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FAQs about Pesquisa Profunda:How many episodes does Pesquisa Profunda have?The podcast currently has 208 episodes available.
June 02, 2025A História da Nokia Nokia: Das Origens Industriais à Telecomunicação (1865-1980s): Fundada em 1865 como uma fábrica de papel por Fredrik Idestam, a Nokia evoluiu para um conglomerado industrial (papel, borracha, cabos) e, a partir dos anos 70, sob Kari Kairamo, focou em eletrônicos, codesenvolvendo a rede NMT e lançando seus primeiros telefones para carro, como o Mobira Senator e o icônico Mobira Cityman 900 ("Gorba"). Era Dourada: Liderança Global em Celulares (1990s - início 2000s): A Nokia dominou o mercado de celulares com o lançamento do Nokia 1011 (primeiro GSM comercial), o Nokia 2110 (com o toque clássico), o inovador Nokia 9000 Communicator (um dos primeiros smartphones) e os populares e resistentes Nokia 3210/3310, que incluíam o jogo "Snake". Pico do Sucesso e os Primeiros Sinais de Declínio (2007-2010): Em 2007, a Nokia detinha mais da metade do mercado global de celulares, mas o lançamento do iPhone da Apple no mesmo ano e, posteriormente, do Android, começou a desafiar seu domínio. A Nokia inicialmente subestimou essa ameaça, focando em hardware em detrimento da experiência de software com seu sistema Symbian. A Queda do Gigante: "Plataforma em Chamas" e a Parceria com Microsoft (2010-2014): Sob o comando do CEO Stephen Elop, a Nokia reconheceu sua crise no famoso memorando "Plataforma em Chamas" (2011) e decidiu adotar o Windows Phone como sistema operacional principal, lançando a linha Lumia. No entanto, a estratégia não conseguiu reverter a drástica perda de mercado. Venda da Divisão de Celulares e Novo Foco em Redes: Em 2014, a Nokia vendeu sua divisão de dispositivos móveis para a Microsoft, marcando o fim de sua era como fabricante de telefones e o início de uma reorientação estratégica para se concentrar exclusivamente em infraestrutura de rede e tecnologias de telecomunicações. O Ressurgimento da Nokia: Liderança em 5G (Pós-2014): Com Rajeev Suri como CEO, a Nokia se reestruturou, cortou custos e, crucialmente, adquiriu a Alcatel-Lucent em 2015 (incluindo os Bell Labs). A empresa investiu pesadamente em 5G, desenvolvendo chips como o ReefShark, e se estabeleceu como uma das líderes globais no fornecimento de equipamentos e redes 5G. Nokia Atual: Principais Segmentos de Negócios e P&D: A Nokia opera atualmente através de quatro segmentos principais: Mobile Networks, Network Infrastructure (redes fixas, IP, ópticas, submarinas), Cloud and Network Services (software, soluções empresariais) e Nokia Technologies (licenciamento de seu vasto portfólio de patentes e P&D). Posição de Mercado e Desempenho Financeiro Recente: A Nokia é a segunda maior fornecedora global de equipamentos de telecomunicações, atrás da Huawei e à frente da Ericsson. Apesar de desafios em mercados como a Índia em 2024, a empresa tem demonstrado melhorias em margens operacionais e foca em crescimento sustentável. Legado de Inovação e os Desafios Futuros da Nokia: A longa história da Nokia é uma lição sobre inovação, queda e reinvenção. Hoje, focada em infraestrutura 5G, pesquisa 6G e soluções de rede autônomas, a empresa enfrenta forte concorrência e a necessidade de adaptação contínua, mas se baseia em um forte legado tecnológico para moldar o futuro da conectividade.https://www.pontogeek.com.br/2025/06/02/nokia-a-saga-da-gigante-finlandesa-que-reinventou-a-comunicacao/...more11minPlay
June 02, 2025A História da Motorola Motorola: Gênesis e Primeiras Inovações (1928-1930s): Fundada em 1928 como Galvin Manufacturing Corporation, a empresa inicialmente produziu eliminadores de bateria e depois o popular rádio automotivo "Motorola", que simbolizava "som em movimento" e marcou sua entrada em comunicações para segurança pública. Segunda Guerra, Rádios Portáteis e Parceria com a NASA (1940s-1960s): Desenvolveu rádios militares cruciais como o SCR-300 e o Handy Talkie SCR-536 durante a Segunda Guerra Mundial, mudou o nome para Motorola em 1947, inovou com transistores, lançou pagers e forneceu tecnologia de rádio para a missão Apollo 11 da NASA. Invenção do Celular: DynaTAC e o Sucesso do StarTAC (1970s-1990s): O engenheiro Martin Cooper realizou a primeira chamada celular pública em 1973 com um protótipo da Motorola; o DynaTAC 8000X (1983) foi o primeiro celular comercial, e o icônico StarTAC (1996) tornou-se um sucesso estrondoso, vendendo 60 milhões de unidades. O Fenômeno RAZR e o Declínio nos Anos 2000: O Motorola RAZR V3 (2004) foi um fenômeno de design e vendas (130 milhões de unidades), mas a ascensão de concorrentes e a chegada do iPhone (2007) levaram a Motorola a uma significativa perda de mercado e dificuldades financeiras. Era Smartphone: Droid, Aquisição pelo Google e o Sucesso do Moto G (2009-2014): A Motorola buscou se reinventar com smartphones Android como o Droid (Milestone no Brasil); em 2011, foi dividida em Motorola Solutions e Motorola Mobility, esta última adquirida pelo Google em 2012, período em que lançou o popular Moto G (2013). Sob a Lenovo: Reinvenção da Mobilidade e Foco no Brasil (2014-Atual): A Motorola Mobility foi adquirida pela Lenovo em 2014, focando em smartphones com as linhas Moto G (líder em custo-benefício), Moto Edge (segmento premium) e o dobrável Razr, com o Brasil sendo um de seus maiores mercados e polo de P&D. Motorola Solutions: Liderança Contínua em Comunicações Críticas: Como empresa independente, a Motorola Solutions consolidou sua liderança global em soluções de comunicação para governos e empresas, incluindo rádios bidirecionais, software de centro de comando e sistemas de segurança pública, com sólida performance financeira. Estratégia de Mercado e Posicionamento das Duas Motorolas: A Motorola Mobility busca competir no segmento premium com a linha Edge e manter sua força no custo-benefício com a linha Moto G; a Motorola Solutions foca na estabilidade e inovação em contratos governamentais e empresariais de longo prazo. Legado de Inovação e Desafios Futuros: Com quase um século de história, a marca Motorola (representada por duas empresas distintas) possui um forte legado em inovação na comunicação, mas enfrenta concorrência acirrada e a necessidade constante de adaptação e desenvolvimento tecnológico em seus respectivos mercados.https://www.pontogeek.com.br/2025/06/02/motorola-a-saga-da-gigante-que-moldou-a-comunicacao/...more8minPlay
June 02, 2025A História da Qualcomm Qualcomm: Origem e Visão Estratégica: Fundada em 1985, a Qualcomm ("Quality Communications") nasceu com a ambição de estabelecer novos padrões em comunicações sem fio, apostando em tecnologias inovadoras. Revolução CDMA e Portfólio de Patentes: A empresa apostou na tecnologia CDMA, superando desafios técnicos e construindo um vasto e lucrativo portfólio de patentes essenciais que se tornou a base de sua receita por licenciamento. Trajetória Inicial: De Satélites a Foco em Chipsets e P&D: A Qualcomm iniciou com sistemas de comunicação via satélite (Omnitracs) e, após enfrentar desafios na manufatura, reorientou-se estrategicamente para pesquisa, desenvolvimento e licenciamento de tecnologias e chipsets. Era Snapdragon: Domínio Móvel e Controvérsias Globais: O lançamento dos SoCs Snapdragon consolidou o domínio da Qualcomm no mercado de processadores móveis, mas suas práticas comerciais agressivas resultaram em processos antitruste e multas em diversas regiões do mundo. Concorrência Crescente e Busca por Autonomia no Setor Móvel: A Qualcomm enfrenta uma concorrência cada vez maior da MediaTek, enquanto gigantes como Apple, Samsung e Google investem no desenvolvimento de seus próprios chips, buscando reduzir a dependência. Estratégia de Diversificação: Além dos Smartphones: A empresa está expandindo ativamente a aplicação de seus chips Snapdragon para novos mercados promissores, incluindo PCs (Windows on ARM via Nuvia), Realidade Estendida (XR), setor automotivo, gaming portátil e Internet das Coisas (IoT). QTL: A Lucrativa Máquina de Licenciamento de Patentes: A divisão Qualcomm Technology Licensing (QTL) gera bilhões em receita anual com margens altíssimas, licenciando seu portfólio de mais de 140.000 patentes essenciais para tecnologias 3G, 4G e 5G, apesar de históricos litígios com empresas como Apple e ARM. Desempenho Financeiro e Estrutura Operacional Robusta: A Qualcomm opera com três segmentos principais (QCT para chips, QTL para licenças e QSI para investimentos estratégicos), reportando uma receita total de US$ 38,96 bilhões no ano fiscal de 2024 e mantendo uma forte presença global. Principais Desafios Futuros para a Qualcomm: A empresa precisa lidar com a intensificação da concorrência, pressões geopolíticas e regulatórias, a transição contínua para tecnologias 5G/6G, a crescente importância da integração de IA e a sustentabilidade de seu modelo de negócios híbrido. Conclusão: Uma Jornada de Inovação e Adaptação Constantes: A história da Qualcomm é marcada por inovação tecnológica e estratégias audaciosas; seu sucesso futuro dependerá da capacidade de executar a diversificação para novos mercados e manter a liderança tecnológica em um cenário global dinâmico.https://www.pontogeek.com.br/2025/06/02/qualcomm-a-jornada-da-gigante-que-molda-a-comunicacao-global/...more10minPlay
June 02, 2025Criptomoedas: uma exploração rápida no tema Precursores do Dinheiro Digital: Antes do Bitcoin, iniciativas como DigiCash de David Chaum, o movimento cypherpunk, b-money de Wei Dai e "bit gold" de Nick Szabo exploraram a criação de dinheiro eletrônico seguro, anônimo e descentralizado. Nascimento do Bitcoin por Satoshi Nakamoto: Em 2008, durante a crise financeira global, a figura anônima de Satoshi Nakamoto publicou o white paper do Bitcoin, propondo um sistema de dinheiro eletrônico peer-to-peer que eliminava a necessidade de bancos, com o primeiro bloco (Gênesis) minerado em janeiro de 2009. Tecnologia Fundamental: Blockchain e Mineração: O Bitcoin opera na tecnologia blockchain, um livro-razão público, distribuído e criptografado, onde transações são validadas e novos Bitcoins são criados através do processo de mineração (Proof of Work), com um limite total de 21 milhões de unidades. Primeiros Passos e Volatilidade Inicial: Nos primeiros anos, o Bitcoin foi usado em transações icônicas como a compra de duas pizzas por 10.000 BTC (Pizza Day), surgiram as primeiras exchanges (como Mt. Gox) e o valor da moeda demonstrou extrema volatilidade. Desafios Iniciais: Crime, Perdas e Aceitação Gradual: O uso do Bitcoin em mercados ilegais como o Silk Road e a falência da exchange Mt. Gox após um hack mancharam sua reputação inicial, mas a aceitação institucional começou a crescer com empresas como Microsoft e Tesla, e países como El Salvador. Impacto Ambiental da Mineração e Busca por Sustentabilidade: O mecanismo Proof of Work do Bitcoin consome grande quantidade de energia, gerando debates sobre sustentabilidade; o setor busca soluções com energias renováveis (cerca de 52% em 2025) e algoritmos alternativos como Proof of Stake. Ecossistema Cripto em Expansão Além do Bitcoin: O sucesso do Bitcoin impulsionou o surgimento de milhares de outras criptomoedas (altcoins), Finanças Descentralizadas (DeFi), Tokens Não Fungíveis (NFTs), tokenização de ativos e stablecoins, com o mercado total ultrapassando US$ 3 trilhões em 2025. Cenário Regulatório Global em Construção e Adaptação: A regulamentação de criptomoedas varia globalmente, com os EUA sinalizando uma abordagem pró-cripto, a Europa implementando o MiCA, o Brasil avançando com regras próprias, e a China mantendo uma postura restritiva. Bitcoin como Reserva Estratégica Governamental: Uma tendência emergente é o interesse de governos, como o dos EUA, em acumular Bitcoin como reserva estratégica, comparável ao ouro, o que pode influenciar sua aceitação institucional, apesar dos riscos de volatilidade e segurança. Figuras Notáveis, Histórias de Sucesso e Fiascos do Universo Cripto: A história das criptomoedas é marcada por pioneiros, investidores de sucesso (como os irmãos Winklevoss), casos curiosos (Laszlo Hanyecz, James Howells), o ativismo de figuras como Daniel Fraga no Brasil, e o colapso de muitas memecoins. O Futuro das Criptomoedas: Inovação, Desafios e Transformação: O mercado de criptomoedas amadurece com crescente adoção institucional, mas enfrenta desafios de escalabilidade, sustentabilidade, usabilidade e regulação; seu potencial para inclusão financeira, DeFi e a Web3 continua a impulsionar a inovação.https://www.pontogeek.com.br/2025/06/02/criptomoedas-a-saga-que-redefine-o-dinheiro-e-a-tecnologia/...more11minPlay
June 02, 2025A Nova Era da Exploração Espacial Nova Era da Exploração Espacial: O século XXI marca uma nova era na exploração espacial, com a ascensão de novas potências como China e Índia, e um cenário multipolar focado em missões à Lua e Marte. Ambições da China na Lua e Marte: A China avança com seu programa lunar Chang'e (que já coletou amostras do lado oculto) e o projeto da Estação Internacional de Pesquisa Lunar (ILRS), visando levar astronautas à Lua antes de 2030 e uma missão tripulada a Marte em 2033. Programa Espacial da Índia em Ascensão: Após o sucesso do pouso do Chandrayaan-3 no polo sul lunar, a Índia planeja o retorno de amostras da Lua (Chandrayaan-4 em 2027), missões colaborativas (LUPEX com Japão) e enviar um astronauta à Lua até 2040, além de preparar um pouso em Marte (Mangalyaan-2). EUA: Artemis, SpaceX e Desafios Orçamentários: O programa Artemis da NASA visa o retorno de astronautas à Lua (Artemis 3 em 2026) com parceria crucial da SpaceX (Starship HLS), mas enfrenta propostas de cortes orçamentários significativos sob a administração Trump que podem afetar componentes chave. Metas Ambiciosas da SpaceX para Marte: Elon Musk e a SpaceX mantêm o foco na colonização de Marte, com planos para uma missão não tripulada da Starship em 2026 e uma missão tripulada entre 2028 e 2031, apesar de grandes desafios técnicos como reabastecimento orbital. Impacto dos Cortes Propostos na NASA: Os cortes orçamentários sugeridos para a NASA podem levar à descontinuação de elementos como o foguete SLS, a cápsula Orion e a estação lunar Gateway após a Artemis 3, comprometendo a presença lunar sustentável e missões científicas. Outros Atores e Colaborações Internacionais no Espaço: Nações como Rússia (parceira da China na ILRS), Japão (JAXA, parceiro no Artemis) e a Agência Espacial Europeia (ESA), juntamente com os Emirados Árabes e empresas privadas, intensificam sua participação em missões lunares e marcianas. Futuro Multipolar e Colaborativo da Exploração Espacial: A exploração espacial se torna cada vez mais multipolar, caracterizada tanto por competição quanto por colaboração internacional, moldando o futuro da presença humana no Sistema Solar e as relações internacionais....more9minPlay
June 01, 2025A Internet.org do Facebook (Meta) Missão do Facebook (Meta): Conectar o Mundo: Liderada por Mark Zuckerberg, a iniciativa visava levar internet a bilhões de pessoas desconectadas, especialmente em países em desenvolvimento, vendo a conectividade como um direito humano fundamental. Internet.org e Free Basics: O Início: Lançado em 2013 em parceria com empresas de tecnologia, o Internet.org evoluiu para o Free Basics, oferecendo acesso gratuito a um conjunto limitado de serviços online via celular em diversos países. Controvérsia da Neutralidade da Rede e Desafios: O Free Basics enfrentou fortes críticas por violar o princípio da neutralidade da rede, atuando como um "guardião" da internet e limitando o acesso, o que resultou em seu banimento na Índia e resistência em outros mercados. Projeto Aquila: Drones Solares Estratosféricos: Entre 2016 e 2018, o Facebook desenvolveu o Projeto Aquila, que utilizaria drones movidos a energia solar para fornecer internet via laser, mas foi cancelado devido a desafios técnicos e de viabilidade. Express Wi-Fi: Internet de Baixo Custo via Parceiros: Lançado em 2016, o programa Express Wi-Fi visava fornecer internet acessível em países em desenvolvimento através de parcerias com operadoras e empreendedores locais, mas foi descontinuado em 2022. Terragraph: A Promissora "Fibra Sem Fio": Desenvolvida desde 2015, a tecnologia Terragraph utiliza a banda de 60GHz para criar redes de distribuição sem fio com velocidade gigabit, mostrando sucesso em implantações globais para superar barreiras de infraestrutura. Comparativo com Iniciativas de Conectividade do Google: Diferentemente do Google, que focou em soluções de infraestrutura aberta (Loon, Google Station), o Facebook (com Free Basics) optou por um acesso mais restrito a sites parceiros, gerando mais controvérsias sobre neutralidade. Legado e Estado Atual da Missão de Conectividade: Apesar de conectar milhões, o impacto ficou aquém das ambições iniciais devido a desafios e críticas; o Terragraph se destaca como a tecnologia mais promissora atualmente, enquanto a Meta direciona esforços para IA e o metaverso.https://www.pontogeek.com.br/2025/06/01/a-ousada-missao-do-facebook-meta-para-conectar-o-mundo/...more9minPlay
June 01, 2025A Revolução Elétrica Acelera no Brasil Mercado Elétrico Brasileiro em Expansão: As vendas de carros eletrificados no Brasil cresceram 88% em 2024, com os 100% elétricos (BEVs) aumentando 219%; marcas chinesas como a BYD lideram, com 78% das vendas em março de 2025. Faixa Econômica de Elétricos (Até R$ 160k): Liderada pelo BYD Dolphin Mini (R$ 118.800, autonomia Inmetro de 280km), esta faixa democratiza o acesso; Renault Kwid E-Tech e outros modelos chineses competem com foco no uso urbano. Faixa Intermediária de Elétricos (R$ 150k-R$ 250k): Modelos como GWM Ora 03 (a partir de R$ 150.000) destacam-se pelo design e tecnologia; BYD Dolphin e o Volvo EX30 (premium acessível) oferecem bom equilíbrio entre custo e benefício. Faixa Premium de Elétricos (Acima de R$ 300k): O BMW iX lidera em autonomia (528km Inmetro); modelos como Mercedes-Benz EQS e Porsche Taycan oferecem o máximo em luxo, tecnologia e esportividade elétrica. Custo por Km: Elétricos Mais Econômicos: Veículos 100% elétricos apresentam custo por quilômetro rodado significativamente menor (R$ 0,08-R$ 0,21) em comparação com carros a combustão (ex: R$ 0,43) e híbridos (R$ 0,45-R$ 0,55). Manutenção: Vantagem dos Elétricos Puros: Elétricos exigem menos manutenção, com revisões até 30-56% mais baratas devido à simplicidade mecânica e menor desgaste de freios; híbridos podem ter manutenção mais complexa. Custo Inicial vs. Viabilidade a Longo Prazo: Apesar do custo inicial maior (média de R$ 200 mil), a economia operacional dos elétricos pode compensar o investimento em 6 a 8 anos para quem roda até 15.000 km anuais. Híbridos: Alternativa em Certos Cenários de Uso: Carros híbridos se mostram mais viáveis em regiões com infraestrutura de recarga limitada, para viagens longas frequentes ou onde o custo da energia elétrica local é muito alto. Desafio da Infraestrutura de Recarga no Brasil: A rede de recarga no Brasil, embora em expansão, ainda é um fator limitante, concentrada principalmente nas grandes capitais e eixos rodoviários, impactando a experiência de uso. Futuro da Mobilidade Elétrica no Brasil: A tendência de crescimento deve se acelerar com a promessa de produção nacional por marcas como BYD e GWM, a evolução tecnológica das baterias e a contínua expansão da infraestrutura de recarga.https://www.pontogeek.com.br/2025/06/01/a-revolucao-eletrica-acelera-no-brasil/...more16minPlay
June 01, 2025Ucrânia causou um prejuízo de USD 7 bi em ataque drone contra a Rússia Operação "Teia de Aranha": Ataque Ucraniano: Em 1º de junho de 2025, a Ucrânia lançou um ataque coordenado de drones contra múltiplas bases aéreas estratégicas russas, algumas a até 4.500 km da fronteira. Alvos Estratégicos e Danos Significativos: Mais de 40 aeronaves russas, incluindo bombardeiros Tu-95, Tu-22M3 e um avião de vigilância A-50, foram reportadas como destruídas ou danificadas, com perdas estimadas entre US$ 2 e US$ 7 bilhões. Método de Infiltração "Teia de Aranha": A operação utilizou drones FPV desmontados, contrabandeados para a Rússia e escondidos em caminhões camuflados como estruturas civis, sendo lançados remotamente perto das bases aéreas. Reação da Rússia e Silêncio Presidencial: A Rússia confirmou os ataques e perdas materiais em algumas bases, classificando-os como "atos terroristas", mas o presidente Vladimir Putin não comentou publicamente o incidente de imediato. Contexto Diplomático: Negociações de Paz: Os ataques ocorreram horas antes de uma nova rodada de negociações diretas entre Rússia e Ucrânia em Istambul, numa aparente tentativa ucraniana de fortalecer sua posição. Reação Internacional e Não Notificação aos EUA: A Ucrânia não informou os Estados Unidos antecipadamente sobre a operação em larga escala; a Casa Branca manteve silêncio oficial inicial, enquanto figuras do Congresso americano já elogiaram as capacidades ucranianas com drones. Consequências: Vulnerabilidades Russas Expostas: O ataque expôs significativas vulnerabilidades nas defesas aéreas russas, mesmo em locais remotos, e comprometeu parte da capacidade de bombardeio estratégico da Rússia; uma escalada nuclear russa é considerada improvável por especialistas. Marco na Guerra Assimétrica e de Drones: A Operação "Teia de Aranha" representa um avanço na guerra de drones, demonstrando a capacidade de atingir alvos profundos com métodos de infiltração inovadores e tecnologia relativamente acessível.https://www.pontogeek.com.br/2025/06/01/o-golpe-audacioso-que-sacudiu-a-russia/...more12minPlay
June 01, 2025A História da Meituan (concorrente do iFood) Meituan (KeeTa) Desafia iFood no Brasil: A gigante chinesa de delivery Meituan, maior do mundo, chega ao Brasil com a marca KeeTa para desafiar a dominância de mais de 80% do iFood no mercado nacional. Meituan: Superapp Global e Sucesso Internacional: Fundada em 2010, a Meituan é um "superapp" chinês com receita anual superior a US$ 46 bilhões (2024) e ~98 milhões de pedidos/dia, demonstrando rápido crescimento em mercados como Hong Kong e Arábia Saudita. Estratégia da KeeTa: Tecnologia, Preço e Pontualidade: A KeeTa ("guepardo") aposta em tecnologia de IA para otimizar entregas (30-40 min), preços agressivos com investimento bilionário, marketing local e promessa de pontualidade garantida. Foco Regional e Investimento da KeeTa no Brasil: A Meituan planeja investir R$ 5,6 bilhões em 5 anos no Brasil, com uma estratégia inicial de focar o crescimento nas regiões Nordeste e Norte, contratando mil colaboradores locais. Impactos Esperados da Concorrência no Mercado Brasileiro: A chegada da KeeTa deve aumentar a competitividade, beneficiando consumidores (preços melhores, promoções), restaurantes (menores taxas) e entregadores (melhores condições). Desafios para KeeTa e Reação do iFood: A KeeTa enfrentará a forte presença do iFood, desafios de adaptação cultural, regulamentação e logística no Brasil; o iFood precisará reagir com inovação e possíveis reduções de taxas. Futuro do Delivery no Brasil: Transformação à Vista: A entrada da KeeTa, prevista para iniciar em 2025, promete transformar o mercado de delivery no Brasil, estimulando uma "guerra dos aplicativos" que pode levar a um duopólio ou maior fragmentação.https://www.pontogeek.com.br/2025/06/01/meituan-desembarca-no-brasil-para-brigar-com-o-ifood/...more26minPlay
June 01, 2025Sanções dos EUA vs. Resiliência Chinesa Sanções: Dificuldades de Curto Prazo, Fortalecimento de Longo Prazo?: Sanções causam disrupção inicial, mas China investe em autossuficiência (chips, IA), fortalecendo-se a longo prazo. Qual a Visão dos Analistas Internacionais sobre a Eficácia das Sanções de Trump?: Analistas veem sanções de Trump como ineficazes, custosas para EUA e globais, sem conter China significativamente. Como as Sanções Impulsionam a Inovação Chinesa a Longo Prazo?: Sanções forçam eficiência, investimento estatal, ecossistemas paralelos e foco em talentos, impulsionando inovação chinesa a longo prazo. Sanções Americanas Vão Limitar o Crescimento da China de Forma Decisiva?: Sanções dificultam, mas não limitam decisivamente crescimento chinês, já em desaceleração por fatores internos; China mostra resiliência. Quais Áreas Críticas a China Está Fortalecendo com Investimentos Estatais Após Sanções?: China investe em semicondutores, IA, energia, alta tecnologia, biotecnologia, 5G/6G e logística para soberania tecnológica. Quais Setores Chineses São Mais Afetados pelas Sanções dos EUA?: Setor de tecnologia (semicondutores, IA) é o mais afetado, seguido por indústria de alta tecnologia e energia. Como as Sanções Influenciaram a Expansão das Empresas Estatais Chinesas no Exterior?: Sanções aceleram expansão global de estatais chinesas, focando em setores não sancionados e mercados emergentes (Sul Global). Vulnerabilidade Comparativa: Setores Automotivo e Agrícola: Setor automotivo chinês é mais vulnerável a sanções dos EUA; agrícola menos, com China retaliando produtos americanos. China vs. EUA: Horizontes Temporais Distintos na Formulação de Políticas: China adota visão de longo prazo em políticas (décadas); EUA focam no curto prazo devido a ciclos eleitorais.https://www.pontogeek.com.br/2025/06/01/sancoes-dos-eua-vs-resiliencia-chinesa/...more25minPlay
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