A espiritualidade afro-brasileira sempre resistiu ao apagamento.Mas agora o desafio é outro: os algoritmos.
Como plataformas digitais influenciam a visibilidade das religiões de matriz africana como o Candomblé e a Umbanda?Existe silenciamento digital? Intolerância automatizada? Ou novas possibilidades de expansão da fé?
Nesta discussão, refletimos sobre tecnologia, ancestralidade, racismo estrutural digital e a disputa por narrativa nas redes sociais.
📲 A fé também habita o digital.
⚖️ Mas quem controla o alcance?
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