Não bastasse a reforma Trabalhista de 2017, Bolsonaro quer 'flexibilizar' ainda as relações de trabalho, o que necessariamente significa mais ataques aos direitos dos trabalhadores
As possíveis mudanças constam de um estudo encomendado ao Grupo de Altos Estudos do Trabalho (GAET), composto por ministros, desembargadores e juízes da justiça do trabalho, procuradores, economistas, pesquisadores, além de advogados especialistas em relações do trabalho - a grande maioria ligada ao setor patronal.