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Especialista explica o que é a
A doença é a mesma que incomoda o presidente Lula e que
Nesta sexta-feira, o presidente Lula faz uma cirurgia para tratar uma’ artrose no quadril. A doença degenerativa crônica é comum em idosos e se caracteriza por fortes dores ao se movimentar. O professor de Ortopedia do Centro Universitário São Camilo, Carlos Gorion explica o que é a artrose do quadril e dá detalhes sobro como é o procedimento cirúrgico para tratar este problema de saúde.
Professor de Saúde Pública e Epidemiologia do Centro Universitário São Camilo, Sérgio Zanetta, analisa estudo que identificou o gene de superbactérias no Brasil.
Atos simples como a vacinação e a lavagem das mãos podem salvar vidas, é o que dizem os professores de Pediatria e de Integração Saúde e Comunidade do Centro Universitário São Camilo, Marcelo Iampolski e Renata Osti, respectivamente. Eles dão dicas de como proteger esses grupos das doenças deste período mais frio.
Coordenador do curso de
Em 2 de abril acontece o Dia Mundial de Conscientização Sobre o Autismo. A data foi criada para difundir informações sobre o transtorno e reduzir o preconceito e desinformação sobre o assunto. No Brasil existem cerca de 2 milhões de pessoas autistas, porém ainda há poucos dados oficiais a respeito das condições em que vive este grupo. Para tratar sobre questões transversais sobre esse assunto, o programa #SãoCamiloComenta, do Centro Universitário São Camilo - SP, convidou professores da instituição e levantou um debate com o tema “Transtorno do Espectro Autista: Lições e desafios para a inclusão”.
A atração reuniu o professor de Saúde Pública e médico sanitarista, Sérgio Zanetta; a coordenadora do curso de Direito, Marina Neiva Borba; e a professora de Psicologia, Silmara Batistela. O programa foi mediado pelo Pró-reitor Acadêmico do Centro Universitário São Camilo, Carlos Ferrara.
Uma pesquisa americana confirmou que realizar uma atividade física possibilita uma vida mais longa e mais saudável. Os cientistas iniciaram o estudo analisando 5 mil pessoas de uma cidade americana por mais de 20 anos e constataram que, entre os vários subgrupos analisados entre gênero, idade e perfil social, os maiores beneficiados com a troca do sofá pela rotina de exercícios diários foram as pessoas de meia idade. Para quem tem mais de 50 anos, fazer atividades físicas de baixo impacto ajuda ter uma mudança de vida. O coordenador do curso de Medicina do Centro Universitário São Camilo e médico do Esporte, Raphael Einsfeld, deu detalhes sobre a análise e explicou que praticar 150 minutos semanais de exercícios leves, como caminhadas, é o primeiro passo para chegar à longevidade com mais qualidade na saúde.
O temporal que causou mortes e destruição nas praias do litoral Norte de São Paulo pode prejudicar a saúde física de moradores e turistas que tiveram contato com a água suja que escorreu pelas ruas causando alagamentos e poças. O professor de Epidemiologia e de Saúde Pública do Centro Universitário São Camilo, Sérgio Zanetta, explicou que a água contaminada pode transmitir doenças como a leptospirose, diarreias e até hepatite A.
“A leptospirose é uma doença infeciosa transmitida pela urina do rato e que, ao se misturar com a água, pode penetrar na pela das pessoas em um período muito curto de incubação - dois dias”, afirmou. Segundo ele, os principais sintomas são dor no corpo e nas panturrilhas, urina escurecida e olhos amarelados. Se não tratada adequadamente, a leptospirose pode ser fatal. Ele alerta a importância de as autoridades enviarem água limpa e potável para pessoas das áreas atingidas, pois o consumo de água e alimentos contaminados pode favorecer o aparecimento de doenças diarreicas, além da hepatite A.
Para Zannetta, é fundamental que se coloquem em operação iniciativas para oferecer cloro em abundância na água usada para cozinhar e beber, para o banho e para a lavagem de objetos e roupas como forma de precaução. Aos primeiros sintomas, a pessoa deve procurar os agentes de Saúde para tratamento.
Com a chegada do verão é hora de reforçar o uso do protetor solar. Áreas mais claras do corpo como orelhas, mãos, pés e pescoço não podem ser esquecidas. Segundo a professora do Centro Universitário São Camilo, Alessandra Barros, mesmo pessoas de pele escura ou parda devem se proteger contra o câncer de pele com o uso do fotoprotetor. Ela esclareceu alguns pontos sobre a doença, que é uma mais comuns no Brasil
O médico sanitarista e professor de Epidemiologia e Saúde Pública do Centro Universitário São Camilo, Sérgio Zanetta, comentou sobre o aumento expressivo dos casos de COVID-19 e novas variantes
Especialista faz alerta sobre a importância da vacinação de reforço e da máscara para idosos e pessoas com comorbidade como defesa contra novas variantes da COVID-19. O médico sanitarista e professor de Epidemiologia e Saúde Pública do Centro Universitário São Camilo, Sérgio Zanetta, comentou sobre o aumento expressivo da doença no Brasil
A presença das cepas XBB e BQ.1 do Coronavírus no País acende um alerta sobre a importância da dose de reforço contra a Covid-19 e o uso de máscaras, especialmente para a população idosa, pessoas com câncer e imunossuprimidos. O médico sanitarista e professor de Epidemiologia e Saúde Pública do Centro Universitário São Camilo, Sérgio Zanetta, comentou sobre o aumento expressivo da Covid-19 causado pela transmissão continuada, que pode afetar principalmente quem não completou o ciclo vacinal e pessoas com a saúde mais fragilizada. Para ele, o País deve buscar novas vacinas, como a Pfizer Bivalente, que tem mais proteção para as variantes novas. Enquanto essas vacinas mais modernas ainda não chegaram ao Brasil, a dose de reforço e o uso da máscara ainda são necessários como medidas contra a doença.
A nova linhagem do vírus gera preocupação por sua resistência a anticorpos e capacidade de transmissão. “Foram identificados casos da BQ.1 de Norte a Sul do País, do Amazonas ao Rio de Janeiro e se foram identificados em amostras aleatórias é sinal de que a presença deve ser crescente destas variantes. O nosso maior problema está nas pessoas que tomam medicações imunossupressoras, as acima dos 65 anos ou muito idosas, os pacientes oncológicos, aqueles com alteração em seu sistema imunológico ou com doenças mais graves associadas. Essas pessoas são especialmente vulneráveis e podem ter quadros graves da Covid”, afirmou.
Segundo Zanetta, a vacina protege 70% dos casos graves, mas 30% das pessoas podem ter a doença e serem levadas a óbito.
Especialista faz alerta sobre a importância da vacinação de reforço e da máscara para idosos e pessoas com comorbidade como defesa contra novas variantes da COVID-19. O médico sanitarista e professor de Epidemiologia e Saúde Pública do Centro Universitário São Camilo, Sérgio Zanetta, comentou sobre o aumento expressivo da doença no Brasil
A presença das cepas XBB e BQ.1 do Coronavírus no País acende um alerta sobre a importância da dose de reforço contra a Covid-19 e o uso de máscaras, especialmente para a população idosa, pessoas com câncer e imunossuprimidos. O médico sanitarista e professor de Epidemiologia e Saúde Pública do Centro Universitário São Camilo, Sérgio Zanetta, comentou sobre o aumento expressivo da Covid-19 causado pela transmissão continuada, que pode afetar principalmente quem não completou o ciclo vacinal e pessoas com a saúde mais fragilizada. Para ele, o País deve buscar novas vacinas, como a Pfizer Bivalente, que tem mais proteção para as variantes novas. Enquanto essas vacinas mais modernas ainda não chegaram ao Brasil, a dose de reforço e o uso da máscara ainda são necessários como medidas contra a doença.
A nova linhagem do vírus gera preocupação por sua resistência a anticorpos e capacidade de transmissão. “Foram identificados casos da BQ.1 de Norte a Sul do País, do Amazonas ao Rio de Janeiro e se foram identificados em amostras aleatórias é sinal de que a presença deve ser crescente destas variantes. O nosso maior problema está nas pessoas que tomam medicações imunossupressoras, as acima dos 65 anos ou muito idosas, os pacientes oncológicos, aqueles com alteração em seu sistema imunológico ou com doenças mais graves associadas. Essas pessoas são especialmente vulneráveis e podem ter quadros graves da Covid”, afirmou. Segundo Zanetta, a vacina protege 70% dos casos graves, mas 30% das pessoas podem ter a doença e serem levadas a óbito.
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