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Brincar é coisa séria. Um fator importante para o desenvolvimento das crianças desde a Primeira Infância. Mas na periferia é preciso ter muitos cuidados para exercitar esse direito. Além de questões ambientais, como o calor ainda mais quente e maiores transtornos pelas chuvas que as crianças periféricas têm que lidar, outros riscos, como a guerra às “drogas”, também vão pra ponta do lápis quando a mãe pensa em deixar ou não a sua criança brincar na rua.
Nesse episódio, Eduarda Nunes conta um pouco sobre o direito de brincar de crianças que podem e gostam de brincar fora de casa no Córrego do Sargento.
Esta reportagem integra o edital para a Bolsa de reportagem “O papel do jornalismo antirracista na proteção de crianças negras e periféricas, ação do Nós, mulheres da periferia, em parceria com Marco Zero Conteúdo e Alma Preta Jornalismo - apoiada pela Fundação Maria Cecília Souto Vidigal
A primeira infância é a fase que marca as bases que levaremos por todos os próximos anos da nossa vida. E quando ela é moldada pela privação de ser criança e pelo racismo, essas marcas se tornam ainda mais fortes. Neste segundo episódio da série de reportagens sobre primeira infância e racismo ambiental, conhecemos a história de Jozilene, seu filho mais novo, Moisés, de 4 anos, e seus outros quatro filhos, moradores do Córrego do Sargento, no Recife, capital pernambucana, através do relato da jornalista Ana Roberta Amorim sobre o brincar dentro de casa.
Esta reportagem integra o edital para a Bolsa de reportagem “O papel do jornalismo antirracista na proteção de crianças negras e periféricas, ação do Nós, mulheres da periferia, em parceria com Marco Zero Conteúdo e Alma Preta Jornalismo - apoiada pela Fundação Maria Cecília Souto Vidigal
O racismo ambiental e a negligência do Estado em relação à população periférica é uma pauta emergencial de uma tragédia anunciada há várias décadas. O mal que atravessa gerações, vitimando pessoas pretas sem acesso à direitos básicos, chega nas crianças de forma feroz.
Neste episódio, a jornalista Martihene Oliveira compartilha, como narradora e personagem, os desafios encontrados pelas crianças pretas da favela.
Esta reportagem integra o edital para a Bolsa de reportagem “O papel do jornalismo antirracista na proteção de crianças negras e periféricas, ação do Nós, mulheres da periferia, em parceria com Marco Zero Conteúdo e Alma Preta Jornalismo - apoiada pela Fundação Maria Cecília Souto Vidigal
Neste episódio do PerifaCast; Luan Amorim, atleta e líder do projeto de Jiu-Jitsu Riselda Amorim; discute as nuances e consequências do racismo no meio desportivo nacional e mundial.
Esta edição do Perifacast aborda o racismo e a violência policial nas periferias. Apresentado por David Nascimento, o episódio traz participações de Maria Luísa Carvalho, estudante de história e integrante do projeto Dois Dedos e te Conto; e Hebert Costa, advogado e integrante do projeto Cheios de Direitos.
Os participantes discorrem, através de dados e experiências relatadas, a respeito do impacto do racismo nas ações policiais contra a população negra, que resultam em humilhações, repressão e até mortes. Além do tema de maneira mais generalista, são discutidos tópicos como presunção da inocência, impunidade e estereótipos, promovendo um debate amplo e convidando o ouvinte a refletir de forma crítica sobre o tema.
O Perifacast discute, nesta edição, o racismo ambiental, nesse episódio, é traçado um paralelo entre a história do Brasil, desde os primórdios marcada por invasões, e o racismo ambiental, expondo como os territórios e propriedades foram distribuídos, deliberadamente, de forma discriminatória. Também é demonstrado como este tipo de racismo está interligado ao racismo estrutural e prejudica a população negra.
O programa foi apresentado por Guto Moraes e contou com a participação de duas integrantes do Coletivo Sargento Perifa: Martihene Keila, fundadora do coletivo e jornalista; e Maria Luísa Carvalho, estudante de história e idealizadora do projeto Dois Dedos e te Conto. Participam também estudantes de jornalismo do Centro Universitário AESO Barros Melo: Camila Santana; Lourice Rocha e Rebeca Fortunato.
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