Podcast Agro&Negócio

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By Brasil - AgroBusiness
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Podcast Agro&Negócio episodes

  • A alta qualidade da carne bovina brasileira - Associação Angus

    Angus + Foco em avanço genético do rebanho

     

    Melhoramento genético, intensificação de mercados, integração da cadeia produtiva, são alguns dos assuntos desta entrevista exclusiva com o presidente da Associação Brasileira de Angus, Nivaldo Dzyekanski. Reeleito por aclamação em chapa única à frente da Associação Brasileira de Angus, Nivaldo Dzyekanski visa fomentar ações que busquem o melhoramento genético constante do rebanho Angus nacional. “Quero intensificar o desenvolvimento genético, disponibilizando cada vez mais dados aos criadores sobre os animais, realizando provas de conversão alimentar e enviando mais touros para centrais de inseminação”, destacou.

     

    Dzyekanski quer trazer os pecuaristas que abatem no Programa Carne Angus, inclusive os que trabalham com animais Angus cruzados, para o corpo social da Associação Brasileira de Angus. O primeiro passo em direção à concretização dessa meta foi dado por Dzyekanski com a nova modalidade de Sócio Produtor Angus. Além disso, o pecuarista almeja seguir o processo de aproximação dos inspetores técnicos e colaboradores que atuam nos frigoríficos parceiros, o que em 2020, em função da pandemia, não pode ser trabalhado. Outra meta clara da nova gestão de Dzyekanski na Angus é a consolidação da genômica, projeto implementado em seu primeiro mandato por meio de parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

     

    “Espero que a ferramenta de seleção genética esteja avançada nos campos e que os criadores estejam fazendo uso da mesma como algo indispensável para a criação de Angus”, prevê. Em sua fala, o presidente declarou estar muito contente com a reeleição. “Me comprometo a trabalhar nos próximos dois anos para que a raça Angus continue em expansão e que a carne entregue aos consumidores tenha cada vez mais qualidade, sabor e maciez”, acrescentou.

    Carne Angus e o melhoramento genético

     

    Dzyekanski visa ainda dar continuidade a campanha de valorização do Selo Angus, que destaca os atributos da Carne Angus Certificada. Iniciada em agosto deste ano, a campanha já ganhou as redes sociais e os canais de mídia eletrônica nacionais com o slogan "Saborosamente macia? Só se tiver o selo da Carne Angus Certificada".

     

    “Irei dar sequência a esse trabalho, pois o selo estampado em nossos produtos chancela que os mesmos foram avaliados e aprovados dentro dos parâmetros do Programa Carne Angus”, ressaltou.

     

    Integram a diretoria da gestão 2021/2022 Cezar Fernandez Vianna, 1º vice-presidente; Fábio Langlois Ruivo, vice-presidente Administrativo Financeiro; Milton Martins Moraes Filho, vice-presidente do Programa Carne Angus Certificada; Rogério Rotta Assis, vice-presidente de Fomento; Nelson Antônio Serpa, vice-presidente de Marketing; Marcio Sudati Rodrigues, vice-presidente Técnico; além de Flávio Montenegro Alves e Valdomiro Poliselli Jr, diretores.

    14 min
  • Técnica para criação de frangos no Brasil

    Cada granja, tem diferente temperatura ambiente e outras características distintas. Essas adversidades fazem com que o setor invista em tecnologia, em conhecimento. Pois cada região requer tipos diferentes de aviários, de biossegurança, de logística e ai por diante. Com tecnologia, o que se busca, é o bem estar dos animais.

     

     

    Na linha de frente está a Auster Nutrição Animal que diz: “Nosso objetivo é transformar a produção animal, a tornando mais saudável, com maior retorno econômico, e produtora de qualidade acima de tudo para nossos consumidores”.

     

     

    Sobre o assunto granja, bem estar animal, estresse térmico etc, conversei com o Guilherme Lima, consultor técnico da Auster Nutrição Animal.

    21 min
  • Logística e agronegócio

    Mesmo com estradas péssimas, em muitos casos sem condições mínimas de circulação, com falta de trilhos que cortem o País, o agronegócio segue escoando alimentos para o mundo. É comum fazendeiros levarem seus produtos para mais de 900 quilômetros até o porto mais próximo. É o que acontece com os produtores da região do Matopiba, por exemplo. Não só dali, do maior planalto agriculturável do mundo, mas os maiores produtores de soja, milho, algodão, café têm que levar, em caminhões, toda a produção. E sim, muitas cargas são levadas para mais de 900 quilômetros até o porto mais próximo. Mesmo assim, conseguimos competir em preço !! O assunto logística é complexo, e o que nos interessa aqui especialmente é o agronegócio. Quem escreveu sobre o tema é o empresário Antonio Ruyz. Que abordou em detalhes o agronegócio e o escoamento das commodities brasileiras durante o cenário pandêmico. Ruyz é também presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Oeste do Paraná. E é com ele a nossa entrevista de hoje. O assunto é tema de um importante capítulo do recém lançado livro “O transporte de cargas brasileiro em tempos de pandemia: reflexões, desafios, perspectivas e oportunidades”. O livro foi escrito por dez empresários do transporte de cargas. Participaram: Transita Transportes. TransRuyz. GVM Solutions Brasil. Flash Courier. TransJordano. Grupo Scapini. Costa Teixeira Logistics. Ouro Negro Transportes. Roda Brasil Logística. Na obra, os gestores relatam o cenário de pandemia dentro das empresas, demonstrando suas visões e lições sobre o momento atual. Em breve, o livro estará disponível em livrarias e plataformas digitais.

    22 min
  • Cana de açúcar e as novidades exclusivas da Ourofino Agrociência

    A cana-de-açúcar é uma das principais culturas na produção agrícola brasileira. São cerca de 9 milhões de hectares, segundo estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento, a Conab. Nesse sentido, a oferta de defensivos agrícolas cresce continuamente, mas a inovação do produto costuma ser um dos principais atrativos buscados pelos agricultores, especialmente no controle de plantas daninhas, que impacta diretamente na produtividade. Por isso, a Ourofino Agrociência trabalha para reimaginar o portfólio e oferecer soluções diferenciadas, como o Kaivana 360 CS, que tem formulação inovadora e chega ao mercado. Segundo explicações de Gustavo Vigna, gerente de cultura cana-de-açúcar da Ourofino, a matocompetição é um grande fator de redução produtiva e, dessa forma, o controle de plantas daninhas deve ser priorizado. “O Kaivana é justamente uma ferramenta importante para combater os problemas provocados pelas daninhas. Ele chega para dar ainda mais robustez ao portfólio de herbicidas da empresa, o mais completo do mercado”, ressalta. O produto atende também ao apelo por mais sustentabilidade no campo, uma preocupação da empresa. O microencapsulamento do ativo diminui, por exemplo, a ocorrência da deriva e o risco de fitotoxicidade, já que essa formulação não possui absorção foliar. Dotado de um complexo sistema de agentes fotoprotetores e tensoativos exclusivos e com diferentes ações, ajuda na redução de perdas por volatilização, o que dá mais segurança às culturas vizinhas. Vigna diz que, “do ponto de vista ambiental, é um produto muito interessante, pois não há presença de solventes na formulação, por se tratar de um produto microencapsulado”. Outro ponto de destaque é que o Kaivana é uma solução indicada para o estádio pré-emergente, para o controle das principais gramíneas e algumas folhas largas em diferentes épocas do ano. A Ourofino Agrociência ainda tem outra novidade para novembro: o maturador hormonal Trix (Trinexapaque-etílico), produzido com a molécula líder de mercado e que lança a indústria no segmento. Afinal, além do controle das plantas daninhas, outra etapa importante para a produção de cana-de-açúcar é a maturação, que se faz necessária devido ao início da safra ser cada vez mais antecipado, momento em que as plantas ainda não atingiram o ponto de maturação. É nessa etapa que entra o Trix, “um maturador hormonal que não oferece risco de fitotoxicidade para a cultura da cana , assim, não interfere na rebrota do canavial, o que garante ganhos expressivos de ATR no início e a redução das perdas no final da safra”, orienta Vigna. O produto representa também uma inovação para a empresa na prestação de serviços e mais um reforço à sustentabilidade na produção agrícola. Além de ser segura para culturas vizinhas, o Trix foi concebido para já entregar rastreabilidade ao produtor ao dar direto imediato a todo cliente de aderir ao Segnus, programa de excelência em tecnologia de aplicação. “Lançado em agosto pela empresa em parceria com a startup Perfect Flight, especializada em gestão e monitoramento da pulverização aérea, o Segnus auxilia o produtor na tarefa de garantir maior segurança da aplicação”, explica o gestor da Ourofino Agrociência. Os dois lançamentos dão mais força ao portfólio inovador da companhia de origem brasileira, que cada vez mais investe em novas tecnologias e lançamentos, firme no propósito de reimaginar a agricultura nacional e em aumentar o market share. Para outras informações sobre o trabalho e o portfólio da companhia, que acumula 10 anos de atuação, acesse o portal ourofinoagro.com.br. 

    23 min
  • Solução em bioinseticidas para a agricultura - Isca Technologies agritech

    Hoje vamos falar sobre alta tecnologia, sobre sustentabilidade no agronegócio, sobre novidades em biotecnologia, biossegurança, internet das coisas, computação de ponta voltada ao agronegócio. Trata-se de uma empresa brasileira, sediada também nos Estados Unidos e na Índia, que desenvolveu soluções para o agronegócio, que poderão substituir os inseticidas. Trata- se dos biopesticidas. Sobre o assunto tive a honra de entrevistar o CEO da empresa Isca Technologies, o brasileiro Agenor Mafra-Neto, que falou conosco direto da Califórnia. A empresa ISCA Technologies traz inúmeros benefícios para o agronegócio. Quem sabe chegamos no limiar sonhado pelos ecologistas, mas que também funcione para alimentar o mundo. Desconfiamos, e possivelmente há pesquisas sobre isso, que os agrotóxicos, os pesticidas, ajudam a desenvolver doenças as mais diversas em humanos. Por outro lado, como produzir em larga escala? Pois bem, soluções como esta que vamos apresentar agora podem resolver esse desequilíbrio. Vamos falar de tecnologia, de semioquímicos para o gerenciamento de pragas, armadilhas inteligentes, robótica, nanosensores. Um outro fator importante, o projeto recebe apoio de um dos maiores conglomerados financeiros do mundo, o Barclays, banco inglês. Com faturamento anual na casa dos milhões de dólares, a ISCA Global está produzindo uma nova geração de defensivos agrícolas, os semioquímicos, que são ambientalmente sustentáveis (os bioinseticidas), necessários para alimentar o mundo e, ao mesmo tempo, proteger o meio ambiente. No Brasil, a empresa acaba de anunciar uma parceria com o Grupo Bom Futuro, maior produtor de soja do país, para testar seus produtos nas grandes culturas. Um laboratório foi implantado na Fazenda Filadélfia, em Mato Grosso, e a expectativa é que os primeiros resultados saiam em breve. É isso ai, este é o programa agro&negócio, transmitido pela TV Vila Velha no Estado do Paraná; a Sensações Web Rádio de Blumenau, Santa Catarina, para o mundo; também no portal D’Ponta, o líder na região dos Campos Gerais. Além da nossa versão em podcast, no gigante Spotify, Google Podcast, Omny Stúdio. E é claro, na nossa versão em inglês no gigante The Rio Times, o jornal com notícias sobre o Brasil e a América Latina para o mundo. Ricardo Wegrzynovski

    33 min
  • Agro&negócio | exportação de frutas para o mundo árabe e Oriente Médio

    E o assunto agora é exportações de melão, uva, manga e limão que tendem a crescer em 2021, em especial para o Oriente Médio, Ásia e Emirados Árabes

    Melão, uva, manga e limão tahiti são as principais frutas exportadas para o Oriente Médio, Ásia e Emirados Árabes de acordo com informações da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS).

    “Há uma grande expectativa de crescimento nas exportações de frutas para o bloco do Oriente Médio (Arábia Saudita, Bahrein e Emirados Árabes Unidos) e para o continente asiático, especificamente, China e Coreia do Sul. Nossas frutas têm qualidade e são muito apreciadas por estes países”, ressalta o presidente da ABRAFRUTAS, Eduardo Brandão.

    O montante do ano de 2020 (janeiro a outubro) trouxe fôlego para a recuperação com um aumento de 2,8% comparado ao mesmo período de 2019. No total foram exportadas 725.759 mil toneladas este ano. A manga teve seu destaque com 163.758 mil toneladas, e em segundo lugar o melão com 155.043 mil toneladas e na terceira posição os limões e lima com 105.426 mil toneladas.

    “A tendência é que o pico das exportações esteja sempre no último trimestre do ano, quando há uma demanda maior dos países. A intenção é fechar o ano com US$ 1 bilhão de dólares em receita. Se não atingirmos o valor total, ficaremos muito próximo. Tudo vai depender do câmbio”, comenta Brandão.

    Países do Oriente Médio

    Eduardo também fala sobre o potencial de mercado dos países do Oriente Médio, que foram responsáveis pela importação de cerca de 15 mil toneladas de frutas em 2019.

    Os Emirados Árabes Unidos foram o maior importador dos países árabes, em 2019, se posicionou em 13º lugar de países importadores de frutas brasileiras.

    Curiosidades e conhecimento...Certificação Halal

    Para que a expansão do mercado seja possível, os produtores brasileiros precisam se adaptar às exigências da jurisprudência islâmica. Boa parte dos países importadores, principalmente, os países árabes muçulmanos têm exigido a certificação halal. Essa certificação atesta que as frutas são produzidas de acordo com as orientações da lei islâmica e estão permitidas para o consumo de cerca de 1,8 bilhão de muçulmanos em todo o mundo.

    6 min
  • Agro & Negócio especial "OIL and GAS" e transição energética

    Transição energética Interessante o debate promovido todos os anos no evento Rio Oil & Gas, vale a pena dar uma conferida no assunto, que está disponível na internet, o site é https://www.riooilgas.com.br/. O evento é promovido pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP). Com a presença de diversas autoridades, empresários, políticos e ai por diante brasileiros e estrangeiros, o evento tem intensa programação de painéis, debates etc e interessante mesmo são os temas, entre eles transição energética, gás natural, transformação digital e gestão da indústria. Vamos dar uma olhada no alto nível dos patrocinadores, entre eles, os ligados ao agronegócio, como a Raízen, que já falamos aqui a respeito em outra ocasião. Além da Raízen, chancelam o evento empresas como Chevron, Exxonmobil, Equinor, Shell, Ipiranga, Petrobras, Siemens Energy emuitas ligadas a tecnologia, como a gigante Oracle e Up Stream... bom para saber tudo, acesse www.riooilgas.com.br Vou repetir aqui o assunto do debate, que vale a pena. Transição energética, gás natural, transformação digital e gestão da indústria. fonte: assessoria Rio Oil & Gas

    7 min

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Podcast realizado pelo jornalista Ricardo Weg.