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E quando você pede, acredita, espera… e Jesus não faz aquilo que você pediu?
A gente costuma falar muito sobre confiar em Deus quando as coisas dão certo. Mas e quando a resposta é diferente do que você esperava?
Neste episódio, a gente conversa sobre uma das partes mais difíceis da fé: continuar confiando em Jesus quando ele não responde no nosso tempo, do nosso jeito — ou quando a resposta simplesmente parece ser “não”.
A história de Lázaro mostra que, às vezes, Jesus não chega quando a gente acha que deveria chegar. E talvez a pergunta mais difícil não seja “por que Jesus não me deu o que eu pedi?”, mas:
Se Jesus não me der aquilo que eu pedi… eu ainda quero Jesus?
Esse é o Jesus que ninguém quer.
E se Jesus conhecesse tudo sobre você — inclusive aquilo que você tenta esconder — e ainda assim quisesse ficar perto?
No segundo episódio de O Jesus que Ninguém Quer, a gente vai até o encontro de Jesus com a mulher samaritana, em João 4, e conversa sobre uma coisa que talvez seja difícil de acreditar: Jesus conhece a nossa história inteira. Não apenas a versão que mostramos para os outros.
Nossos erros, escolhas, relacionamentos, medos, contradições e até aquilo que preferimos não contar.
A gente pode ter medo de ser conhecido porque imagina que, quando alguém descobrir quem realmente somos, vai embora.
Mas Jesus faz o contrário.
Ele sabe. E fica.
Talvez a gente queira um Jesus que conheça apenas a nossa melhor versão. Mas o Jesus dos Evangelhos conhece o secreto — e ainda assim nos chama para perto.
Porque aquilo que você gostaria de apagar da sua história talvez não precise ser o fim dela.
O Jesus que ninguém quer.
O Jesus que sabe de tudo... e ainda fica.
E se seguir Jesus não significar ter uma vida mais fácil?
A gente costuma imaginar a fé como um caminho para encontrar paz, respostas e soluções. Mas, quando abrimos os Evangelhos, encontramos um Jesus que diz coisas bem diferentes do que gostaríamos de ouvir.
“Negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me.”
Neste primeiro episódio de O Jesus que Ninguém Quer, eu quero conversar sobre uma pergunta desconfortável: será que queremos Jesus para transformar a nossa vida ou apenas para facilitar a vida que já escolhemos?
Talvez o problema não seja aquilo que estamos vivendo. Talvez seja aquilo que Jesus quer formar em nós através do que estamos vivendo.
O Jesus que ninguém quer. Mas talvez o Jesus que a gente precise conhecer.
O PECADO NEM SEMPRE PARECE PERIGOSO. ÀS VEZES, ELE PARECE DOCE, PRAZEROSO E ATÉ INOFENSIVO.
EM PROVÉRBIOS 5 E 6, A BÍBLIA NOS MOSTRA COMO O PECADO SEDUZ, ENGANA, CEGA E, NO FINAL, COBRA UM PREÇO MUITO MAIOR DO QUE PROMETEU.
NESTE EPISÓDIO, UMA REFLEXÃO SOBRE UMA DAS GRANDES ARMADILHAS DO PECADO: A GENTE ENXERGA MUITO BEM O PRAZER DO COMEÇO, MAS QUASE NUNCA ENXERGA AS CONSEQUÊNCIAS DO FINAL.
E TALVEZ A SABEDORIA SEJA JUSTAMENTE APRENDER A ENXERGAR ANTES.
EM PROVÉRBIOS 2, A SABEDORIA COMEÇA QUANDO A GENTE ENTENDE QUE A VERDADE NÃO É AQUILO QUE CADA UM DECIDE PARA SI. EXISTE UMA ORDEM MORAL, EXISTE UM PADRÃO DE JUSTIÇA, E DEUS É A FONTE DESSA SABEDORIA.
MAS ESSA REFLEXÃO VAI ALÉM DE DISCUTIR O QUE É CERTO OU ERRADO. ELA NOS COLOCA DIANTE DE UMA PERGUNTA MAIS DIFÍCIL: ESTAMOS DISPOSTOS A SUBMETER A NOSSA VIDA À VERDADE DE DEUS, MESMO QUANDO ELA CONTRARIA A NOSSA?
E, SE NÃO CONSEGUIMOS VIVER PERFEITAMENTE DE ACORDO COM ESSE PADRÃO, O QUE FAZEMOS COM ISSO?
UMA REFLEXÃO SOBRE VERDADE, JUSTIÇA, ORGULHO, GRAÇA E A NOSSA NECESSIDADE DE UM SALVADOR.
Vivemos na época do acesso. Em poucos segundos, encontramos respostas para quase qualquer pergunta. Mas ter informação significa saber o que fazer com ela?
Em Provérbios 2, a sabedoria é apresentada como um tesouro que precisa ser buscado. Neste episódio, uma reflexão sobre a diferença entre informação e discernimento — e sobre como aprender a enxergar pode ser mais importante do que simplesmente encontrar respostas.
Você está acumulando informação ou está aprendendo a discernir?
Quem está acelerando você?
Nem sempre uma influência ruim aparece dizendo: “faça algo errado”. Às vezes ela simplesmente faz aquilo que antes parecia estranho começar a parecer normal.
Em Provérbios 1, Salomão alerta sobre pessoas cujos pés “se apressam para o mal”. Mas o que acontece quando o problema não é apenas o caminho que escolhemos — e sim as pessoas com quem escolhemos caminhar?
Neste episódio, uma reflexão sobre influência, pertencimento e a maneira como nossos ambientes podem acelerar decisões que, sozinhos, talvez nunca tomaríamos.
Talvez a pergunta não seja apenas para onde você está indo. Mas quem está caminhando com você.
Provérbios 1:15 nos apresenta um conselho direto de um pai ao seu filho: não ande pelo caminho daqueles que escolheram o pecado e não coloque os seus pés em suas veredas.
Neste episódio, refletimos sobre uma ideia simples, mas profunda: nem todo caminho errado começa parecendo errado. Muitas vezes, ele começa apenas com alguns passos na direção errada, com determinadas companhias, ambientes, hábitos e influências.
Falamos sobre escolhas, influência, companhias e direção e sobre como aquilo que consumimos, as pessoas que seguimos e os ambientes que frequentamos podem, aos poucos, moldar o caminho que estamos percorrendo.
A pergunta de hoje é: quem está caminhando com você e para onde esse caminho está te levando?
📖 Texto-base: Provérbios 1:15
Em Provérbios 1:12–14, Salomão mostra como a tentação pode se apresentar de maneira atraente. Dinheiro, pertencimento, emoção e aprovação podem fazer um caminho errado parecer uma grande oportunidade.
Neste episódio, refletimos sobre a pressão do grupo, as pequenas concessões e a necessidade de olhar além do prazer imediato para enxergar as consequências de nossas escolhas.
Uma conversa sobre amizades, influência, tentação e a importância de lembrar a quem realmente pertencemos.
📖 Texto-base: Provérbios 1:12–14
A tentação muitas vezes começa com um simples convite: “Venha conosco.”
Em Provérbios 1:11, Salomão continua ensinando seu filho a reconhecer o perigo da influência daqueles que desejam conduzi-lo pelo caminho do pecado. O problema não está apenas na ação final, mas no processo que começa quando o pecado é apresentado como diversão, oportunidade ou pertencimento.
Neste episódio, refletimos sobre como o pecado procura normalizar aquilo que Deus chama de errado e sobre a importância de desenvolver discernimento antes de chegarmos ao momento da queda.
A sabedoria bíblica nos ensina que nem todo convite merece ser aceito e que, muitas vezes, a decisão mais sábia começa com uma simples palavra: não.
📖 Texto-base: Provérbios 1:11
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