Produzidos e comercializados desde os anos 1990, os remédios usados para tratar a impotência sexual ganham destaque nas últimas décadas por pessoas atentas ao bem-estar e à saúde. Entretanto, seu uso indiscriminado pode ser prejudicial à saúde humana. Nesta edição do Pílula Farmacêutica, o acadêmico Felipe Rodrigues, orientado pela professora Regina Andrade da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, conta que a Anvisa criou um alerta para denunciar o uso irracional e indiscriminado desses medicamentos por homens jovens sem casos de disfunção erétil precoce, o que "pode causar efeitos graves, como infarto, acidente vascular cerebral (AVC), hipotensão (pressão baixa), perda de visão ou audição, além de dependência psicológica".
Segundo Rodrigues, os medicamentos para tratamento de disfunção erétil, como Tadalafila e Sildenafila, popularmente conhecido por Viagra, funcionam de forma semelhante, inibindo a rigidez do órgão sexual masculino, o que impede que o sangue chegue até os corpos cavernosos, estruturas porosas e esponjosas, e permita o relaxamento muscular.
Por meio do alerta emitido, a Anvisa recomenda que os medicamentos só sejam dispensados por meio de apresentação da prescrição clínica.
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