o Brasil, a cada ano, mais de 84 mil casos novos de tuberculose são notificados, com cerca de 6 mil óbitos, segundo dados do Ministério da Saúde. Nesta edição do Pílula Farmacêutica, o acadêmico Felipe Rodrigues, orientado pela professora Regina Andrade da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, traz uma boa notícia para essa triste realidade. Rodrigues informa que farmacêuticos da Universidade Estadual Paulista utilizaram a nanotecnologia para criar um novo tratamento contra a doença.
De acordo com o acadêmico, a novidade se assemelha a uma bombinha de asma. Assim, a inovação não está nos fármaco utilizados, mas na forma como são ministrados. Não se trata de "uma formulação sólida como os comprimidos, mas um sistema que combina partículas em escalas nanométricas e micrometria com funções estritamente específicas".
Rodrigues informa que a pesquisa ainda está em etapa inicial, mas tem fases bem delimitadas que envolvem estudos físico-químicos, avaliação da atividade antimicrobiana em laboratório e testes em modelos animais. "Somente após essa etapa será possível analisar a viabilidade clínica e considerar o início de ensaios em humanos."
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