“O cérebro eletrônico faz tudo
Faz quase tudo
Faz quase tudo
Mas ele é mudo”
Com essa frase genial, Gilberto Gil inicia o seu terceiro trabalho autoral, conhecido popularmente – e não oficialmente - como “Cérebro Eletrônico”.
O disco é a mistura perfeita entre músicos tropicalistas da mais alta qualidade e os arranjos cinematográficos de Rogerio Duprat.
As temáticas “tecnologia, corrida espacial e inteligência artificial” constroem o repertório tão atual que nos fazem questionar se o mesmo foi gravado em 1968.
Acompanhe essa resenha genial de Gigola e Daniel sobre mais um trabalho marcante do mestre Gilberto Gil.