Podcasts do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil

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Podcasts do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil episodes

  • Nova estimativa aponta para uma produção de grãos na safra 2021/22 em 268,2 milhões de toneladas

    A produção brasileira de grãos na safra 2021/22 está estimada em 268,2 milhões de toneladas. O volume, se confirmado, representa um crescimento de 5% quando comparada com a temporada passada, o que representa cerca de 12,79 milhões de toneladas a mais a serem colhidas. É o que mostra o 5º Levantamento da Safra de Grãos 2021/2022 divulgado nesta quinta-feira (10) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    o presidente da Companhia, Guilherme Ribeiro explica que o resultado da safra atual foi impactado por variações climáticas como a estiagem nos estados da Região Sul e no centro-sul de Mato Grosso do Sul.

    Destaque para soja que deverá registrar uma produção de 125,47 milhões de toneladas, uma queda de cerca de 9% quando comparada com a safra passada.

    Já para o milho, apesar do clima adverso para a primeira safra, a Conab espera uma recuperação na produção. Segundo a estimativa da estatal, deverão ser colhidos 112,34 milhões de toneladas. Já para a segunda safra é esperado um aumento de 47% na colheita, podendo chegar a 86 milhões de toneladas.

    A produção de feijão deve se manter em torno de 3 milhões de toneladas. No caso do arroz, a Conab estima uma queda de produção em torno de 10%, e a colheita prevista está em 10,57 milhões de toneladas.

    O diretor de Comercialização e Abastecimento do Mapa, Silvio Farnese, destacou o dinamismo do setor que foi grande para vencer as dificuldades climáticas.

    Neste levantamento, a Conab manteve a estimativa de exportações de algodão com crescimento de 2,5%, em relação ao último ano, esperando que seja alcançado um volume de 2,05 milhões de toneladas. Por outro lado, houve um corte de 10,3% nos embarques previstos para a soja em relação ao boletim passado.

    Para mais informações sobre as condições das lavouras do país, acesse a íntegra do 5º Levantamento da Safra de Grãos 2021/2022., no site da Conab em www.conab.gov.br

    5 min
  • Prazo para produtores de queijos e bebidas manterem o uso de termos de IGs europeias vai até 6 de março


    Com pouco mais da metade do prazo para o término da consulta pública para comprovar o uso de termos de IGs (Indicações Geográficas), produtores dos queijos Fontina, Gorgonzola, Grana, Gruyère/Gruyere, Parmesão e as bebidas tipo Genebra e Steinhaeger/Steinhäger, têm participado de forma ativa do processo.

    As Indicações Geográficas são aqueles produtos ou serviços que tenham uma origem geográfica específica. Seu registro reconhece reputação, qualidades e características que estão vinculadas a determinado local. Comunicam, assim, ao mundo de que certa região se especializou e tem capacidade de produzir um artigo, ou de prestar um serviço diferenciado e de excelência.

    Desde janeiro, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento  tem recebido documentos de produtores brasileiros e de outros países para comprovar a utilização do nome de regiões europeias. Desta forma, todos os produtores brasileiros que comprovarem poderão continuar a utilizar esses nomes de referência. Até o fim do período de consulta, que termina no dia 6 de março, a expectativa é que o setor responsável do Ministério receba cerca de 400 manifestações.

    As empresas que somente usam os termos, como restaurantes, pizzarias, distribuidores e importadores, não serão afetadas pela determinação, já que não se encaixam na definição de produtores.

    Os produtores que não estiverem na lista de usuários prévios não poderão usar os termos no território nacional após a entrada em vigor do Acordo Mercosul-União Europeia.

    Para fins da comprovação de anterioridade serão considerados apenas os documentos emitidos ou publicados, antes de 25 de outubro de 2017, para Parmesão, Gorgonzola, Steinhaeger/Steinhäger e Genebra. Já para Fontina, Grana e Gruyere/Gruyère, a documentação deve ter sido emitida ou publicada antes de 25 de outubro de 2012.

    Ainda será preciso comprovar a continuidade de uso comercial de termos protegidos associados às IGs, enviando documento emitido ou publicado entre 28 de junho de 2018 e 28 de dezembro de 2019.

    Os documentos e informações de comprovação deverão ser encaminhados, obrigatoriamente, por correio eletrônico ao endereço [email protected]

    4 min
  • Boletim Agrometeorologico, a previsão do tempo para o produtor rural

    N-NE: No Norte, são esperados maiores volumes de chuva, principalmente, no Sul e Oeste de TO, que deverão ultrapassar 100 mm. No Nordeste, os acumulados ficarão abaixo de 20 mm em praticamente todo o Leste da região. No Oeste, os acumulados não ultrapassarão os 100 mm, com destaque para o Oeste da BA e o Sudoeste do MA. Entre o Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (Matopiba), as chuvas beneficiarão o desenvolvimento das lavouras, mas podem interferir no avanço da colheita da soja e da semeadura do milho 2ª safra em algumas áreas.

    CO: Chuvas intensas, em torno de 100 e 250 mm, em MT, GO e DF, o que favorecerá a manutenção da umidade no solo e o desenvolvimento das lavouras. No entanto, o excesso de chuvas poderá reduzir o ritmo da colheita da soja e da semeadura do milho 2ª safra em algumas áreas. No MS, a previsão de volumes de chuva inferiores a 50 mm será suficiente para a manutenção da umidade no solo no Centro-Norte e no Leste do estado. Já no Sudoeste, deverá manter a diminuição de água nos cultivos de 1ª safra.

    SE: Volumes de chuva significativos nas regiões Central e da Zona da Mata em MG, RJ e Nordeste de SP, podendo ultrapassar os 200 mm e causar impactos pontuais por excesso de chuvas. Para o Centro-Sul de São Paulo, são previstos acumulados de chuva abaixo de 30 mm. Em toda a região Sudeste, as condições de umidade serão favoráveis para os cultivos de grãos, cana-de-açúcar e café. S:Esperam-se volumes de chuva abaixo de 10 mm ou ausência de queda de chuva. Nos próximos dias, as temperaturas máximas se manterão elevadas, acima de 34°C, em grande parte da região Sul até o dia 09, com ligeira redução nas máximas e mínimas nos dias seguintes. Essa condição reduzirá a umidade no solo, agravando a diminuição de água em áreas já afetadas por estiagens, onde boa parte das lavouras de milho e soja encontram-se em estádios reprodutivos.

    A Previsão Agrometeorológica é para os dias 07a 14/02/2022.

    As informações do Boletim são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgãos ligados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

    4 min
  • Contratações totais do crédito rural somam R$ 174 bilhões em sete meses

    As contratações totais do crédito rural atingiram R$ 174 bilhões no acumulado de sete meses da safra 2021/2022. O que representa uma elevação de 31% em relação ao mesmo período da safra passada. Destaca-se o aumento de 69% no crédito de comercialização, sobretudo para milho, soja e café, em função de aumento de preços e ampliação de estoques pelas empresas consumidoras. As demais finalidades apresentaram crescimento nas contratações de 31% no custeio, 25% na industrialização e 21% no investimento.

    Entre julho de 2021 e janeiro de 2022, o valor das contratações realizadas por pequenos, médios e grandes produtores foram R$ 23,2 bilhões (+30%) no Pronamp, R$ 28,1 bilhões (+29%) no Pronaf e R$ 122,7 bilhões (+32%) para os demais produtores. Os números estão no balanço do desempenho do crédito rural, divulgado, nesta terça-feira (8) pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

    O Diretor de Crédito e Informação da Secretaria de Política Agrícola (SPA/Mapa), Wilson Vaz de Araújo, o crédito se deu para o pequeno e médio produtor.

    Do total de R$ 90,8 bilhões de recursos equalizáveis para a Safra 2021/22, o saldo disponível no final de janeiro de 2022 é de R$ 27,5 bilhões (30%) para todas as finalidades. Entretanto, as operações com esses recursos foram suspensas no período de 7 a 28 de fevereiro de 2022, pelo Ofício Circular SEI nº 561/2022/ME, do Ministério da Economia, devido à insuficiência de dotações orçamentárias para pagamentos de equalização de taxas de juros.

    O governo, com a participação dos Ministérios da Agricultura e da Economia, está realizando negociações no sentido de superar essas dificuldades orçamentárias, para a retomada das referidas operações na maior brevidade possível. Apesar dessa interrupção momentânea de contratação com recursos equalizáveis, os produtores rurais continuam tendo a possibilidade de acesso a recursos provenientes de outras fontes do crédito rural.

    4 min
  • Grupo russo fecha compra de fertilizantes da Petrobras em MS

    Durante o evento Avançar Cidades, realizado na Câmara de Vereadores de Três Lagoas (MS), a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, anunciou nesta sexta-feira (4), que o grupo Acron, da Rússia, fechou a compra da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados (UFN3) da Petrobras. A unidade produz fertilizantes nitrogenados e teve as obras paralisadas há alguns anos.

    Tereza Cristina contou que conversou com o presidente Jair Bolsonaro sobre a situação da UFN3 e ele imediatamente ligou para o presidente da Petrobras, general Joaquim Silva e Luna, e pediu celeridade neste processo. Na avaliação da ministra, a agricultura brasileira será beneficiada com a implantação da fábrica.

    Em comunicado, a Petrobras informou que chegou a um acordo contratual para a venda de 100% da UFN3 com o grupo russo Acron. Segundo a empresa, a assinatura do contrato de venda depende ainda de tramitação na governança da Petrobras, após as devidas aprovações governamentais.

    Segundo a ministra, o tema será tratado com a Acron durante visita da comitiva brasileira à Rússia prevista para os próximos dias.

    A construção da UFN3 teve início em setembro de 2011, mas foi interrompida em dezembro de 2014, com avanço físico de cerca de 81%. Após concluída, a unidade terá capacidade projetada de produção de ureia e amônia de 3.600 t/dia e 2.200 t/dia, respectivamente. A conclusão da Unidade será de responsabilidade do comprador.

    4 min
  • Ampliado período de vazio sanitário de soja para 2022

    O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, nesta quinta-feira (3), a Portaria nº 516 que estabelece os períodos de vazio sanitário para cultura da soja que deverão ser seguidos pelos estados produtores em todo o país durante o ano de 2022. Essa medida fitossanitária é uma das mais importantes para o controle da ferrugem asiática da soja.

    O vazio sanitário é o período contínuo, de no mínimo 90 dias, em que não pode plantar e nem manter vivas plantas de soja em qualquer fase de desenvolvimento na área determinada. O objetivo é reduzir ao máximo possível a introdução da doença, minimizando os impactos negativos durante a safra seguinte.

    A coordenadora-geral de Proteção de Plantas, Graciane de Castro, explica que a medida já vem sendo aderida por produtores nos últimos anos.

    A soja é o principal produto de exportação brasileira, e atingiu, em 2021, uma produção de 134 milhões de toneladas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    A Ferrugem Asiática é considerada uma das mais severas doenças que incidem na cultura da soja, podendo ocorrer em qualquer estádio fenológico. Nas diversas regiões geográficas onde o fungo foi relatado em níveis epidêmicos, os danos variam de 10% a 90% da produção.

    Instituído pela Portaria nº 306/2021, o Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (PNCFS) visa o fortalecimento do sistema de produção agrícola da soja, congregando ações estratégicas de defesa sanitária vegetal com suporte da pesquisa agrícola e da assistência técnica na prevenção e controle da praga.

    As ações no âmbito do programa são coordenadas pelo Ministério da Agricultura, mas a fiscalização e demais procedimentos são de competência dos estados.

    3 min
  • Boletim Agrometeorológico, a previsão do tempo para o produtor rural

    N-NE: São esperados maiores volumes de chuva no AC, AM, Sul de TO e Sul do PA, com acumulados entre 80 e 150 mm. Na região Nordeste são esperados acumulados abaixo de 10 mm em praticamente toda a porção Leste. No Oeste, os acumulados previstos não ultrapassarão os 100 mm, com destaque para o Oeste do BA, onde não se descarta a ocorrência de chuvas mais fortes. Os bons volumes de chuva continuarão beneficiando as lavouras entre o Maranhão, Tocantins, Piuaí e Bahia  (Matopiba).

    CO: Os volumes de chuva poderão variar entre 100 e 200 mm em áreas do Sul de MT e Centro-Norte de GO. Em áreas do Norte de MS são previstos valores de chuva entre 60 e 100 mm. Os altos volumes de chuva poderão impactar a maturação e a colheita da soja em algumas áreas, mas beneficiarão os cultivos de 1ª e 2ª safra em estágios reprodutivos e início do desenvolvimento. No Sudoeste de MS as chuvas irão amenizar a deficiência de água em praticamente toda a região.

    SE: Previsão de volumes de chuva significativos nas regiões Central e Zona da Mata em MG, além de parte do RJ, podendo ultrapassar os 150 mm. Há possibilidade de impactos por excesso em algumas áreas. Para SP e a porção Centro-Oeste de MG são previstos acumulados de chuva entre 60 e 150 mm. No geral, as condições de umidade serão favoráveis para os cultivos de grãos, cana-de-açúcar e café.

    S: Não estão previstos acumulados de chuva que ultrapassem os 40 mm, principalmente no Leste dos estados do RS e de SC, além da porção Sudeste do PR. No entanto, com a ligeira redução das temperaturas máximas, a umidade no solo será suficiente para o desenvolvimento das lavouras no PR. Em SC e no RS, permanecerá a condição de diminuição de água nas principais regiões produtoras, com agravamento para a soja, que se encontra em estágio reprodutivo.

    A Previsão Agrometeorológica é para os dias 31/01 a 07/02/2022.

    As informações do Boletim são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgãos ligados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

    4 min
  • Monitoramento Agrícola – Chuvas volumosas seguem favorecendo cultivos no centro-norte do país

    Nas primeiras semanas deste ano, o clima continuou favorecendo os cultivos do centro-norte brasileiro. O desenvolvimento dos cultivos de verão em Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Pará, Rondônia e na região do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) foi beneficiada por bons volumes pluviais. A análise faz parte da edição de janeiro do Boletim de Monitoramento Agrícola, Cultivos de Verão (Safra 2021/2022), divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta sexta-feira (28).

    Ainda segundo a publicação, em algumas localidades dos estados citados, o excesso de precipitação causou danos por inundação, excesso de umidade do solo, falta de luminosidade e dificuldade na realização de tratos culturais.

    Menores volumes pluviais – Foram observadas quedas de chuva irregulares e de baixo volume que persistiram no sudoeste do Mato Grosso do Sul, oeste de São Paulo e nos estados da região Sul.

    A diminuição de água e as altas temperaturas têm prejudicado o desenvolvimento dos cultivos de verão na metade oeste do Paraná, no oeste de Santa Catarina e no noroeste e centro do Rio Grande do Sul.

    De acordo com o Boletim, as chuvas ocorridas no período de 15 a 21 de janeiro amenizaram a extensão das áreas sob restrição, mas permanece a condição de atenção principalmente nas lavouras em estádios reprodutivos. Mesmo com as chuvas da semana passada, as temperaturas locais permanecem elevadas.

    O Boletim de Monitoramento Agrícola é resultado da colaboração entre a Conab, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e o Grupo de Monitoramento Global da Agricultura (Glam), além de agentes colaboradores que contribuem com dados pesquisados em campo.

    Para saber mais sobre o Boletim, acesse o site da Conab em: www.conab.gov.br

    3 min
  • Minuto Saúde no Campo - Manejo de pastagens e uso de antiparasitários

    Olá, produtor e produtora rural! Nós somos o Minuto Saúde para Todos no Campo. Você acabou de plantar aquela pastagem nova, ou reformou uma antiga. Que maravilha! Agora preste atenção: ao colocar os seus animais nela pela primeira vez, fique atento. Depois de um ou dois dias, se for necessário, use remédio para vermes neles. Nunca use vermífugos nos animais logo antes de mudá-los de pastagem, pois isso fará com que nessa pastagem fiquem os vermes resistentes e, em pouco tempo, os remédios não funcionarão mais. Então lembre-se: primeiro mude eles de pastagem e só depois trate para vermes. Procure sempre a orientação de um médico veterinário para cuidar e tratar do seu rebanho e, caso seja necessário, também outros profissionais para te orientar quanto à gestão e inovação na sua propriedade. Quando empregamos a "Saúde Única" no campo, nós produzimos um alimento saudável para todos: animais, natureza e pessoas.

    Este livro é uma iniciativa da Comissão de Educação Sanitária no Estado de São Paulo (CES/SFA-SP/ MAPA), coordenada pela Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento no estado de São Paulo (SFA-SP/MAPA). Para o desenvolvimento deste material foi reunida uma equipe multidisciplinar composta por professores, pesquisadores e profissionais pertencentes às seguintes organizações, além dos profissionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (USP-Brasil); Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (USP-Brasil); Universidade Federal do Maranhão (UFMA); Universidade Metropolitana de Santos (UNIMES); Escola Nacional de Gestão Agropecuária (ENAGRO-MAPA); Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS); Centro de Ciência Animal e Veterinária da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (CECAV-UTAD); Istituto Zooprofilattico Sperimentale del Mezzogiorno (Itália); Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo; música de background: Cláudio Paladini; Locutoras: Aline Louise Moreira, Helena Dantas Parra, Lizié Pereira Buss, Roberta Mara Zuge; Edição de áudio: Sérgio Pastor.

    2 min
  • Minuto Saúde no Campo - Resistência aos antiparasitários

    Olá, produtor e produtora rural! Nós somos o Minuto Saúde para Todos no Campo. Quanto mais vezes você usa carrapaticida ou vermífugo nos animais, mais você seleciona os carrapatos e vermes resistentes. Para resolver isso é preciso conhecer qual é o parasito, e como é seu ciclo de vida, sabendo a hora certa de agir. Desta maneira, o tratamento pode ser aplicado no período ideal para o melhor controle dos parasitos nos seus animais. Lembre-se que você é dono dos animais e dos vermes e carrapatos que eles têm. Procure sempre a orientação de um médico veterinário para cuidar e tratar do seu rebanho e, caso seja necessário, também outros profissionais para te orientar quanto à gestão e inovação na sua propriedade. Lembre-se que o médico veterinário é o profissional que entende das doenças dos seus animais! Quando empregamos a "Saúde Única" no campo nós, produzimos um alimento saudável para todos: animais, natureza e pessoas.

    Este livro é uma iniciativa da Comissão de Educação Sanitária no Estado de São Paulo (CES/SFA-SP/ MAPA), coordenada pela Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento no estado de São Paulo (SFA-SP/MAPA). Para o desenvolvimento deste material foi reunida uma equipe multidisciplinar composta por professores, pesquisadores e profissionais pertencentes às seguintes organizações, além dos profissionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (USP-Brasil); Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (USP-Brasil); Universidade Federal do Maranhão (UFMA); Universidade Metropolitana de Santos (UNIMES); Escola Nacional de Gestão Agropecuária (ENAGRO-MAPA); Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS); Centro de Ciência Animal e Veterinária da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (CECAV-UTAD); Istituto Zooprofilattico Sperimentale del Mezzogiorno (Itália); Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo; música de background: Cláudio Paladini; Locutoras: Aline Louise Moreira, Helena Dantas Parra, Lizié Pereira Buss, Roberta Mara Zuge; Edição de áudio: Sérgio Pastor

    2 min

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