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Tem um meme que circula na internet: o Bob Esponja de braços esticados, algemado, mas com algemas grandes demais para os pulsos dele. A piada é que ele está preso numa prisão da qual poderia sair a qualquer momento. A gente ri porque, no fundo, se reconhece ali.
Neste episódio, eu falo sobre essas prisões que a gente mesmo constrói — as que não prendem de verdade, mas a gente continua dentro mesmo assim. Sobre o momento em que a decisão está na nossa frente, a porta está aberta, e a gente ainda assim mantém os braços esticados. Sobre o medo de escolher, o conforto do buraco conhecido, e o que a liberdade cobra de quem resolve sair.
Não é um episódio sobre escapar. É sobre entender por que a gente fica.
Existe um momento em que a vida começa a cobrar presença em tudo — menos nas pessoas que a gente ama de verdade. A agenda aperta, as conversas ficam mais curtas, e o silêncio entre um encontro e outro vai ficando mais longo. É sobre esse silêncio, e sobre o que ele realmente significa, que este episódio fala.
Neste monólogo, eu percorro as fases da vida e as formas que a amizade assume em cada uma delas: da amizade que simplesmente acontece à amizade que precisa ser escolhida todos os dias. No caminho, compartilho o método que desenvolvi para levar amizades na vida adulta — sem culpa, sem cobrança, sem perder ninguém que importa.
Se você já deixou uma mensagem sem responder, ou recebeu uma depois de meses e sentiu que nada tinha mudado, este episódio é para você.
Já reparou como todo mundo parece precisar ter uma opinião sobre tudo — e como ter uma opinião virou quase uma obrigação? Neste episódio, a gente para para filosofar sobre esse impulso: de onde vem essa vontade de se posicionar sobre tudo, e o que ela faz com a gente, com as nossas relações e com o jeito como a gente se enxerga uns aos outros. Uma conversa leve e reflexiva sobre o que dizemos, o que calamos e o que talvez nem seja nosso para opinar.
Cinco anos depois, o podcast voltou — e o primeiro episódio é sobre a única coisa que faz sentido: maturidade. Não, eu não amadureci em tudo. Cresci em algumas áreas, e em outras continuo o mesmo. Aqui vão algumas considerações sobre crescimento pessoal e formas de enxergar a vida que me ajudaram a ser mais eficiente — e, de tabela, um pouco mais maduro.
Quatro minutos para dizer o óbvio: voltei. Cinco anos depois de estrear falando o que vinha na cabeça, cá estou de novo — mais vivido, menos na maionese, e ainda sem roteiro. Esse não é o episódio de verdade, é só o aviso de que ele vem. Um monólogo-relâmpago de quem voltou pra continuar se perguntando.
Neste episódio do Platonizando refletimos sobre como nossas atitudes podem mudar nossa vida.
Continuemos a platonizar com nosso querido convidado, Augusto.
Nesse episódio nosso apresentador e o convidado dissertam e comentam sobre a viagem onde se conheceram, várias histórias e lembranças.
Um adendo, pois chegamos ao décimo episódio do Platonizando. FANTÁSTICO! Muito obrigado a todos que escutam o podcast e acompanham, isso é muito importante!
Bem-vindos ao 10º episódio do podcast mais amado da Sumatra.
Ele é responsável por um bordão memorável, "digno".
Sabedoria, calma e oratória são algumas das virtudes do nosso novo convidado: Augusto César.
Nessa primeiríssima parte da jornada intelectual que é este episódio, falamos sobre a rica utilização da linguagem e as aventuras de Augusto pela Austrália.
Embarque conosco para o mundo das ideias no nono episódio do Platonizando Podcast.
Esta é a segunda parte da conversa com ele, Gabs, o brabo.
Neste episódio discutimos a famosa teoria de Davs, a: "teoria da chavinha".
É tratado também o poder do convencimento, que muitas vezes facilita o nosso dia a dia, assim como pode nos dificultar muitas vezes.
O Platonizando Podcast vem forte com seu oitavo episódio.
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