PodCringe

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PodCringe episodes

  • Ep 24 | Ex-modelo Ana Claudia Michels conta como foi mudar de carreira
    Michael Keller conversa com ex-modelo internacional Ana Claudia Michels. Ela fez parte do seleto time de "angels", da famosa marca americana Victoria’s Secret. Trabalhou com os maiores estilistas do mundo, como Versace, Gucci, Louis Vutton e Stella McCartney. Mas aos 30 anos, decidiu ir atrás de um sonho antigo: o de virar médica. Em 2019, Ana se formou em Medicina e quer se tornar geriatra: “A gente está vivendo muito mais do que vivíamos há alguns anos. O ideal é fazer isso bem. E tem muita coisa que dá para fazer para ter uma velhice tranquila”.
    37 min
  • Ep. 23 | Bruno Gouveia, vocalista do Biquini Cavadão, fala sobre sucesso na carreira e dramas pessoais
    Michael Keller conversa com Bruno Gouveia, cantor e líder do Biquini Cavadão desde 1985. A banda é da grande geração do rock brasileiro, ao lado de Kid Abelha, Engenheiros do Hawaii e Paralamas do Sucesso. Aliás, foi o próprio Herbert Vianna quem escolheu o nome da banda. Bruno contou também sobre uma fase difícil que viveu: a morte do filho, na época com 2 anos e 10 meses, e da ex-mulher. Eles sofreram um acidente de helicóptero em 2011: “Passados dois dias do enterro, liguei para o escritório e perguntei se teria show no final de semana. Eu falei, pelo amor de Deus, não cancela. Eu pedi muito porque eu sabia que o palco poderia curar as minhas feridas".
    37 min
  • Ep. 22 | Edu Ribeiro fala sobre carreira, Paulo Henrique Amorim e paternidade
    Michael Keller conversa com Edu Ribeiro, jornalista e apresentador do Domingo Espetacular. Edu conta sobre a infância em Curitiba, onde nasceu: “Comecei a trabalhar cedo, vendendo salgadinho. Fazia bolo de chocolate, bombom e alfajor. A gente pegava ônibus e ia de porta em porta. Vendíamos no crediário e depois passávamos para receber. Assim eu ajudei a pagar meu cursinho pré-vestibular”. Ele fala sobre a chegada à Record TV, se prefere programa ao vivo ou gravado, maiores coberturas e da convivência com Paulo Henrique Amorim, falecido em 2019: “Se a gente quer entrar na casa das pessoas e ser lembrado, a gente precisa seguir os passos de Paulo Henrique Amorim”. Edu também mostra o lado paizão: apresenta a filha de 6 meses, Malu, e a esposa, Katia.
    30 min
  • Ep. 21 | Adryana Ribeiro fala sobre a ‘Rapaziada’, Power Couple Brasil e o padrinho Clodovil
    Michael Keller conversa com Adryana Ribeiro, uma das precursoras da voz feminina no samba e no pagode. Ela foi descoberta por ninguém menos que Clodovil quando tinha 20 anos e cantava na noite de São Paulo: “Ele me deu uma oportunidade. Me deu um cartão. Mandaram um taxi e eu fui! Foi muito divertido. E ele me deu altas broncas. Nunca me perdoou por ter gravado pagode. Ele achava que eu era a Billie Holiday. O Clô foi um padrinho muito generoso”. Em 1999, criou o grupo “Adryana e a Rapaziada”: “Naquela época, não tinha um grupo de samba com uma mulher na frente. Saí na noite com a minha banda para procurar dois negrões bonitos. Até a Amy Winehouse tinha backers (ri)”. Recentemente, Adryana participou da última edição do Power Couple Brasil, e ficou em terceiro lugar ao lado do marido, Albert Bressan.
    39 min
  • Ep 20 | Felipeh Campos relata bastidores da rotina profissional
    Michael Keller conversa com Felipeh Campos: jornalista, ator e apresentador de fofocas de um programa televisivo. Felipeh contou sobre a parceria com Silvio Santos, no programa “Qual é a Música”, onde ficou 8 anos. Sobre a editoria de Celebridades, ele confessa que não se dá bem com quase nenhum outro “fofoqueiro” da televisão, com exceção da Fabiola Reipert. Já sobre os famosos, ele enfático: “Eu não gosto de celebridades que se colocam num pedestal. Aí você deixa de ter artistas”. Felipeh também relatou os bastidores da rotina profissional dele: “Tem cara que chega e fala que vai me dar um IPhone 13 para eu falar mal do Wesley Safadão, por exemplo. Tem muito empresário de artista que liga para jornalistas dizendo que estão depositando 20 mil reais para você falar isso, isso e isso de fulano".
    35 min
  • Ep 19 | Gigante Leo revela se já sofreu preconceito e como lida com o nanismo
    Michael Keller conversa com Leonardo Núñez de Miranda Reis, mais conhecido pelo como Gigante Léo: ator, humorista, analista de sistemas, escritos, palestrante motivacional. Ele sempre foi apaixonado pelo meio artístico. Aos 9 anos, estreou no teatro: “Eu era o burro da peça. E até hoje continuo burrinho (ri). Desde criança eu sempre gostei de atuar, e aí fui profissionalizando”. Ele fala sobre a naturalidade com que sempre encarou o nanismo: “Eu sempre soube lidar e muito se deve à minha estrutura familiar. Sempre fui sempre tratado de forma igualitária. Quando eu ia para a casa de um amiguinho, no colégio, minha mãe nunca falava que eu tinha nanismo. Dizia que eu era o capeta. Isso fez todo a diferença na minha vida. Eu encarava o bullying de outra forma”.

    Em 2010, Leo começou no stand up comedy, onde dividiu o palco com humoristas consagrados, como Leandro Hassum, Fábio Porchat, Marcos Veras e Sergio Mallandro. Fez muitos filmes, programas de televisão e também é um sucesso na internet. Leo é casado com Carol, que não tem nanismo, e brinca sobre os perrengues que passa com a sogra: “Quando ela me conheceu, falou que a filha era uma princesa, mas não a Branca de Neve”. Ele conta um pouco da paixão pelo Flamengo e do ídolo Zico, que já entrevistou.
    29 min
  • Ep 18 | Babi Xavier solta a voz! Você sabia que ela também é cantora?
    Nesta edição do Podcast PodCringe, Michael Keller conversa com Babi Xavier: atriz, cantora, modelo, apresentadora, escritora e estudante de psicologia, aos 48 anos! Ela conta que começou a trabalhar aos 14: dava aulas para crianças menores e ajudava vizinhas a vender muambas compradas no Paraguai. Foi assim que começou a conquistar a própria independência. Aos 19, virou modelo com um olho na passarela e outro na televisão: “Eu reinvesti em conhecimento e comecei a fazer cursos de tevê”. Daí por diante, foram muitas novelas, filmes e programas. Babi sempre tentou de tudo. Experimentou tudo, inclusive a soltar a voz: “Toda pessoa que gosta de cantar, tem que experimentar canções. Tem algumas mais desafiadoras e outras saem muito fácil. É só experimentando para saber. E foi assim que fui fazendo durante a vida”. Babi também fala sobre o ativismo ao etarismo: “estou convocando todos a não isolarem seus idosos”.
    47 min
  • Ep 17 | “Tomamos uma multa de R$ 30 mil”, conta Augusto Neto, que passou por perrengues quando chefiou um dos restaurantes das Olimpíadas
    Nesta edição do Podcast PodCringe, Michael Keller conversa com o chef de cozinha executiva na Gastronomia & Negócios, Augusto Neto. Ele chefiou um dos restaurantes da Vila Olímpica nas Olimpíadas e Paralimpíadas do Rio, em 2016. Chegou a servir 4 mil refeições diárias: “Foi assustador no início. Tomamos uma multa de 30 mil porque servi batata frita e não era a da marca que patrocinava o evento”. Augusto conta alguns perrengues que já passou nos mais de 20 anos trabalhando com cozinha industrial e como a pandemia transformou a área alimentícia.
    22 min
  • Ep 16 | “Fiquei sem chão”, revela Fernando Rocha sobre demissão da Globo
    No Podcast PodCringe desta semana, Michael Keller conversa com o jornalista e escritor Fernando Rocha, que também atuou como cientista de dados por dez anos. Durante o papo, Rocha fala sobre o famoso meme da “clara com ovo”, que o fez levar advertência na Rede Globo. Depois de ser demitido, o então apresentador se reinventou e lançou o livro “Como ser leve em um mundo pesado”. “A sensação é que você perde uma parte do seu corpo, uma parte de você, perde um pouco da sua essência. E aí, você precisa caminhar um pouco e entender que, na verdade, você perdeu apenas o emprego”. Confira!
    26 min
  • Ep 15 | “Essa, nem eu fiz milagre”, revela Ciro Bottini sobre único produto que não vendeu
    No Podcast PodCringe desta semana, Michael Keller conversa com Ciro Bottini, um dos vendedores mais famosos do Brasil. Há 35 anos no setor de vendas, ele também é palestrante, empreendedor e se autointitula “encantador de clientes”. Durante o papo, Bottini conta que começou a vida artística numa banda de rock: “Minha mãe me falou que eu era muito desafinado, aí fui para outra área e, no final, foi bom”. Depois, ele fez curso para se tornar locutor de rádio e conseguiu um emprego de locutor em um atacadão de roupas no Brás, região de comércio popular de São Paulo. De lá para a TV, foi um pulo. Ele explica de onde surgiram os bordões que fazia no canal Shoptime e fala de produtos dificílimos de vender. Acompanhe!
    29 min

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No PodCringe, um produto exclusivo para o digital do Domingo Espetacular, o jornalista Michael Keller bate um papo com os “cringes” que descobriram uma nova paixão ou vocação após os 40 anos.

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