Disciplina e rigor são importantes, desde que não se tornem motivo de apego, vaidade ou orgulho. O jejum é uma prática salutar, saudável e santa, salvífica. Mas, se quisermos fazer um jejum, justamente na hora de partilhar o bolo de aniversário da pessoa amada, sem provar nem sequer um pedacinho, é possível que o jejum tenha se transformado num apego, em uma vaidade; e, então, ele se transforma numa porta aberta para o pecado. O rigor deixa de lado o amor e se transforma em rigorismo, que é primo-irmão do egoísmo (Mc 2,18-22). Pe. Joãozinho, scj @PadreJoaozinho