que Jesus é apático à lei de Deus. Que seus ensinos não tem nada a ver com o A.T. Que ele apagou tudo o que foi ensinado anteriormente.