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As grandes favoritas ao ouro no futebol feminino chegam em Tóquio com 44 jogos de invencibilidade. Além de serem as maiores campeãs do torneio, as estadunidenses são referências em travar batalhas extracampo.
São duas eliminações em fase de grupos, um quarto lugar, duas eliminações nas quartas de final e uma prata, e mesmo com o retrospecto discreto a Suécia desembarca em Tóquio como uma das favoritas ao pódio.
A inédita classificação do futebol feminino para os Jogos Olímpicos representa um marco para o esporte coletivo na Zâmbia. Mas, dentro de campo, terá a árdua missão de enfrentar seleções tradicionais logo na fase de grupos.
Entre as estreantes: as festeiras e divertidas, com uma torcida vibrante e apaixonada. As Leoas Laranjas impuseram um processo de desenvolvimento em 2004 e colhe bons resultados.
Presente em todas as edições das Olimpíadas de futebol feminino, o Brasil chega em Tóquio em uma nova era da modalidade. Será de início, recomeços e finais, em busca de um só objetivo: o ouro Olímpico.
A prata de 1996, na estreia do futebol feminino nos Jogos Olímpicos, o berço do futebol chega na sexta edição do torneio, em meio a preparação bastante conturbada.
Além de garantir a última vaga nas Olimpíadas de Tóquio, o Chile é seleção estreante no futebol feminino e o único país de língua espanhola na modalidade.
Após a estreia em Londres, quando foi criada para ocupar o lugar de qualificação automática das Olímpiadas 2012 como país anfitrião, as britânicas disputam o segundo Jogos em Tóquio.
As canadenses chegam em Tóquio para a quarta participação olímpica, sendo dois pódios de bronze e com chances da capitã canadense, Christine Sinclair, alcançar a marca de maior artilheira olímpica.
De medalhistas de prata nas Olimpíadas de Londres em 2012 a não classificadas para a Rio 2016, as japonesas buscam os dias de glória em solo bastante conhecido.
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