Perante o conflito, alguns limitam-se a olhá-lo e passam adiante, como se nada fosse. Lavam-se as mãos para poder continuar com a sua vida. Outros entram de tal maneira no conflito que ficam prisioneiros (...). Mas, há uma terceira forma, a mais adequada, de enfrentar o conflito: é aceitar, suportar o conflito, resolvê-lo e transformá-lo no elo de ligação de um novo processo.