Fundada em 1976, a Troça Carnavalesca Mista Zebra nasceu de uma brincadeira entre amigos no bairro de Umuarama, em Olinda. E o que começou como uma reunião descontraída logo se transformou em um movimento cultural, conquistando espaço no calendário carnavalesco da cidade. Com o passar dos anos, o bloco, como é chamado popularmente a Zebra, se consolidou como símbolo da diversidade e da valorização das tradições pernambucanas, mantendo viva a essência do Carnaval de rua.
Nesta segunda-feira (24) a presidente da Troça, Nathaly Pontes, conversou com a âncora Patrícia Breda e com o repórter da Folha de Pernambuco, Raoni Nunes, e falou sobre o formato inclusivo e democrático, da Zebra com seu desfile aberto, sem cordões de isolamento, permitindo que qualquer folião participe livremente da festa. A Troça reúne um público diverso, onde jovens e veteranos compartilham a mesma paixão pelo frevo e pela cultura de Olinda.
Além do Carnaval, a Zebra promove eventos comemorativos ao longo do ano, incluindo celebrações de seu aniversário. Mesmo em tempos difíceis, como durante a pandemia, a organização encontrou formas de manter viva a tradição, adaptando suas festividades à realidade do momento. E, como adiantou Nathaly Pontes, a comemoração dos 50 anos da Zebra já está em fase de organização.
Neste carnaval 2025 a Zebra sai às ruas e ladeiras de Olinda na terça-feira (4). A concentração acontece a partir das 10h, na sede da Troça, à Rua Maria Adalgisa Ferreira de Castro, 173, bairro Umuarama, Olinda, prometendo arrastar multidão em pleno sol do meio-dia.
A entrevista com Nathaly Pontes também está disponível no canal do Youtube da Folha de Pernambuco