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Esse episódio vai ao ar na semana que o diretor palestino Hamdan Ballal foi sequestrado e espancado por militares israelenses, que os jornalistas Ismail Al-Ghoul e Rami Al-Rifi foram mortos após um ataque aéreo israelense no norte de Gaza.
No Iêmen, civis são mortos no confronto entre o Tio SAM e os Houthis. Países voltam a falar em rearmamento, tensões políticas, econômicas, culturais e sociais assolam a segunda década do século XXI.
Estamos à beira de uma nova guerra mundial?
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No prefácio do livro Orientalismo: O Oriente como Invenção do Ocidente, o prof. palestino Edward Said escreveu que “o Orientalismo pode ser discutido e analisado como a instituição autorizada a lidar com o Oriente — fazendo e corroborando armações a seu respeito, descrevendo-o, ensinando-o, colonizando-o, governando-o: em suma, o Orientalismo como um estilo ocidental para dominar, reestruturar e ter autoridade sobre o Oriente.” No episódio de hoje vamos explorar um tema complexo e multifacetado: o conflito Israel-Palestina, com foco no sionismo, em Gaza e na questão do Orientalismo, além de suas interseções de gênero e classe. Quais fatores impulsionaram o surgimento do sionismo como movimento político? O que significa terrorismo? De que forma os palestinos enxergam um conflito que dura mais de 70 anos? Como a mídia hegemônica ocidental aborda o conflito Israel x Palestina? Para responder essas e outras perguntas, o PODHISTÓRIA tem como convidado o prof. Fábio Bacila Sahd Doutor em História pelo programa interdisciplinar "Humanidades, direitos e outras legitimidades", da USP. Autor de textos sobre identidade, violência, política e direitos humanos e internacionais no Oriente Médio, destacando-se “O apartheied na Palestina/Israel”, e professor da UFPR.
Esse episódio vai ao ar na semana em que o estado de Israel executou 400 palestinos com ataques aéreos em Gaza. (Ep gravado dia 17/03).
No prefácio da 2° edição do livro Marxismo e Judaísmo: História de uma relação difícil, a historiadora Arlene Clemesha escreve: “A segunda edição deste livro chega ao público em um momento de extrema gravidade para o povo palestino, para Israel no Oriente Médio e para o judaísmo mundial, submetido a uma crise de consciência sem precedentes na era contemporânea. O genocídio do povo palestino, que se estende há mais de catorze meses, é descrito como apocalíptico pelo chefe do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários, Tom Fletcher. Os ataques israelenses são ininterruptos. Ocorrem com o conhecimento de todos, a cumplicidade das principais potências mundiais, e o apoio explícito dos Estados Unidos.
Assassinatos massivos executados com o emprego de inteligência artificial, tal qual o sistema Lavender, somam-se a assassinatos dirigidos, executados por drones contra médicos, jornalistas, agricultores e cozinheiros, entre outros profissionais empenhados em tratar e alimentar a população, para não mencionar os grotescos “massacres da farinha” e centenas de outros casos de ataques mortíferos contra pessoas em busca de alimento. A fome é criada de maneira proposital e utilizada como arma de guerra. Há uma escassez cruel de água potável, medicamentos e demais itens indispensáveis à vida. Noventa por cento da infraestrutura da Faixa de Gaza foi destruída e o Norte foi ocupado pelo Exército israelense."
De fato, o Estado de Israel se auto intitula representante dos judeus de todo o mundo. Mas será que é assim? Por que existe um extermínio em Gaza? O que significa Sionismo? Qual a relação do marxismo com o judaísmo? É isso que pretendemos responder hoje, com a participação da professora Arlene Clemesha Professora Dra. de História Árabe do Curso de Árabe do Departamento de Letras Orientais da Universidade de São Paulo. Doutora pelo programa de pós-graduação em História Econômica da USP e autora do livro Marxismo e Judaísmo: História de uma relação difícil, um livro que nos convida a repensar as narrativas tradicionais e a mergulhar nas várias faces dessa relação histórica. Prepare-se para uma conversa fundamental para entender a Questão judaica, aqui no PODHISTÓRIA, onde o passado ganha vida.
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Nesse episódio vamos mergulhar nas raízes do feminismo negro no Brasil e na América Latina. Para entendermos as origens do feminismo negro, precisamos voltar no tempo e analisar o contexto histórico da escravidão nas Américas. A escravidão não apenas explorou o trabalho das pessoas negras, mas também impôs uma hierarquia racial e de gênero que perdura até hoje. As mulheres negras, em particular, foram duplamente oprimidas, sofrendo com a violência do sistema escravocrata e com a discriminação e violência de gênero. De que maneiras as experiências históricas únicas das mulheres negras na América Latina, marcadas pela escravidão, colonialismo e racismo estrutural, moldaram o desenvolvimento de um feminismo negro distinto dos movimentos feministas hegemônicos? Para responder essas e outras perguntas, o PODHISTÓRIA tem como convidada a prof. Gleys Yalli Ramos, Doutora em Geografia pela UFG, especialista em Estudos sobre Mulheres, Gênero, Sociedade e Cultura e prof. do curso de Relações Internacionais da UFT.Não perca essa conversa eletrizante, aqui no PODHISTÓRIA, onde o passado ganha vida.
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Em 1937, Getúlio Vargas instaurou o Estado Novo, um período de forte centralização política e controle social. Mas como era a vida dos brasileiros durante essa época? Neste episódio, vamos explorar a questão trabalhista, com a criação da CLT e o populismo varguista, a propaganda do DIP que exaltava o nacionalismo, e as relações exteriores do Brasil no contexto da II Guerra Mundial, que levaram o país a se aliar aos Estados Unidos. Não perca essa conversa eletrizante com o Dr. Thiago Mourelle, pós-doutor em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), autor do livro "O Brasil a caminho do Estado Novo: As cartas de Pedro Ernesto e a trama política que antecede o golpe (1936-1937)" e especialista no período varguista. Aqui no PODHISTÓRIA, onde o passado ganha vida.
Neste episódio, mergulhamos nas profundezas da história brasileira e resgatamos o período turbulento da Revolução de 1930 e do Governo Provisório de Getúlio Vargas. Vamos explorar como o rádio, a principal ferramenta de comunicação da época, moldou a opinião pública, disseminou ideologias e consolidou o poder de Vargas.
Mas afinal, o que o rádio dos anos 30 tem a nos ensinar sobre a comunicação na era da internet e da inteligência artificial? Vamos traçar um paralelo entre as duas realidades e discutir como as mesmas ferramentas de comunicação, ainda que em formatos diferentes, são usadas para construir narrativas, influenciar comportamentos e moldar a sociedade.
Quer saber o que acontece durante os 4 anos de governo provisório? O historiador Maycon Dougllas, dutorando em História Social pela USP vai nos ajudar a desvendar os mistérios por trás da década de 1930. Aqui no PODHISTÓRIA, onde o passado ganha vida!
Chegamos ao episódio de número 014 para debatermos sobre a formação, política e economia na Grécia Antiga. Os antigos gregos foram muito importantes para a formação do ocidente como um todo, e alguns aspectos de sua civilização estão presentes até hoje, como a democracia e também os jogos olímpicos. E para essa conversa, o PODHISTÓRIA tem como convidado o historiador dr. Pedro Paulo Funari, professor titular da UNICAMP e especialista em História Antiga. Então pegue seu lápis, seu caderno e prepare-se para uma jornada através do tempo a fim de compreendermos um pouco sobre a formação da Antiga Grécia.
Entre meados do século XVI e final do século XIX o Brasil se transformou no país com o maior número pessoas que viviam na condição de escravo entre as Américas. Como forma de se livrar da escravização, diversos negros e negras fugiam das senzalas em busca de liberdade. Nesse contexto, surgem os Quilombos por todo o território nacional como forma de resistência à escravização imposta pelos portugueses e seus descendentes. Mas, como os quilombos se formavam? Como as quilombolas e os quilombolas viviam? Quais as formas de resistência contra as perseguições da coroa e dos senhores de engenho? Para responder essas e outras perguntas, o PODHISTÓRIA tem como convidada a dra. Isadora Mota, professora de História do Brasil na Universidade de Princeton. Não perca essa conversa eletrizante aqui no PODHISTÓRIA, onde o passado ganha vida!
Você sabe para que serve o campo de estudo de arqueologia? Sabe qual o papel da arqueologia dentro da historiografia? Qual o trabalho de uma arqueólogo? O episódio 021 do PODHISTÓRIA trouxe como convidado o arqueólogo dr. Marcos Zimmermann para responder essas e outras perguntas relacionadas à arqueologia. Então pegue seu lápis, seu caderno e prepare-se, porque o PODHISTÓRIA está começando!
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