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Março é o mês das mulheres: um mês marcado por grandes debates e oportunidades de trazermos à luz assuntos que são pertinentes para todas nós, como a luta por direitos iguais e equidade de gênero.
Não poderíamos deixar de refletir sobre o tema aqui no Pod ser Pauta?. No último episódio da segunda temporada do podcast eu tive o prazer de receber a fundadora da CKZ Diversidade, consultoria especializada em diversidade e inclusão desde 2008 e uma das principais especialistas sobre o assunto do país, Cris Kerr.
Minha história com a Cris começou em 2015, quando fui convidada para atender um fórum chamado “Mulheres em destaque”. Ela foi uma das primeiras clientes aqui da agência e um dos meus primeiros atendimentos voltado para esse tema. Nesta semana, a CKZ completou 15 anos de atuação no mercado eu me orgulho em saber que fiz parte dessa história.
Em nosso bate-papo, Cris contou um pouco da sua história e a experiência de abordar temas como equidade de gênero lá atrás, quando o assunto ainda era pouco discutido e compartilhou com a gente como conseguiu trilhar um caminho para se tornar uma especialista no assunto. Além disso, também falamos da importância da diversidade nos ambientes corporativos, e como a diversidade e inclusão pode e deve ser pauta na imprensa.
Para saber mais sobre comunicação, assessoria de imprensa e relações públicas, siga @crismoraes.pr no Instagram ou acesse o site www.crismoraes.com.br
Para acompanhar a Cris, siga @criskerrck no Instagram.
Edição: Diego Serrano
Todo assessor de imprensa já se deparou com uma dúvida: como emplacar uma pauta na TV? Um dos mais tradicionais e conhecidos meios de comunicação assusta muita gente, mas as grandes histórias não podem esperar para ser contadas.
Para nos ajudar a responder essa e outras questões, o Pod ser Pauta? tem o prazer de receber a jornalista responsável por grandes matérias que assistimos nos principais programas da Globo, como Fantástico e Globo Repórter, Kíria Meurer.
Minha história com a Kíria é a prova de que um relacionamento entre uma assessora de imprensa e uma jornalista pode sim ser benéfico para ambas as partes. Nós nos conhecemos quando eu fui personagem para uma matéria que ela estava produzindo para o Fantástico sobre infidelidade financeira e continuamos a parceria por todos esses anos.
Especialista em storytelling, ela é dona de um olhar treinado para identificar e transformar qualquer história em um ponto de conexão profunda e emocional com o público.
Nosso bate-papo foi uma grande troca entre duas profissionais que amam comunicação e um resgate de boas histórias. Além disso, Kíria também deu ótimas dicas para quem deseja sair do comum na hora de emplacar uma pauta, e falou sobre a importância de um bom personagem para contar uma boa história, independente de qual seja o veículo.
Para saber mais sobre comunicação, assessoria de imprensa e relações públicas, siga @crismoraes.pr no Instagram ou acesse o site www.crismoraes.com.br
Para acompanhar a Kíria, siga @kiria.meurer no Instagram.
Esse episódio usa áudio e vídeo de uma matéria veiculada na TV Globo. Todos os direitos reservados.
Edição: Diego Serrano
Você já se perguntou o que uma história precisa ter para chamar a atenção de um jornalista?
Para responder essa e outras questões, o Pod ser Pauta?, desta quarta-feira teve o prazer de receber Chico Felitti, a voz por trás de dois dos podcasts investigativos de maior sucesso dos últimos tempos, “A Mulher da Casa Abandonada” e o “O Ateliê".
Jornalista investigativo com um ótimo faro para boas histórias, Chico já trabalhou na Folha de São Paulo, um dos principais veículos de comunicação do país, cobrindo diversos assuntos, de política a música eletrônica.
Além dos podcasts de sucesso, ele também é autor dos livros “A casa: A história da seita de João de Deus”, “Ricardo e Vânia”, a biografia de Elke Maravilha e "Rainhas da noite: As travestis que tinham São Paulo a seus pés".
Chico revelou quais histórias chamam a sua atenção e que as que ele gosta de contar são as que trazem um amplo debate por trás de cada palavra, levantando temas pertinentes à sociedade. Ele tem um interesse genuíno pelas pessoas e está sempre disposto a bater um bom papo. Para ele, as grandes pautas aparecem, uma história extraordinária cai na sua vida, e você pode escolher ou não, contá-la.
No nosso bate-papo ele contou histórias dos bastidores das gravações dos seus podcasts, como foi o processo de apuração dos fatos e como a sua paixão pela notícia esteve presente até no dia do seu casamento. Além disso, ele deu uma dica valiosa para todos aqueles que estão começando a construir sua carreira na comunicação.
Para os curiosos de plantão, preparem-se que vem mais um sucesso por aí! Chico revelou quais são os seus próximos planos: mais um podcast investigativo está prestes a sair do forno.
Para saber mais sobre comunicação, assessoria de imprensa e relações públicas, siga @crismoraes.pr no Instagram ou acesse o site www.crismoraes.com.br
Para acompanhar o Chico é só seguí-lo no @chicofelitti.
Edição: Diego Serrano
O Pod ser Pauta? desta quarta-feira teve o prazer de receber um dos grandes nomes do jornalismo brasileiro, Heródoto Barbeiro, para responder uma das principais dúvidas de todo assessor de imprensa: o que é uma boa pauta para a imprensa?
Heródoto é dono de um currículo extenso, repleto de entrevistas marcantes. Ele já apresentou programas, como o Jornal da Record News, o Roda Viva (TV Cultura) e o Jornal da CBN. Hoje, ele atua como jornalista no R7, Record News e Nova Brasil FM e revela que uma boa pauta para a imprensa é aquela que desperta o interesse do público.
Ele acredita que a missão do jornalismo é apurar os fatos e divulgá-los, sendo a ponte entre a informação e a sociedade. Para ele o bom jornalista é aquele que conhece o seu público, sabe quais notícias são do seu interesse e como se comunicar com ele. E também aquele que persegue os fatos e os publica como aconteceram, tomando cuidado para que as suas narrativas e visão pessoal não influenciem ou interfiram.
Para ele, o jornalismo é jornalismo independente da plataforma: quem faz o jornalismo é o jornalista, seja na TV, em um jornal impresso ou podcast. As boas práticas devem sempre ser as mesmas e fazem toda a diferença, assim como na assessoria de imprensa.
No nosso bate-papo ele respondeu qual tipo de pauta desperta o seu interesse, como um bom título pode chamar a atenção e se destacar entre os inúmeros e-mails que um jornalista recebe por dia, e ainda revelou alguns erros que nenhum assessor de imprensa deve cometer no relacionamento com um jornalista.
Para saber mais sobre comunicação, assessoria de imprensa e relações públicas, siga @crismoraes.pr no Instagram ou acesse o site www.crismoraes.com.br
Edição: Diego Serrano
Você já se perguntou o que é necessário para ser um bom assessor de imprensa ou um bom repórter? O convidado do Pod ser Pauta? desta quarta-feira já esteve dos dois lados da cadeira.
O jornalista especialista em finanças e investimentos, Márcio Kroehn, conta que essa versatilidade fez com que ele entendesse quais são os pontos mais importantes, tanto para o assessor de imprensa quanto para o jornalista, para que eles consigam desenvolver um bom trabalho.
Apesar de sua vasta experiência nas diversas áreas da comunicação, Márcio é apaixonado por reportagem. No nosso bate-papo ele falou que o segredo para uma boa reportagem não é fazer a pergunta mais difícil ou demonstrar mais conhecimento que o entrevistado, mas sim, fazer a pergunta certa e criar uma atmosfera para de empatia para que o entrevistado sinta-se à vontade para se abrir.
Ele é um jornalista/assessor de imprensa raiz que acredita que os bons resultados no jornalismo ainda são feitos olhando olho no olho!
Além disso, ele deu ótimas dicas sobre como apurar, constituir e vender uma boa pauta, e claro, como os bons relacionamentos fazem a diferença na nossa profissão.
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Edição: Diego Serrano
Comunicação e esportes são duas das principais paixões dos brasileiros. Não há quem não tenha sonhado em ser um grande jogador ou um repórter transmitindo a Copa do Mundo.
O convidado desta quarta-feira do Pod ser Pauta? soube uni-las como ninguém. No episódio de hoje, tive o prazer de receber o jornalista, professor, palestrante e comentarista do Sportv, Maurício Noriega.
Com um currículo de respeito, Noriega já passou por diversas redações, rádios, programas de televisão, e até pela assessoria de imprensa, por isso sabe mais do que ninguém como nasce uma boa pauta esportiva e como uma reportagem deve ser conduzida em cada tipo de veículo. Além disso, ele tem ótimas histórias de bastidores que só quem vive a comunicação há muito tempo pode contar.
Nosso bate-papo foi uma conversa incrível de dois profissionais que são apaixonados pelo que fazem e rendeu ótimas dicas para quem quer conhecer mais sobre esse universo tão vasto de inúmeras possibilidades que é a nossa profissão.
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Para acompanhar o trabalho do Noriega, siga @mauricionoriega no Instagram.
Edição: Diego Serrano
Todo mundo que trabalha com comunicação quer tocas as outras pessoas através das palavras. Mas você já parou para pensar em como é possível transformar um texto em uma conversa que realmente se aproxima do outro? A escrita afetuosa é o melhor caminho para isso.
Com uma escrita mais humanizada e autêntica, que toca, afeta e marca por meio das palavras e passa a fazer morada no outro, você ultrapassa os limites da técnica e faz com que quem esteja lendo não se identifique apenas com o que foi escrito, mas com aquilo que foi vivido e sentido pela outra pessoa.
Para nos ajudar a entender melhor sobre esse mecanismo de escrita, recebi a jornalista, palestrante, professora e especialista em escrita criativa e afetuosa, Ana Holanda.
Ana é uma verdadeira apaixonada pelas palavras e defende que a escrita deve ser mais próxima e humana. Entre redações e livros publicados - 'Como se encontrar na escrita' e 'Minha mãe fazia' - somam-se mais de 25 anos de carreira. Além disso, na última década ela foi responsável pelos projetos editoriais da revista Vida Simples, cuidando minuciosamente para que cada publicação impactasse positivamente a vida das pessoas.
Entre muitas dicas que rolaram durante nosso bate-papo, Ana nos ajudou a reencontrar o verdadeiro sentido da palavra: se conectar e criar uma relação com o outro. Usá-las de maneira criativa é crucial na hora de sugerir uma pauta e tecer novas perspectivas sobre assuntos que podem parecer saturados.
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Para acompanhar o trabalho da Ana, siga @anaholandaoficial no Instagram.
Edição: Diego Serrano
Você já parou para pensar quais são os limites da liberdade de expressão e qual a responsabilidade da imprensa nesse debate?
Em tempos onde o uso das redes sociais se torna cada vez mais assíduo e propagação de fake news se torna cada vez mais constante, nunca foi tão importante discutirmos temas como esse e entender como a ética pode fazer a diferença na nossa profissão.
Por isso, recebemos a coordenadora da Comissão de Ética na Governança do IBGC e sócia fundadora da Evolure Consultoria, Claudia Pitta, para nos ajudar a refletir sobre como a ética pode e deve ser pauta na assessoria de imprensa.
No bate-papo, falamos sobre o pluralismo de visões e como garantir a liberdade de expressão enquanto limitamos aquelas que são criminosas e discriminatórias. Ela ainda falou sobre como, em um mundo tão polarizado, os jornalistas e profissionais de comunicação têm um papel tão importante no combate à desinformação.
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Para acompanhar o trabalho da Claudia, siga Claudia Pitta e Evolure Consultoria no LinkedIn.
Edição: Diego Serrano
Está no ar a segunda temporada do Pod ser pauta?, o seu podcast semanal sobre assessoria de imprensa e relações públicas.
Para dar o pontapé inicial, recebemos a jornalista e editora da área de carreira e mulheres da Forbes Brasil, Fabiana Corrêa. No nosso bate-papo, falamos sobre a inserção das mulheres no mercado de trabalho, principalmente em cargos de liderança, e como a imprensa pode colaborar positivamente para isso.
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Edição: Diego Serrano
A terceira e última parada da nossa viagem é em Pernambuco e quem nos recebe por lá para contar como anda o mercado de trabalho na região é a jornalista, mãe de dois e fundadora da Dupla Comunicação, Michele Cruz.
No bate-papo, ela falou sobre os diversos desafios da sua vida profissional, sua paixão e vivência na comunicação corporativa e a sua decisão de trocar a rotina das grandes agências para se tornar uma empreendedora.
Falamos sobre como a assessoria de imprensa não é receita de bolo e precisa ser personalizada para cada cliente e trabalho, como mensurar os resultados e como trabalhar com diferentes tipos de clientes.
A Michele ainda deu dicas incríveis para quem está pensando em entrar em contato com jornalistas nordestinos ou divulgar um press release por lá. Ela ressalta que é importante entender o regionalismo brasileiro para construir um discurso que realmente comunique com o público, pois, às vezes, um press release pode não surtir o mesmo efeito quando divulgado, já que ele não dialoga com determinada região do país.
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Edição: Diego Serrano
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