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Depois de nove conversas focadas em temas específicos, a Margarida e o João Francisco divagam sobre o que foram, são, e serão as realidades de cada um, em linha com os seus sonhos e os seus objetivos. Encontram semelhanças e diferenças de pensamento, mas sobretudo comunhão na forma esperançosa como olham para dentro e procuram trazer para fora o melhor de si.
O que mudou na procura do prazer e nas atividades de lazer? Se a geração Millenneal encara a sexualidade com uma naturalidade que não era comum à Geração X, o lazer está mais relacionado com viagens e novas experiências do que em colecionar gadgets. O prazer das pequenas coisas é comum a ambas, numa conversa em que se recorda a liberdade em que se vivia nas décadas de 80 e 90 antes da era digital.
O trabalho sempre fez parte da vida das pessoas. Desde a Revolução Industrial que este tomou um formato muito idêntico, em que as pessoas trabalhavam por turnos, eram hiper especializadas nas suas funções, e respeitavam estruturas hierárquicas muito bem definidas. No Séc.XXI temos assistido a algumas mudanças nessa forma de trabalhar: os modelos de trabalhos flexíveis, a economia digital, a globalização das empresas e as estruturas organizacionais horizontais.
O que desapareceu, o que mudou, e o que se pode ambicionar em relação ao Trabalho, Carreira e Propósito das duas gerações?
A construção da identidade individual é um processo complexo, na qual o intrínseco se conjuga com o adquirido. Quais os papéis socialmente atribuídos a cada género e como a pressão social condiciona a liberdade de cada indivíduo é um dos vários tópicos de uma conversa onde se partilham experiências e vivências que refletem a evolução dos tempos.
Com a liberalização dos costumes, o sexo deixou cair preconceitos e máscaras, mas a visão romantizada das relações amorosas ainda persegue o universo idealizado das histórias de amor clássicas. Até que ponto foram as duas gerações marcadas pelas narrativas fantasiosas que terminam em felizes para sempre ? Afinal, quem se sente parte da Geração Disney?
Dos tempos de grande rigidez educativa pontuada pelo medo com molduras dos líderes políticos nas salas de aulas ao ensino digital nos nossos dias , o que se ganhou e o que se perdeu nas duas gerações? A escola educa ou ensina?
Até que ponto os professores podem abrir caminhos para o futuro?
Será esta um profissão basilar e imutável, ou será que a educação caminha para a autonomia e personalização?
O passado e o presente da educação, aos olhos dos nossos hosts.
Uns escondem o que sentem, outros vivem pelo que sentem. Neste episódio discutimos a relação de ambas as gerações com o tema da saúde mental, e como a sua inteligência emocional facilita ou dificulta as suas relações sociais.
Do telefone analógico à ansiedade gerada pela necessidade de contacto permanente, uma conversa sobre o que mudou na comunicação em cada geração e entre as gerações. Acreditamos restar sempre a comunicar quando temos cada vez mais pudor em telefonar ou em marcar encontros. Até que ponto as redes sociais contaminam a qualidade da comunicação?
Desde a época do Estado Novo, na qual o papel da mulher era circunscrito ao lar e à família, até ao espírito de equipa, no qual hoje os casais tendem a viver, qual foi o papel da Geração X? E porque é que os homens continuam a ter medo das mulheres num tempo em que as veem como parceiras? Afinal esta “guerra” pode ou não acabar ?
Neste primeiro episódio de Podia ser tua mãe, Margarida e João Francisco falam sobre a sua visão genérica da geração de cada um, e começam a encontrar sinais claros de diferenças entre “Pais” e “Filhos”
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Margarida Rebelo Pinto e João Francisco Lima juntam-se para uma conversa franca, cúmplice e provocadora, num diálogo entre duas gerações: a Geração X e os Millennials. Juntos abordam, sem tabus,…