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O cargo de deputado, deputada ou deputade federal é um dos cinco que o eleitorado vai ter que escolher representantes no próximo dia 2 de outubro, data do primeiro turno das eleições de 2022.
A Câmara dos Deputados tem 513 cadeiras e a ocupação é proporcional ao tamanho de cada unidade federativa. O Estado de São Paulo, por exemplo, tem 70 representantes por ser o mais populoso do Brasil. E neste ano, 1.520 candidaturas disputam essas vagas.
Com um salário mensal de mais de R$ 33 mil, quem ocupa a cadeira de parlamentar na Câmara é responsável por fiscalizar e criar leis que valem para todo o País.
No segundo episódio de Eleições sem Neurose, a gente fala mais sobre essa disputa e conversa sobre as funções do cargo com Débora Dias, militante do movimento negro, estudante de Sociologia e co-vereadora da mandata Quilombo Periférico na cidade de São Paulo. Ouça !
Eleições sem Neurose é uma produção independente da Periferia em Movimento com envio por whatsapp (acesse aqui e mande um salve para o número 11 957816636 para receber os conteúdos). A gente não tem patrocínio e faz tudo com recursos próprios. Se você quiser e puder nos apoiar, faça um pix para a chave (telefone) 11 957816636
Para saber mais, acesse nosso site: periferiaemmovimento.com.br
Apresentação, roteiro e reportagem: Gisele Brito. Revisão de roteiro: Thiago Borges. Edição de áudio: Paulo Cruz. Distribuição: Venuz Capel. Design: Rafael Cristiano
Começou! Com pesquisas, alianças e motociatas a todo o vapor, parece até que a campanha eleitoral tá acontecendo faz tempo, mas na verdade o início oficial foi na última terça-feira (16/8). A partir dessa data, as candidaturas têm permissão para fazer campanha e pedir voto em qualquer meio de comunicação, inclusive na internet.
E por aqui, a Periferia em Movimento inicia a cobertura jornalística de quebrada pautando interesses da nossa população. Para começo de conversa, apresentamos o Eleições sem Neurose, uma série de podcasts enviados principalmente pelo whatsapp (acesse aqui e mande um salve para o número 11 957816636 para receber os conteúdos) para contextualizar o pleito deste ano, tirar dúvidas e desmentir fake news.
Neste primeiro episódio, explicamos como será a votação deste ano, quais cargos estão em disputa e quem tá na corrida eleitoral. Em 2022, vamos votar para eleger deputadas, deputados e deputades estaduais e federais. Também vamos eleger pessoas para o Senado, para os governos estaduais e para a presidência da República. A votação vai acontecer no dia 2 de outubro. E se houver segundo turno para a escolha de governos estaduais e da presidência da República, ela vai acontecer no dia 30 de outubro.
Quer saber mais? Acesse nosso site: https://periferiaemmovimento.com.br/2022eleicoessemneurose1
Eleições sem Neurose é uma produção independente da Periferia em Movimento. A gente não tem patrocínio e faz tudo com recursos próprios. Se você quiser e puder nos apoiar, faça um pix para a chave (telefone) 11 957816636. Apresentação e reportagem: Gisele Brito. Roteiro e edição de áudio: Paulo Cruz. Revisão de roteiro: Thiago Borges. Distribuição: Venuz Capel. Design: Rafael Cristiano
Entre a titulação de terra, acesso à saúde, à educação e a autonomia das comunidades, a luta é passada de geração para geração e garante avanços no Quilombo Ivaporunduva. E todas as decisões têm participação da comunidade, visando assegurar a permanência nesses territórios e manter a cultura viva.
Lideranças comunitárias, profissionais da educação e griôs são responsáveis por essas conquistas e que também reflete na luta nacional pela garantia dos direitos básicos aos quilombolas no Brasil. É o que nos conta Elcio Alves, professor, historiador e líder comunitário, de como a tomada de consciência gerou avanços no quilombo, fruto de lutas dos seus antepassados e da importância de preservar essa história tal como ela é.
Em abril de 2022, a Periferia em Movimento visitou o Quilombo de Ivaporunduva, no Vale do Ribeira, interior de São Paulo. Nós relatamos essa experiência aqui. E com Da Quebrada ao Quilombo, apresentamos uma série de 6 episódios com falas de quem vive e constrói a comunidade.
Saiba mais em nosso site: https://periferiaemmovimento.com.br/escambos2022daquebradaaoquilombo6/
De tudo se tira da bananeira: o cacho, a flor, a folha, o tronco.... Essa foi a afirmação que ouvimos quando começamos uma oficina de artesanato quilombola, prática muito comum e que garante o complemento e a diversificação das fontes de renda. A venda da banana orgânica continua sendo o carro-chefe da economia local.
Neste episódio, ouvimos Dona Ozélia Nolasco, que é agricultora, dona de casa, monitora ambiental e artesã que conta pra gente sobre a importância da banana como fonte de renda. Vamos nessa?
Em abril de 2021, a Periferia em Movimento visitou o Quilombo de Ivaporunduva, no Vale do Ribeira, interior de São Paulo. Nós relatamos essa experiência aqui. E com Da Quebrada ao Quilombo, apresentamos uma série de 6 episódios com falas de quem vive e constrói a comunidade.
Saiba mais em nosso site: https://periferiaemmovimento.com.br/escambos2022daquebradaaoquilombo5/
Capeba para dor de cabeça, são simão para alergias na pele, arica para gastrite… Cordiás e garrafadas devem ser usados para prevenir efeitos colaterais de plantas usadas para outra finalidade. Com apenas 1 posto de saúde que recebe a visita médica a cada 15 dias, a "farmácia viva" faz diferença na comunidade quilombola de Ivaporunduva.
O agricultor e monitor cultural Vandir Rodrigues, de 70 anos, é conhecedor de várias receitas e estima que quase 80% das doenças no território são tratadas com as ervas encontradas na Mata Atlântica. Ouça!
Em abril de 2021, a Periferia em Movimento visitou o Quilombo de Ivaporunduva, no Vale do Ribeira, interior de São Paulo. Nós relatamos essa experiência aqui. E com Da Quebrada ao Quilombo, apresentamos uma série de 6 episódios com falas de quem vive e constrói a comunidade.
Saiba mais em nosso site: https://periferiaemmovimento.com.br/escambos2022daquebradaaoquilombo4/
O que é ser bela? O que buscamos na beleza exterior que reflita a beleza interior? Como lidar com o envelhecimento natural de nossos corpos?
Essas foram algumas perguntas que abordamos neste audiodocumentário. Nele, entrevistamos Elisabete Sales e Sandra Regina. Bete é uma mulher cis afroindígena que mora em Interlagos, na zona Sul de São Paulo; e Sandra é uma mulher cis negra que mora em São Mateus, na zona Leste. Ambas estão nos famosos 50 e poucos anos de idade.
Neste papo, elas falam sobre os seus conceitos de beleza, suas influências para autocuidado, como se enxergam através das representações midiáticas e o que é mais importante: a beleza interior ou a exterior?
Clique para ouvir e acesse nosso site para conferir fotos e saber mais: https://periferiaemmovimento.com.br/belezapraquetequero4/
Esta é a quarta e última reportagem da série “Beleza pra que te quero?”, que aborda a construção da ideia de beleza e da autoestima entre pessoas das periferias de São Paulo. A série é produzida pela Periferia em Movimento no âmbito Repórter da Quebrada: uma morada jornalística de experimentações. O programa de residência em jornalismo de quebrada é realizado com apoio do Fomento à Cultura da Periferia da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.
Autoestima é fruto do convívio familiar e de senso coletivo na periferia, diz psicóloga.
ERRAMOS: No áudio, Danielle é erroneamente apresentada como "Daniela". Pelo erro, pedimos desculpas.
Como se forma nossa autoestima, considerando o contexto da periferia? Conversamos sobre isso com Danielle Braga, de 32 anos, que é psicóloga, mãe, periférica e moradora de Itapecerica da Serra (SP). Ela explica que essa formação vem desde a infância, passa pela adolescência até a vida adulta - e é atravessada pelas condições da vida na quebrada, com violação de direitos e racismo, por exemplo.
Ela lembra que essa construção subjetiva é formada em um processo de "embranquecimento". "Eu não consigo pensar que uma pessoa tem só depressão. Ela foi atravessada pela desigualdade, pelo racismo", aponta.
Saiba mais em nosso site: https://periferiaemmovimento.com.br/belezapraquetequero3
Esta é a terceira reportagem da série “Beleza pra que te quero?”, que aborda a construção da ideia de beleza e da autoestima entre pessoas das periferias de São Paulo. A série é produzida pela Periferia em Movimento no âmbito Repórter da Quebrada: uma morada jornalística de experimentações. O programa de residência em jornalismo de quebrada é realizado com apoio do Fomento à Cultura da Periferia da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.
"Já comeram banana assim?". A pergunta foi feita por Marina Forquim numa atividade simples, que consistia no preparo de chips de banana verde fritos numa frigideira em fogão à lenha. Mas simplicidade não é igual a superficialidade. A conversa permite entender os hábitos na comunidade quilombola, que consegue garantir a segurança alimentar em tempos de fome e preços altos de gás e comida nas cidades.
Marina Forquim nos recebeu em uma construção de pau a pique para ensinar a fritar banana e a entender sobre isso. Ouça abaixo:
Em abril de 2021, a Periferia em Movimento visitou o Quilombo de Ivaporunduva, no Vale do Ribeira, interior de São Paulo. Nós relatamos essa experiência aqui. E com Da Quebrada ao Quilombo, apresentamos uma série de 6 episódios com falas de quem vive e constrói a comunidade.
Saiba mais em nosso site: https://periferiaemmovimento.com.br/escambos2022daquebradaaoquilombo3/
Feijão, arroz, banana, abóbora, mandioca… Tudo plantado no mesmo terreno, sob pés de laranja, limão ou palmeiras. O chamado consórcio é uma técnica conhecida na agrofloresta, que prevê o plantio de várias culturas alimentícias junto à floresta nativa.
O agricultor e monitor ambiental Vandir Rodrigues, de 70 anos, explica como a agricultura garante a subsistência da população local e mantém a floresta em pé – a região do Vale do Ribeira concentra 7% da Mata Atlântica preservada no País.
Em abril de 2021, a Periferia em Movimento visitou o Quilombo de Ivaporunduva, no Vale do Ribeira, interior de São Paulo. Nós relatamos essa experiência aqui. E com Da Quebrada ao Quilombo, apresentamos uma série de 6 episódios com falas de quem vive e constrói a comunidade.
Saiba mais em nosso site: https://periferiaemmovimento.com.br/escambos2022daquebradaaoquilombo2/
Travessias de barco, emboscadas a brancos invasores e esconderijo na igreja: essa é a história real, passada de geração para geração, da resistência à escravidão no interior de São Paulo. E neste primeiro episódio da série de áudios Da Quebrada ao Quilombo, ouvimos essa história por seu Zé Rodrigues, de 62 anos. O agricultor é uma importante liderança quilombola de Ivaporunduva, comunidade que no século 17 conquistou sua liberdade antes da falsa abolição, em 1888.
Em abril de 2021, a Periferia em Movimento visitou o Quilombo de Ivaporunduva, no Vale do Ribeira, interior de São Paulo. Nós relatamos essa experiência aqui. E com Da Quebrada ao Quilombo, apresentamos uma série de 6 episódios com falas de quem vive e constrói a comunidade.
Saiba mais em nosso site: https://periferiaemmovimento.com.br/escambos2022daquebradaaoquilombo1/
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