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Or


“E o tempo se rói com inveja de mim
Me vigia querendo aprender
Como eu morro de amor
Pra tentar reviver
No fundo, é uma eterna criança
Que não soube amadurecer
Eu posso, ele não vai poder
Me esquecer”
A música 'Fermento Pra Massa' de Criolo é uma crítica social envolta em metáforas que discutem as dificuldades cotidianas e as lutas da classe trabalhadora.
“Hoje eu vou comer pão murcho
Padeiro não foi trabalhar
A cidade tá toda travada
É greve de busão, tô de papo pro ar”
“No meio da tarde
a palavra arde,
a palavra arde.
É uma despedida
que não se despede,
não se despede.
Sua teimosia, sua magia
fica no ar sangrando e sacode
e comove esse coração.”
Composição: Kleiton / Luiz De Miranda.
“Roseira de tanta rosa,
Roseira de tanto espinho,
Que eu deixei pelo caminho,
Aberta em flor, e parti:
Por me não perder, perdi-te:
Mas mal posso assegurar-me,
— Com te perder e ganhar-me,
Se ganhei, ou se perdi...”
Saudade
por Vicente de Carvalho
“Chega pra perto, me dá um arrocho
Que eu já tô roxo de tanto roer
Acende o fogo da minha fogueira
Que a noite inteira só faltei morrer
Te procurando, meu amor te dando
E tu me negando, fazendo eu sofrer
Te procurando, meu amor te dando
E tu me negando, fazendo eu sofrer”
Procurando tu - Antonio Barros
Interpretação: Trio Nordestino
“O forró tava armado na casa de Salomão
Todo mundo só dançava, sem haver preocupação
Quando grita Ana Maria bem no meio do salão
Para a festa, para tudo, que morreu Mané João
Todos saíram correndo pra casa de seu Mané
Logo que chegaram lá, o velho estava de pé
Era primeiro de Abril e até lá ninguém sabia
Que era o dia da mentira e que mentia Ana Maria”
Primeiro de Abril - Ney Matogrosso
Meu Poeta Marginal': canção de Luana Tavares, Helena Cristina e Karynna Spinelli com participação especial de Michelle Monteiro.
“Peça sempre permissão para falar do nosso mestre
Sobre força e proteção não há ninguém que conteste
dos bares ao sarau todo mundo te conhece
peça sempre permissão para falar do nosso mestre
certeiro inspiração para gente preta
o amor de ser poeta em cada letra
mantendo a chama acesa sempre
representando Nossa excelência preta
por você poeta inspiração por você poeta o
amor de poder cantar em qualquer nação
vou perambular risos pelo chão”
“Nós sabe bem o que cê faz escondido da sua família
Sua filha quer bandido pra viver na adrenalina
E seu filho com a mesada enche o cu de cocaína
O Mano Brown pra mim não é Jesus, ele é real
Que me ensinou a sobreviver nesse inferno racial
E se a lei fosse cobrar quem rouba e mata
A cadeia tava lotada de terno e gravata
Você é racista, igual aos teus antepassados
Vocês fazem parte da escória, tudo racista
E se não fossem, estariam fazendo uma pra mudar a história”
Eu Não Sou Racista
Nego Max
Linda canção sobre o poema de Affonso Romano de Sant'Anna.
“Com Affonso eu fiz ‘Os Amantes’, uma canção bem ao estilo do poeta mineiro, cujo traço sempre me agradou. Lamento profundamente essa perda!", escreveu Fagner.
“Os amantes em geral
Passam horas figurando
O corpo amado, curvas, gestos, Preferências,
como eu
Os amantes em geral
São patetas, maus estetas
Fazem versos ruins
E são poetas,
Como eu
Como eu
Como eu”
Os Amantes - Fagner
"Desconstruindo Amélia" é um hino de empoderamento e libertação. A música incentiva as mulheres a se rebelarem contra as expectativas opressivas da sociedade e a buscarem sua própria identidade e felicidade. A mensagem é clara: as mulheres não devem ser servas nem objetos, mas sim sujeitos de suas próprias vidas, com direitos e desejos próprios.
“Disfarça e segue em frente
Disfarça e segue em frente, todo dia, até cansar (uhu!)
E eis que de repente ela resolve então mudar
Vira a mesa, assume o jogo, faz questão de se cuidar (uhu!)
Nem serva, nem objeto, já não quer ser o outro, hoje ela é um também (uhu!)”
Desconstruindo Amélia - Pitty
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