m busca de mais eficiência no trabalho e nos estudos, algumas pessoas veem as drogas da inteligência, também chamadas de smart drugs, como uma alternativa para alcançar esse objetivo. Nesta edição do Pílula Farmacêutica, o acadêmico Felipe Rodrigues, orientado pela professora Regina Andrade da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, conta como essas drogas agem no organismo humano.
"As smart drugs ou as drogas da inteligência são medicamentos usados no tratamento de distúrbios como o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e narcolepsia, mas usado sem indicação terapêutica por quem quer um estímulo a mais nas tarefas e nos estudos do dia a dia", explica Rodrigues. Porém, segundo ele, alguns estudos afirmam que o uso irracional dessas drogas pode comprometer permanentemente a memória e a aprendizagem.
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