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O Robot despede-se com amizade e uma reflexão sobre a primeira infância da inteligência artificial.
A vantagem das palavras é que dispensam aquilo a que se referem, ao ponto de não precisarem que exista.
O equilíbrio trôpego do humano é também o testemunho tecnológico das suas amputações.
No imparável movimento para a captura do algoritmo do mundo, as máquinas avançam para a desencriptação do código-fonte da natureza.
Sempre estivemos em queda ou conseguimos identificar o dia em que começámos a descer?
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com Sandra Martins, Luís Gouveia Monteiro e ChatGPT