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Muito do que eu tinha pra falar está no próprio episódio, mas em tempos assim, acho que uma pausa pra respirar é mais que necessária. O Pingos Pop nasceu como refúgio, um lugar que eu pudesse chamar de meu e que acima de tudo me fizesse bem, mas eu passei a visitar esse lugar com alguns sentimentos negativos. Mesmo que não aparentasse, eu gravava episódios com o pensamento longe. Não é sobre falta de inspiração ou de ideias, essas eu tenho de sobra, é muito mais sobre falta de empolgação com a realidade lá fora mesmo. A gente tá lidando com tanta coisa ultimamente e acho que a pandemia acaba aflorando todas as nossas turbulências internas, problemas mal resolvidos parecem ficar ainda mais complicados e preocupações se tornam paranoias diárias. Por isso, vou transformar os 10 episódios lançados até agora na 1ª temporada do Pingos Pop e quando a poeira baixar, eu volto com uma futura temporada. Muito obrigado por todo apoio até aqui! Até breve e fiquem bem (na medida do possível).
Junho é o mês do orgulho e esse assunto não poderia ficar de fora das nossas conversas. Música pop e a comunidade LGBTQ+ possuem uma relação bem especial, nós abraçamos algumas canções de forma quase patriótica, como se elas exprimissem uma verdade latente sobre quem somos. Afinal, música é afeto e identidade. Nesse episódio, vamos falar de alguns hinos que marcaram a comunidade LGBTQ+ e tentar desvendar alguns mistérios por trás deles. De Gloria Gaynor a Lady Gaga, de Village People a Pabllo Vittar. Não esquece de seguir o @pingospop nas redes sociais!
No primeiro episódio colaborativo do podcast, chamei alguns amigos pra conversar sobre o movimento #VidasNegrasImportam. Apesar de toda a força que esse movimento ganhou recentemente, é importante observar que o racismo não é novidade e está estruturado na nossa sociedade há muitos anos. Tão importante quanto isso, é dar voz àqueles que sofrem na pele com a intolerância. Por isso, o episódio será uma grande conversa cujo ponto de partida é a música, objetivando debater também a experiência e vivência pessoal dos convidados enquanto pessoas negras. Aproveite para segui-los nas redes sociais! Lerynda Lima: @lerynda em todas as redes e o projeto TETO Brasil, @teto.br, do qual ela é voluntária. // Martinho Jota: @martjoaq no instagram, @camartleao no twitter e @artdemart é o seu perfil de ilustração no instagram onde você pode fazer encomendas // Gabriel Tenório: @gabrieelts no instagram, onde você pode encontrar links do portfólio dele de direção de arte e design, e @wthgabriel no twitter. No link da bio do @pingospop no twitter e aqui instagram você encontra o link do episódio e também um link com dicas de como ajudar o movimento #VidasNegrasImportam.
O novo quadro do podcast chamado Mergulhando no Assunto propõe uma análise um pouco mais profunda sobre alguns temas da música pop. Na parte I falamos de boybands e agora vamos falar, na parte II, de girlbands! O fenômeno das bandas femininas está sendo super impulsionando na década de 2010 depois que o programa X-Factor nos apresentou Little Mix e Fifth Harmony. Além disso, o K-POP, que por si só é um formato em grupos, eleva essa febre para um patamar global. Mas se engana quem acha que as girlbands só ganharam destaque na atualidade. Muito obrigado a Miguel (twitter e instagram: @gaemigue) por ter tirado algumas dúvidas sobre K-POP! Siga o podcast nas redes sociais: @pingospop!
Estamos inaugurando um novo quadro aqui no podcast chamado Mergulhando no Assunto. Esse quadro traz como proposta olhar de forma mais profunda para alguns temas da música pop, por isso ele sempre será dividido em 2 partes. A parte 1 será neste episódio e a parte 2 no próximo. Hoje, iremos falar sobre o grande fenômeno das boybands (ou boygroups, caso você queira chamar assim). Com a virada da década de 2010, o apelo às bandas voltou com força e vimos muitos grupos se destacarem. A febre das boybands não é algo novo para a história da música, mas isso não significa dizer que elas retornam nos mesmos moldes de sempre. O que as boybands de hoje dialogam com as do passado? Vamos conversar! Um agradecimento especial as consultoras oficiais do assunto que me ajudaram com informações valiosas: Duda (twitter: @dydamenezes) e Rebeca (twitter: @bexarrd). Ah, não esquece que estamos também nas redes sociais, siga @pingospop!
Reza a lenda que paira uma maldição em torno do quarto álbum de artistas pop, fazendo com que eles caiam no feitiço do FLOP, o temido fracasso. Verdade? Mentira? Coincidência? Não sei e arrisco dizer que essa é uma questão quase impossível de responder, mas tudo bem, porque buscar a justificativa não lá tão atraente. Uma vez que um álbum é taxado de fracassado, abrem-se novos caminhos que nos permitem entender os produtos da música pop sob um olhar destoante. Perceber esse desvio das obras "defeituosas" é um ponto de virada em um mercado que preza cada vez mais pelo modelo de sucesso absoluto. Nesse episódio vamos conversar sobre álbuns que caíram nessa maldição e são reconhecidos como grandes fracassos, de Christina Aguilera a Lady Gaga, de Katy Perry a Rihanna, tentaremos perceber o que o flop tem a nos dizer.
O terceiro episódio trata do elefante na sala, ou melhor, no mundo: o covid-19 (corona vírus pros mais íntimos). A atual pandemia mexeu em muitos setores estruturais da nossa sociedade e acredito que deixará marcas profundas daqui em diante. A música pop não foge a regra e já podemos perceber algumas mudanças acontecendo: turnês e festivais sendo cancelados, álbuns sendo adiados e a explosão dos shows digitais (as famosas lives) nas redes sociais. Através do olhar da indústria musical e do entretenimento, o que uma crise como essas consegue nos revelar? Hoje batemos um papo que vai de música sertaneja a Lady Gaga, então ajusta sua máscara de rosto, passa álcool em gel nas mãos e vamos nessa. A nossa conversa continua nas redes sociais, siga @pingospop
Com o um dos discos mais esperados do ano pelo pop, hoje a gente volta nossas atenções para ela: DUA LIPAAAA! A gata afrontou a pandemia e lançou o álbum Future Nostalgia, as músicas estão dando o que falar por aí e no Big Brother Brasil 20 "Don't Start Now" virou praticamente trilha sonora de todas as festas. A proposta de Dua com o nome do novo trabalho pode até parecer ambiciosa demais, mas será que ela tem o jogo de cintura necessário pra comandar as pistas de dança? Será que a Dua Lipa faz tudo mesmo? Bora falar sobre isso e muto mais no novo quadro do podcast chamado Review Gota a Gota, no qual a gente avalia álbuns pop faixa a faixa. Não esquece que nossa conversa continua nas redes sociais, siga @pingospop.
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